É fato que a prática de esportes, de forma equilibrada e respeitando os limites, é benéfica para o desenvolvimento infantil e estimula bons hábitos por toda a vida. É importante que a criança goste do esporte e se divirta com a atividade que escolher.
No início, é normal que a escolha se dê pela influência de amigos, pais e familiares, meio de comunicação ou escola, mas de qualquer maneira, é importante que o esporte seja introduzido na vida das crianças de forma gradual.
Benefícios do esporte no desenvolvimento infantil
Entre os 04 a 06 anos de idade, é indicado que a criança tenha contato com o esporte como se fosse uma brincadeira. A criança deve aprender a saltar, pular, correr, praticar atividades físicas em grupo, sem compromissos. Nessa idade não há uma obrigação em aprender técnicas específicas, experimentando várias modalidades esportivas.
Próximo dos 08 anos é adequado deixar a criança escolher naturalmente o esporte de maior afinidade, considerando suas habilidades, preferencias e desejos.
Benefícios do esporte:
O esporte ajuda de diversas formas no desenvolvimento das crianças. Abaixo alguns dos principais benefícios do esporte gerados pela prática esportiva:
1 – Auxilia crianças com problemas de relacionamento a fazer amigos e ingressar na sociedade;
2 – Favorece no crescimento, fortalecimento dos ossos, enrijecimento da musculatura;
2 – Superar vergonha, timidez e controlar ansiedade;
3 – Ser menos individualista, por praticar atividades com outras crianças;
4 – Conhecer seu corpo e corrigir possíveis diferenças;
5 – Conhecer e seguir regras;
6 – Melhorar a coordenação psicomotora, dominando movimentos;
7 – Potencializar bons hábitos;
8 – Estimular a saúde e higiene;
9 – Ter responsabilidade e compromissos.
Ausência de esporte:
O sedentarismo na vida da criança aumenta o risco de problemas de saúde que têm início na infância como doenças crônicas. Para evitar problemas de saúde e outros males é importante incentivar a prática esportiva desde cedo.
A prática esporte infantil tem uma influência muito positiva na vida das crianças e seus benefícios podem se estender por toda sua vida. A prática do esporteinfantil permite que as crianças possam ao mesmo tempo cuidar da saúde, fazer novas amizades, e aprender como fazer parte de um time, essas coisas são muito importantes e ajudarão os pequenos durante todo o processo de crescimento até sua vida adulta.
Os benefícios e a importância do esporte infantil e dos exercícios físicos na vida das crianças
Vamos considerar alguns desses benefícios. Para começar, iremos discutir como os esportes podem beneficiar a saúde da criança. É claro que manter-se ativo faz bem para a saúde física de qualquer ser humano. Porém, existem benefícios mais específicos que os esportes proporcionam as crianças: Chrissie:
“Elas usam os músculos, o que é de muita importância. Muitas crianças hoje em dia gastam muito tempo sentadas de frente para o computador, por isso, é muito importante estimular atividades que façam com que eles corram por ai.
Quando você corre, os músculos puxam os ossos e essa ação estimula o crescimento ósseo. Obviamente queremos estimular quanto mais crescimento ósseo e fortalecimento dos ossos for possível até cerca de trinta anos de idade.”
As suas crianças também vão melhorar nos aspectos de coordenação motora e equilíbrio, e praticando esportes e atividades recreativas também vai ter um impacto sobre a atitude do seu filho em relação a comida e nutrição.
O esporte infantil é uma forma de organizar a atividade física, que possui regras e benefícios específicos ao desenvolvimento da criança.
Felizmente, a prática do esporte está em moda entre as crianças. A atividade física regular já faz parte do dia a dia das crianças e de muitas famílias. O esporte é importante para a saúde e para o bem-estar de todos.
Para a criança pode ser um fator fundamental de desenvolvimento e de crescimento, desde que contribua de forma positiva para o seu físico e para a sua mente.
O esporte infantil na vida da criança
Os especialistas recomendam a prática do esporte de uma maneira equilibrada, respeitando as capacidades e as habilidades motoras de cada criança.
