Habilidades Socioemocionais: O Poder que a Escola Prisma Cultiva para a Vida do Seu Filho

Habilidades Socioemocionais: O Poder que a Escola Prisma Cultiva para a Vida do Seu Filho

Habilidades Socioemocionais: O Poder que a Escola Prisma Cultiva para a Vida do Seu Filho! | Muito além do acadêmico: descubra como o Método Montessori e nossa abordagem única preparam as crianças para um futuro de sucesso, resiliência e empatia.

Em um mundo cada vez mais complexo e em constante transformação, o sucesso de nossos filhos não se mede apenas por notas em provas ou acúmulo de conhecimento. As habilidades socioemocionais – como a capacidade de lidar com emoções, resolver conflitos, trabalhar em equipe e ter empatia – emergiram como o verdadeiro superpoder para uma vida plena, feliz e bem-sucedida.

Na Escola Prisma, em Juazeiro da Bahia e Petrolina-PE, entendemos essa verdade desde a nossa fundação. Há mais de 30 anos, nossa proposta pedagógica, fundamentada no Método Montessori, vai muito além do ensino tradicional. Cultivamos um ambiente onde o desenvolvimento acadêmico caminha lado a lado com a formação do caráter, da resiliência e da inteligência emocional.

O Que São Habilidades Socioemocionais e Por Que Elas São Cruciais?

Habilidades socioemocionais são um conjunto de competências que nos permitem compreender e gerenciar nossas próprias emoções, estabelecer e manter relacionamentos saudáveis, tomar decisões responsáveis e lidar de forma eficaz com os desafios da vida. Elas incluem:

  • Autoconsciência: Reconhecer as próprias emoções e pontos fortes.
  • Autogestão: Lidar com o estresse, controlar impulsos, ter disciplina e persistir.
  • Consciência Social: Ter empatia, compreender diferentes perspectivas e respeitar a diversidade.
  • Habilidades de Relacionamento: Comunicar-se de forma eficaz, resolver conflitos e trabalhar em equipe.
  • Tomada de Decisão Responsável: Escolher caminhos que considerem o bem-estar próprio e do coletivo.

Pesquisas mostram que crianças com essas habilidades bem desenvolvidas têm maior bem-estar, melhor desempenho acadêmico, mais sucesso profissional e relacionamentos mais ricos ao longo da vida.

Como a Escola Prisma Cultiva Essas Habilidades, no Coração do Método Montessori

Na Escola Prisma, não ensinamos habilidades socioemocionais em uma aula isolada; elas são tecidas na trama do nosso dia a dia, em cada interação e atividade. O Método Montessori é, por sua própria essência, um terreno fértil para esse desenvolvimento:

  1. Autonomia e Autogestão:
    • No ambiente preparado Montessori, a criança tem a liberdade de escolha de suas atividades. Essa liberdade, com limites claros, ensina a tomar decisões, a ser responsável pelas próprias escolhas e a persistir diante de desafios. A autoeducação inerente ao método desenvolve a disciplina com liberdade.
  2. Respeito e Consciência Social:
    • Nossas classes agrupadas (com crianças de diferentes idades) são laboratórios sociais. Os mais velhos ajudam os mais novos, e vice-versa. Isso fomenta a empatia, o respeito às diferenças, a solidariedade e a capacidade de observar e aprender com o outro. É um exercício diário de vida em comunidade.
  3. Resolução de Conflitos e Colaboração:
    • Em um ambiente onde a livre escolha e a interação são valorizadas, surgem naturalmente oportunidades para as crianças negociarem, compartilharem e resolverem pequenos conflitos de forma pacífica. Os professores atuam como guias, auxiliando na mediação e no desenvolvimento de estratégias construtivas para lidar com desentendimentos.
  4. Comunicação Efetiva:
    • Ao apresentar seus trabalhos, interagir com colegas e professores e participar de atividades em grupo, as crianças desenvolvem sua capacidade de expressar ideias, ouvir ativamente e se comunicar de forma clara e respeitosa.
  5. Acolhimento Personalizado:
    • Nosso processo de escuta atenta e acolhimento personalizado garante que cada criança se sinta segura e valorizada. Um aluno que se sente acolhido e compreendido tem mais confiança para expressar suas emoções e desenvolver suas habilidades sociais. A parceria com a família é crucial nesse processo, criando uma rede de apoio que potencializa o desenvolvimento socioemocional.

