Pote da calma: um objeto que pode tranquilizar seu filho (e pode ser feito em casa facilmente!)
Inspirado no método Montessori, que propõe a criação de um ambiente de aprendizado mais criativo, o “pote da calma” (calming jar, em inglês) é usado para acalmar crianças pequenas depois de uma situação de briga ou choro.
Em especial o instrumento ajudaria as crianças a ficarem tranquilas para conseguirem escutar o que os pais ou os professores têm a dizer. O pote da calma é utilizado nos momentos em que as crianças precisam de alguns minutos para se acalmarem.
O vidro da calma tem glitter colorido e basta agitá-lo para criar um pouco de “magia”. O efeito chamaria a atenção da criança que, atraída pelo brilho, se volta para o momento presente.
É como ensinar as crianças a respirarem fundo nos momentos em que elas precisam ficar calmas para tentarem explicar suas tristezas, frustrações ou raivas, o que é muito difícil para elas.
Há muitas variações para a preparação do Calming Jar e nós escolhemos uma versão bem simples:
Veja como fácil de fazer uma série de potes com cores e efeitos variados.
Siga o passo a passo e alguns potes para se inspirar
Você vai precisar de:
Um pote de vidro, de plástico (ou uma garrafa pet) com tampa;
Uma ou duas colheres de sopa de cola glitter;
Três ou quatro colheres de chá de purpurina;
Uma gota de corante alimentar;
Água quente.
Como fazer:
A quantidade de água a ser utilizada varia de acordo com a capacidade do pote. Leve em consideração que você deve deixar um espaço vazio na parte superior do vidro, para agitar o seu conteúdo.
Despeje no vidro a água quente e a cola glitter. Mexa bastante para que o glitter da cola se desmanche na água. Adicione a purpurina e misture novamente. Adicione uma gota de corante alimentar e feche bem a tampa do pote.
COMO ENSINAR AS CRIANÇAS A AMARRAREM OS SAPATOS E PORQUE ISSO É IMPORTANTE
Estamos falando sobre amarrar os sapatos. Um especialista britânico explica o quanto é importante para as crianças conseguirem amarrar seus próprios calçados. Então veremos como ensinar as crianças a amarrarem os sapatos e porque isso é importante!
De acordo com Ian Fieggen, conhecido carinhosamente e não a toa como Professor Laço, os pais por conveniência ou preguiça evitam ensinar a seus filhos a amarrar os sapatos, dificultando o desenvolvimento das crianças.
Para nós adultos é um gesto simples e banal, mas para as crianças pode ser um verdadeiro problema.
Este simples gesto, na verdade, faz parte das coisas essenciais que as crianças deveriam aprender, e de acordo com o especialista, este seria inclusive um marco do desenvolvimento infantil.
Como Fieggen explicou ao Telegraph, o problema não é apenas as crianças não saberem amarrar seus sapatos, mas não terem a oportunidade de lutarem com algo difícil e não aprenderem que, às vezes, é preciso mesmo muito esforço para saber fazer algo novo.
Dito isso, devem ser evitados os sapatos fechados com velcro, uma maneira muito simples para as crianças que, desta forma se acostumam mal e aprendem tarde demais a usar os sapatos com laços para amarrar.
Fieggen escreveu um livro sobre o assunto (Laces) e tem um site dedicado à arte de amarrar os sapatos no qual ele descreve 35 maneiras diferentes de amarrar seus sapatos (apenas com laços) e 4 maneiras diferentes com laços de duas cores.
Assista ao vídeo em que ele dá alguns dos bons exemplos.
Diferentes técnicas podem ser adaptadas aos casos individuais pois, cada criança pode de fato achar mais fácil um e mais difícil outro método de amarrar. É você quem irá descobrir.
Dois conselhos de Fieggen para os pais que lutam com este ensinamento e ensinar as crianças a amarrarem os sapatos:
Use laços de cores diferentes para ajudar as crianças que têm dificuldade em distinguir direita e esquerda e faça marcas nos amarrilhos de modo que os pequenos entendam quais são os pontos em que devem manter as mãos e as partes dos laços que devem ser alineadas.
Vacinação contra o HPV, Proteção para a menina, saúde para a mulher!
A infecção pelo HPV é a principal responsável pelo câncer do colo de útero. A cada ano, no Brasil, surgem 15 mil novos casos e 5 mil mulheres morrem. A vacina é a principal forma de prevenção, por isso é importante que toda a menina de 9 a 13 anos receba as três doses da vacina HPV. Ela é segura, de graça e está incluída no Calendário Nacional de Vacinação. Atenção: meninas que ainda não foram vacinadas, devem procurar uma Unidade de Saúde do SUS para receber a vacina, (Vacinação contra o HPV).
#VacinaHPV #ProteçãoPraMenina #SaúdePraMuher Vacinação contra o HPV
São vírus capazes de infectar a pele ou as mucosas. Há mais de 150 diferentes tipos de HPV – 40 deles podem infectar o trato genital. Alguns tipos de HPV podem provocar câncer e outros podem causar verrugas genitais.