O esporte não deve ser imposto nem visto como obrigação ou como imposição do desejo dos pais de transformar seus filhos em atletas. A criança tem que gostar e se divertir com o esporte que escolher
O esporte ajuda as crianças com problemas de relacionamento e a descobrir o corpo. É normal que a criança comece no esporte influenciado por amigos, pelos meios de comunicação, pelos pais, etc.
Mas temos que levar em conta que a criança, sobretudo, divirta-se. O esporte deve ser introduzido na vida da criança de uma forma gradual, para que se dê por satisfeitas suas necessidades lúdicas.
O começo das crianças no esporte
Entre os quatro e os seis anos de idade, a criança deve começar a ter contato com o esporte de maneira prazerosa, divertida, como se fosse uma brincadeira. Ela deve aprender a correr, saltar e pular, pedalar ou praticar alguma atividade física em grupo, sem nenhum compromisso maior.
Nessa idade, a criança deve experimentar várias modalidades esportivas, sem obrigação de aprender suas técnicas específicas. Com aproximadamente oito anos, é bom deixar que ela se oriente e direcione para determinado esporte, de acordo com suas habilidades, desejos e preferências. Deve ser uma decisão natural da criança.
O esporte ajuda a criança:
1- A fazer amigos e a ingressar na sociedade;
2- A aprender e a seguir regras;
3- A superar a timidez ou a vergonha;
4- A freiar os seus impulsos e ansiedade;
5- A ser mais colaboradora e menos individualista ou egoista;
6- A reconhecer e respeitar que existe alguém que sabe mais que ela;
7- A melhorar a sua coordenação motora;
9- A crescer física e emocionalmente;
10- A corregir possíveis defeitos físicos;
11- A potenciar bons hábitos;
12- A dominar os seus movimentos;
13- A estimular a sua saúde e higiene;
14- A ter responsabilidades e compromissos.
Quem não gosta de se exercitar, de correr, de competir, e acima de tudo se divertir! Isto é esporte que por definição são jogos que envolvem algum tipo de habilidade física.
Praticar esportes é um bom hábito para nos mantermos saudáveis e felizes.
O homem sempre gostou de se exercitar, na Grécia antiga por exemplo, já se praticava várias modalidades esportivas como o atletismo e o lançamento de disco.
PS…! O sedentarismo na vida da criança aumenta o risco de problemas de saúde que têm início na infância como doenças crônicas. Para evitar problemas de saúde e outros males é importante incentivar a prática esportiva desde cedo.
O cinto de segurança foi desenvolvido para o adulto, com no mínimo 1,45m de altura, portanto não são dispositivos de segurança para as crianças, daí a existência das cadeiras de segurança cujo objetivo é mantê-las seguramente fixas no banco do veículo, e reduzir a incidência e gravidade que a força do impacto gera no corpo humano em colisões, freadas bruscas e violentas, capotamentos, etc.
Educação para o Trânsito, Cadeiras de segurança para crianças
A eficiência está na qualidade das cadeirinhas, que devem ser aferidas de acordo com as normas técnicas regidas em nosso país, possuírem selo de qualidade do INMETRO – Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial, e estarem corretamente presas ao banco do veículo pelo cinto de segurança, seguindo as instruções do manual da cadeira de segurança.
Quando importadas, o manual de instruções deve ser traduzido para o nosso idioma, isto é lei.
Importante saber também que não é seguro utilizar uma cadeira de segurança que já tenha sido envolvida em um acidente.
A criança deve ser atada ao sistema de fitas de contenção da cadeira, sem estar envolvida por mantas, cobertores, roupas grossas nem em cima de almofadas. Se estiver frio devemos colocar mantas ou cobertores por cima, depois que ela estiver corretamente atada a cadeira.
Se o veículo for dotado de air-bag para os passageiros do banco de trás, entre em contato com o fabricante do veículo a fim de obter informações seguras para desativar este dispositivo onde a cadeira for ser instalada, e faça isto na concessionária ou com um profissional com reconhecido conhecimento específico. Não se faz liquidação de segurança e desconfie de quem faz isto ou promete serviços baratos.