Um Futuro Brilhante Se Constrói Com Superpoderes Emocionais

Investir na educação do seu filho é investir em seu futuro completo. Na Escola Prisma, em Juazeiro-BA e Petrolina-PE, estamos comprometidos em formar não apenas bons alunos, mas indivíduos autônomos, resilientes, empáticos e preparados para os desafios do século XXI.

As habilidades socioemocionais são o motor para o sucesso acadêmico, profissional e, mais importante, para uma vida feliz e com propósito. Venha conhecer como cultivamos esses superpoderes em cada criança!

Agende Sua Visita e Garanta um Futuro Brilhante para Seu Filho(a)!

Convidamos você a vivenciar a magia da Escola Prisma. Agende uma visita à nossa unidade em Juazeiro da Bahia. É a oportunidade perfeita para:

  • Conhecer nossa equipe dedicada e apaixonada.
  • Explorar nossas instalações e os ambientes preparados.
  • Descobrir de perto por que somos a escolha certa para a educação do seu filho(a).

Acreditamos que cada criança é única, e estamos comprometidos em ajudá-las a alcançar seu pleno potencial. Não deixe para depois: dê a seu filho(a) o presente de uma educação transformadora!

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NOSSO PROPÓSITO, MISSÃO, VISÃO E VALORES

Como falar com crianças sobre o novo coronavírus (Covid-19)

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Oito dicas para ajudar a confortar e proteger as crianças

É fácil sentir-se desnorteado(a) por tudo o que você está ouvindo sobre a doença do coronavírus 2019 (Covid-19) no momento. Também é compreensível que suas crianças também estejam ansiosas. É possível que as crianças achem difícil entender o que estão vendo online ou na TV – ou ouvindo de outras pessoas –, então, elas podem estar particularmente vulneráveis a sentimentos de ansiedade, estresse e tristeza. Mas ter uma conversa aberta e cuidadosa com suas crianças pode ajudá-las a entender, lidar e até dar uma contribuição positiva para os outros.

Faça perguntas abertamente e ouça a criança

Comece convidando a criança a falar sobre o assunto. Descubra o quanto ela já sabe e siga a partir daí. Se ela é muito nova e ainda não ouviu falar sobre o surto, talvez você não precise levantar a questão – apenas aproveite a oportunidade para lembrá-la sobre boas práticas de higiene sem introduzir novos medos.

Verifique se você está em um ambiente seguro e permita que ela fale livremente. Desenhos, histórias e outras atividades podem ajudar a começar uma conversa.

Mais importante ainda, não minimize ou se esquive das preocupações da criança. Assegure-se de reconhecer os sentimentos dela e lhe garantir que é natural sentir medo dessas coisas. Demonstre que está ouvindo, prestando toda a atenção ao que ela fala e tenha certeza de que ela entende que pode conversar com você e seus professores sempre que quiser.

Seja honesto(a): explique a verdade de uma forma que a criança entenda

As crianças têm direito a informações verdadeiras sobre o que está acontecendo no mundo, mas os adultos também têm a responsabilidade de mantê-las protegidas dos problemas. Use uma linguagem apropriada para a idade, observe suas reações e seja sensível ao seu nível de ansiedade.

Se você não sabe responder às perguntas delas, não invente. Use isso como uma oportunidade para explorar as respostas juntos. Sites de organizações internacionais como o UNICEF e a Organização Mundial da Saúde são ótimas fontes de informação. Explique que algumas informações online não são precisas e que é melhor confiar nos especialistas.