Existem 12 tipos identificados como de alto risco (HPV tipos 16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 56, 58 e 59) que têm probabilidade maior de persistir e estarem associados a lesões pré-cancerígenas. O HPV de tipos 16 e 18 causam a maioria dos casos de câncer do colo de útero em todo mundo (cerca de 70%). O câncer do colo de útero é uma doença grave que pode levar ao óbito. No Brasil, é a terceira maior causa de morte entre as mulheres.
A vacina HPV quadrivalente confere proteção contra HPV 6, 11, 16 e 18, ou seja, abrange os dois principais tipos responsáveis pelo câncer do colo de útero. Com isso, a fim reforçar as atuais ações de prevenção do câncer do colo de útero, o Ministério da Saúde, com as Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde, dá continuidade à estratégia de vacinação contra o HPV.
Essa vacina foi incluída no Calendário Nacional de Vacinação do SUS em março de 2014, tendo como população-alvo as meninas de 11 a 13 anos de idade. Neste ano de 2015, a oferta da vacina foi ampliada para as meninas na faixa etária de 9 a 13 anos de idade.
O Ministério da Saúde adota o esquema vacinal estendido, composto por três doses (0, 6 e 60 meses), e a estratégia de vacinação mista, ou seja, a vacinação poderá ocorrer nas Unidades de Saúde do SUS e em parceria com as secretarias de saúde e educação.
Perguntas mais frequentes
1. O que é o HPV?
O papilomavírus humano (HPV) é um vírus que infecta a pele e mucosas e pode causar câncer do colo de útero e verrugas genitais. Os tipos 16 e 18 causam em torno de 70% dos casos de câncer do colo de útero Já os tipos 6 e 11 são encontrados na maioria das verrugas genitais.
2. Como ocorre o contágio?
O vírus HPV é altamente contagioso, sendo possível contaminar-se com uma única exposição, e a sua transmissão acontece por contato direto com a pele ou mucosa infectada. A principal forma é pelo contato sexual, mas também pode ser transmitido de mãe para filho durante o parto. Embora seja raro, o vírus pode propagar-se também por meio de contato com a mão.
3. O que é câncer do colo de útero?
É o crescimento anormal de células no colo do útero. Essas alterações têm como principal causa a infecção por alguns tipos de HPV.
4. Quais são as formas de prevenção do câncer do colo de útero?
A vacinação contra o HPV é a forma mais eficiente de se proteger contra o câncer do colo de útero. Para prevenir, é preciso vacinar as adolescentes de 9 a 11 anos. É importante seguir fazendo o exame preventivo (Papanicolau) na vida adulta (idade entre 25 e 64 anos).
5. Como será Vacinação contra o HPV?
A vacina HPV estará disponível para adolescentes entre 9 e 11 anos, nas Unidades de Saúde do SUS ou nas escolas. A adolescente deverá tomar 3 doses da vacina. A primeira dose estará disponível em março de 2015, a segunda, em setembro de 2015, e a terceira será agendada para 60 meses após a data da primeira dose. Destaca-se que as meninas de 12 a 13 anos que ainda não foram vacinadas devem procurar uma Unidade de Saúde do SUS para tomar a vacina. É preciso completar o esquema vacinal, pois só com a segunda dose a adolescente estará protegida. Será utilizada a vacina quadrivalente HPV, que confere proteção contra quatro tipos (6, 11, 16 e 18).
6. Por que a Vacinação contra o HPV na adolescência?
Estudos mostram que a vacina tem maior eficácia se for administrada em adolescentes que ainda não foram expostas ao vírus, pois, nessa idade, há maior produção de anticorpos contra o HPV que estão incluídos na vacina.
7. Estatísticas sobre o HPV
100 países já utilizam a vacina HPV.
180 milhões de doses já foram aplicadas desde 2006.
5 milhões de meninas no Brasil foram vacinadas em 2014.
70% dos casos de câncer do colo de útero.
15 mil casos de câncer do colo de útero no Brasil.
5 mil óbitos de câncer do colo de útero no Brasil
8. Posso ter alguma reação depois de tomar a vacina HPV?
A (Vacinação contra o HPV) vacina HPV é uma vacina muito segura, desenvolvida por engenharia genética. Pode, raramente, ocasionar reações como dor, inchaço e vermelhidão no local da aplicação. Ocasionalmente, podem ocorrer dor de cabeça, mal estar e desmaios (síncope), que são relacionados à ansiedade ou ao medo da aplicação da vacina – reação mais comumente apresentada em adolescentes. O importante é que, depois, todas ficam bem. A síncope mais frequente é a síncope vasovagal, comum em pessoas com alguma particularidade emocional, geralmente desencadeado por dor intensa, medo da injeção ou um choque emocional súbito, por exemplo. Até o momento, não há conhecimento de nenhum efeito colateral grave relacionado à Vacinação contra o HPV.
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