Tipos de assentos de segurança, como Cadeiras de Segurança para Crianças
Bebê-conforto: Desde o nascimento até 13 quilos ou 1 ano de idade conforme recomendação do fabricante, constituem a forma adequada à anatomia dos pequenos, mantendo-os na posição semi-ereta, impedindo fraturas de coluna e crânio por possuírem anteparos de proteção para a cabeça e pescoço, para que os bebês permaneçam confortavelmente seguros e fixos nas freadas, turbulências provocadas por buracos ou outras irregularidades na pista e é claro, nos acidentes.
Seguindo o manual de instruções, a Cadeiras de Segurança para Crianças pode ser fixado no centro do banco traseiro, ou no lado direito do passageiro preferencialmente no cinto de três pontos, de costas para o movimento.
Assentos conversíveis: São adaptados para o uso desde os primeiros anos de vida até a fase pré-escolar, porque ela é readaptada a altura na medida que a criança cresce. Devem ser fixados conforme a indicação do bebê-conforto (vide instrução acima), depois, devem ser convertidos para a cadeirinha, sentados de frente para o movimento, fixando-as no banco de trás, com as alças ajustadas aos ombros.
Estes assentos devem ser utilizados até que a altura das orelhas da criança atinjam o topo das costas do assento ou os ombros se tornem muito largos para o encosto, ou quando ainda as tiras de contenção estiverem totalmente estendidas.
Cadeiras de Segurança para Crianças: Entre 1 e 4 anos de idade, (mais ou menos entre treze e dezoito quilos) devem estar fixos pelo cinto de segurança do banco traseiro e de frente para o painel, protegem a cabeça e o tronco, podem possuir fitas de contenção de cinco pontos ou anteparos em forma de T ou de concha. Não é seguro para crianças com menos de um ano de idade.
Assento de elevação ou booster: Para crianças entre 4 e 7 anos e meio, são utilizados quando a criança ultrapassa os limites de tamanho para a utilização dos assentos de segurança, mas ainda não possuem altura para utilizarem a cinta do ombro do cinto de três pontos do veículo. Quando o veículo possuir cinto de três pontos no banco de trás, dar preferência para este modelo.
Considerações para o uso do assento tipo Cadeiras de Segurança para Crianças
Bebês e crianças jamais devem ser transportadas no colo. Além de ser projetada para frente numa colisão, sofrerá esmagamento pelo peso do corpo do adulto, pois, no momento do acidente, a força com que a criança e o adulto são projetados é muito grande, impossível para uma pessoa segurá-la.
Numa colisão a 50 km/h, uma criança de 4,5 kg equivale a uma força de 150 kg contra os braços que a seguram.
Mesmo em curtos trajetos é comum que as crianças durmam, se fizerem isto deitadas no banco, elas não estão seguras. Alguns adultos instruem a criança para que ela deite presa ao cinto com as tiras esticadas, fazendo isto este dispositivo deixará de ser seguro e mesmo em impactos as freadas pequenas mas bruscas ela sofrerá lesões e mesmo morte.
O cinto somente é seguro quando utilizado corretamente, e voltando ao soninho das crianças, elas dormirão seguras e com muito mais conforto sentadas nas cadeiras especiais.
É muito perigoso levar crianças no bagageiro interno, esse compartimento é projetado visando absorver choques decorrentes da força do impacto, que deforma facilmente a parte de trás da carroceria, não oferecendo proteção alguma para quem estiver lá, além do que, podem ser projetadas para fora do veículo durante o acidente.
Cadeiras de segurança para crianças, velocidade e desaceleração dos órgãos
O uso das cadeiras de segurança para crianças não impede que o acidente ocorra, elas apenas amenizam as consequências dele nas crianças. Portanto, não conduza em alta velocidade, mantenha distância do veículo da frente, somente mude de faixa e ultrapasse se a sinalização permitir e faça isto após certificar-se que é realmente seguro, sem esquecer de sinalizar antecipadamente estas intenções, se adapte as condições adversas.