Mostre à criança como proteger ela mesma e seus amigos

Uma das melhores maneiras de manter as crianças protegidas contra o coronavírus e outras doenças é simplesmente incentivar a lavagem regular das mãos. Não precisa ser uma conversa assustadora. Cante junto com a Galinha Pintadinha ou com o Palavra Cantada, ou siga esta dança para tornar o aprendizado divertido:

https://www.facebook.com/watch/?v=613356772555691

Você também pode mostrar às crianças como cobrir o nariz e a boca com o cotovelo flexionado ao tossir ou espirrar, explicar que é melhor não ficar muito perto das pessoas que apresentem esses sintomas. E pedir, ainda, para que digam a você se começarem a sentir mal-estar, como dores no corpo, corpo quente, fraqueza, tremedeira, podem ser sintomas de febre, e se estiverem com tosse ou dificuldade em respirar.

Ofereça segurança

Quando vemos muitas imagens perturbadoras na TV ou online, às vezes pode parecer que a crise está ao nosso redor. As crianças podem não distinguir entre imagens na tela e sua própria realidade pessoal, e podem acreditar que estão em perigo iminente. Você pode ajudar sua criança a lidar com o estresse, criando oportunidades para ela brincar e relaxar, quando possível. Mantenha rotinas e agendas regulares o máximo possível, principalmente antes da hora de dormir, ou ajude a criar novas rotinas em um novo ambiente.

Se você estiver enfrentando um surto na sua região, lembre a suas crianças de que elas não estão propensas a contrair a doença, que a maioria das pessoas que têm coronavírus não fica muito doente e que muitos adultos estão trabalhando duro para manter sua família segura .

Se sua criança ficar doente, explique que ela deve ficar em casa (ou no hospital, se for o caso), porque é mais seguro tanto para ela quanto para seus amigos. Tranquilize-a dizendo que você sabe que é difícil (talvez assustador ou até um tédio) algumas vezes, mas que seguir as regras ajudará a manter todos em segurança.

Verifique se elas estão sendo estigmatizadas ou espalhando estigmas

O surto de coronavírus trouxe numerosos relatos de discriminação racial em todo o mundo, por isso é importante verificar se suas crianças não estão enfrentando nem contribuindo para o bullying.

Explique que o coronavírus não tem nada a ver com a aparência de alguém, sua origem ou o idioma que falam. Se elas sofreram bullying na escola, devem se sentir à vontade para contar a um adulto em quem confiam.

Lembre a suas crianças que todos merecem estar seguros na escola. O bullying está sempre errado e cada um de nós deve fazer a nossa parte para espalhar a gentileza e apoiar um ao outro.

Procure quem pode ajudar

É importante para a criança saber que as pessoas estão ajudando umas às outras com atos de bondade e generosidade.

Compartilhe histórias de profissionais da saúde, cientistas e jovens, entre outros, que estão trabalhando para interromper o surto e manter a comunidade segura. Pode ser um grande conforto saber que pessoas compassivas estão agindo.

Cuide de você

Você poderá ajudar melhor suas crianças pelo seu próprio exemplo. As crianças assimilarão a sua resposta às notícias, o que as ajudará a saber que você está calmo(a) e no controle.

Se você estiver ansioso(a) ou chateado(a), reserve um tempo para si mesmo(a) e procure outras famílias, amigos e pessoas de confiança em sua comunidade. Reserve algum tempo para fazer coisas que o(a) ajudem a relaxar e se recuperar.

Encerre as conversas com cuidado

É importante saber que não estamos deixando as crianças em perigo. À medida que a conversa termina, tente avaliar o nível de ansiedade observando a linguagem corporal, considerando se elas estão usando o tom de voz habitual e prestando à sua respiração.

Lembre a suas crianças que elas podem ter outras conversas difíceis com você a qualquer momento. Lembre-as de que você se importa, está ouvindo e está disponível sempre que elas se sentirem preocupadas.