Também, mesmo que a sinalização der a preferência em cruzamentos, antecipadamente sinalize com a luz de freio para avisar o condutor de trás e reduza levemente a velocidade e certifique-se da segurança para seguir em frente ou realizar conversões para a direita ou esquerda. O motivo deste alerta é a desaceleração dos órgãos humanos, que veremos em detalhes a seguir.
Inércia: propriedade Física da matéria que determina: se um corpo está no movimento estático (parado, repouso), permanece neste estado de movimento. Se está em movimento dinâmico (movimento), permanece neste estado no sentido reto, se não for submetido a nenhuma ação.
Ou seja, esta lei da Física determina que os corpos permaneçam no estado de movimento que estão, a não ser que uma força exerça uma ação modificando (“princípio formulado por Galileu, posteriormente confirmado por Newton, chamado: 1ª lei de Newton ou Princípio da Inércia. “Todo corpo permanece em seu estado de repouso ou de movimento uniforme em linha reta, a menos que seja obrigado a mudar seu estado por forças impressas a ele.”).
Podemos observar isto quando estamos em pé dentro de um ônibus, assim que o motorista coloca o veículo em movimento, os passageiros tendem a deslocar-se para trás, o corpo quer permanecer no estado de movimento estático. Quando o motorista pára ou freia, os passageiros deslocam-se para frente.
Quando o condutor faz uma curva ele e os passageiros têm a impressão de estarem sendo jogados para fora da curva. Na realidade os corpos estão tentando manter-se em sua trajetória em linha reta, e o veículo tentando-os virar, mas quem está sob a ação da inércia é o veículo.
Desaceleração dos órgãos humanos: também chamadas lesões ocultas ou potenciais, isto acontece nos acidentes de trânsito quando o veículo está em alta velocidade e colide, nosso corpo é parado abruptamente e os órgãos continuam em inércia, rompendo suas estruturas de fixação e eles mesmos.
Por exemplo: num impacto o cérebro, olhos, coração, pulmões, fígado, baço, rins, bexiga, etc., continuam o deslocamento para o sentido que o corpo foi projetado, até colidirem com as partes internas das cavidades em que se situam, gerando destruição de seus tecidos.
Outra maneira de esclarecer este aspecto é a Cinemática do Trauma, ou seja, uma colisão na realidade representa três colisões. A primeira do veículo com o objeto. A segunda é a pessoa com o interior do veículo. A terceira é a colisão dos órgãos com as paredes internas do nosso corpo. Em nossos olhos ocorre o deslocamento da retina.
Com isto concluímos que os dispositivos de segurança que usamos quando estamos dentro do veículo e o capacete, são potenciais aliados para depois de um acidente continuarmos vivos e com o menor número de lesões possíveis. Mas isto não vai acontecer só quando o impacto ocorrer em altas velocidades e desobediência das regras de circulação.
Fonte:
DELIBERADOR, Ana Maria Ribeiro. Humanização no trânsito. Curitiba: DETRAN-PR, 1990.
JORNAL ASSOCIAÇÃO MÉDICA. A mulher e o cinto de segurança. autora Ana Maria K. S. Szymanski. Cascavel – Paraná, ano V, n.º 39, abril 1995, p 11.
Lei 9.503, de 23/09/1997 – CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO.
MANUAL DO MOTORISTA, Editora Trânsito e Veículos Ltda, Belo Horizonte – MG. 1998.
MANUAL PARA PORTADORES DE DEFICIÊNCIAS. Programa: Sem Barreiras. Governo do Estado do Mato Grosso do Sul. DETRAN-MS, outubro de 1997.
Revista da ABRAMET – Associação Brasileira de Acidentes e Medicina de Tráfego. Air bag, características, vantagens e cuidados. Dra. Ana Maria Ker Saraiva Szymanski, n.º 17/18/19, maio-dezembro de 1996, p 15-18.
Traumatismos de crianças no tráfego. Epidemiologia e Prevenção, n.º 35, maio-junho de 2000, p 9-30.
Revista QUATRO RODAS, ano 37, n.º 449, editora Abril, São Paulo, dezembro de 1997. p 69-77.
A Educação para o Trânsito. Eliane David. Curitiba-PR, março 2003.
Pote da calma: um objeto que pode tranquilizar seu filho (e pode ser feito em casa facilmente!)
Inspirado no método Montessori, que propõe a criação de um ambiente de aprendizado mais criativo, o “pote da calma” (calming jar, em inglês) é usado para acalmar crianças pequenas depois de uma situação de briga ou choro.
Em especial o instrumento ajudaria as crianças a ficarem tranquilas para conseguirem escutar o que os pais ou os professores têm a dizer. O pote da calma é utilizado nos momentos em que as crianças precisam de alguns minutos para se acalmarem.
O vidro da calma tem glitter colorido e basta agitá-lo para criar um pouco de “magia”. O efeito chamaria a atenção da criança que, atraída pelo brilho, se volta para o momento presente.
É como ensinar as crianças a respirarem fundo nos momentos em que elas precisam ficar calmas para tentarem explicar suas tristezas, frustrações ou raivas, o que é muito difícil para elas.
Há muitas variações para a preparação do Calming Jar e nós escolhemos uma versão bem simples:
Veja como fácil de fazer uma série de potes com cores e efeitos variados.
Siga o passo a passo e alguns potes para se inspirar
Você vai precisar de:
Um pote de vidro, de plástico (ou uma garrafa pet) com tampa;
Uma ou duas colheres de sopa de cola glitter;
Três ou quatro colheres de chá de purpurina;
Uma gota de corante alimentar;
Água quente.
Como fazer:
A quantidade de água a ser utilizada varia de acordo com a capacidade do pote. Leve em consideração que você deve deixar um espaço vazio na parte superior do vidro, para agitar o seu conteúdo.
Despeje no vidro a água quente e a cola glitter. Mexa bastante para que o glitter da cola se desmanche na água. Adicione a purpurina e misture novamente. Adicione uma gota de corante alimentar e feche bem a tampa do pote.
COMO ENSINAR AS CRIANÇAS A AMARRAREM OS SAPATOS E PORQUE ISSO É IMPORTANTE
Estamos falando sobre amarrar os sapatos. Um especialista britânico explica o quanto é importante para as crianças conseguirem amarrar seus próprios calçados. Então veremos como ensinar as crianças a amarrarem os sapatos e porque isso é importante!
De acordo com Ian Fieggen, conhecido carinhosamente e não a toa como Professor Laço, os pais por conveniência ou preguiça evitam ensinar a seus filhos a amarrar os sapatos, dificultando o desenvolvimento das crianças.
Para nós adultos é um gesto simples e banal, mas para as crianças pode ser um verdadeiro problema.
Este simples gesto, na verdade, faz parte das coisas essenciais que as crianças deveriam aprender, e de acordo com o especialista, este seria inclusive um marco do desenvolvimento infantil.
Como Fieggen explicou ao Telegraph, o problema não é apenas as crianças não saberem amarrar seus sapatos, mas não terem a oportunidade de lutarem com algo difícil e não aprenderem que, às vezes, é preciso mesmo muito esforço para saber fazer algo novo.
Dito isso, devem ser evitados os sapatos fechados com velcro, uma maneira muito simples para as crianças que, desta forma se acostumam mal e aprendem tarde demais a usar os sapatos com laços para amarrar.
Fieggen escreveu um livro sobre o assunto (Laces) e tem um site dedicado à arte de amarrar os sapatos no qual ele descreve 35 maneiras diferentes de amarrar seus sapatos (apenas com laços) e 4 maneiras diferentes com laços de duas cores.
Assista ao vídeo em que ele dá alguns dos bons exemplos.
Diferentes técnicas podem ser adaptadas aos casos individuais pois, cada criança pode de fato achar mais fácil um e mais difícil outro método de amarrar. É você quem irá descobrir.
Dois conselhos de Fieggen para os pais que lutam com este ensinamento e ensinar as crianças a amarrarem os sapatos:
Use laços de cores diferentes para ajudar as crianças que têm dificuldade em distinguir direita e esquerda e faça marcas nos amarrilhos de modo que os pequenos entendam quais são os pontos em que devem manter as mãos e as partes dos laços que devem ser alineadas.