Fonte: UNICEF

Autismo: desinformação e mitos alimentam preconceito

Autismo: desinformação e mitos alimentam preconceito

A criança diagnosticada geralmente não apresenta bom contato visual, não olha nos olhos e tem dificuldade para perceber mudanças de comportamento de grupos e de ambientes

Muitas pessoas ainda acreditam que o autismo representa uma espécie de condenação sem volta e que o diagnóstico significa uma vida sem oportunidades – e é exatamente esse tipo de desinformação e mito que alimenta o preconceito. A avaliação é do pediatra e neurologista infantil, Clay Brites.

Para o especialista, o Dia Mundial da Conscientização sobre o Autismo, lembrado nesta terça-feira (2), ajuda a sociedade a refletir melhor acerca dos avanços e, principalmente, do que ainda precisa melhorar para dar suporte amplo e transdisciplinar e esse grupo de pessoas e suas famílias. A data é reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

“Muitos casos são severos e passam essa impressão mesmo, mas a maioria, não. Ainda vemos muitos casos graves, inclusive, porque estamos assistindo a uma geração passada, em que o diagnóstico foi tardio. Espero que, com as informações recentes, a nova geração tenha outra evolução, bem mais satisfatória, e derrube muitos mitos.”

Em entrevista à Agência Brasil, Brites lembrou que o transtorno atinge 1% das crianças no mundo e leva a prejuízos na percepção e na capacidade de interação social adequada. Isso faz com que a criança com autismo perca boa parte da capacidade de interagir socialmente de forma construtiva, coerente, com reciprocidade, atenção concentrada e compartilhada.

O autismo, segundo o pediatra, também pode levar a comportamentos repetitivos e interesses excessivamente restritos a determinados objetos, contextos e até pessoas. A criança diagnosticada geralmente não apresenta bom contato visual, não olha nos olhos e tem dificuldade para perceber mudanças de comportamento de grupos e de ambientes.

“Essas crianças costumam ter reações corporais anormais frente a situações emocionais ou induzidas pelo grupo como, por exemplo, movimentos de mãos repetitivos. Elas têm muita dificuldade em conversar, só falam aquilo que lhes interessa – qualquer coisa induzida por terceiros ela simplesmente ignora, não dá continuidade.”

“Elas têm uma hiper preferência por objetos, têm distúrbios de sensibilidade, costumam ter medos inexplicáveis ou desproporcionais ao que está acontecendo”, acrescentou.

Os sintomas começam a aparecer nos primeiros três anos de vida e o ideal é que o diagnóstico seja feito o quanto antes, abrindo caminho para modelos de intervenção comportamentais ou desenvolvimentais – de preferência, abordagens que tenham fundamentação cientifica e um grande número de pesquisa com amostragem populacional significativa.

“A importância está em ajudá-los a adquirir competências suficientes e a tempo de poderem ser mais funcionais e socialmente melhores adaptados nos anos mais difíceis que se seguirão, ao adentrarem na escola ou no trabalho. Nesse processo, a intervenção precoce e a oportunidade de oferecer os melhores modelos auxilia na preservação ou até no ganho de capacidade intelectual e de linguagem social verbal e não verbal.”

Clay Brites e a esposa, a psicopedagoga Luciana Brites, são autores do livro Mentes Únicas. A proposta é colocar à disposição informações que ajudem a nortear a família, a escola, os profissionais e as instâncias de gestão e de Justiça sobre como proceder com pessoas com autismo.

Com linguagem acessível, a publicação, segundo ele, mostra que o autismo, ao contrário do que muito pensam, não é o fim de tudo e que, apesar de todas as dificuldades, o conhecimento é fator fundamental para que crianças dentro do espectro tornem-se seres humanos realizados dentro de suas particularidades. Com informações da Agência Brasil.

Fonte: Notícias ao Minuto

29 de setembro, o Dia Mundial do Coração

29 de setembro, o Dia Mundial do Coração

Setembro vermelho, 29 de setembro, o Dia Mundial do Coração

dia-mundial-do-coracaoCelebrado todo dia 29 de setembro, o Dia Mundial do Coração, o mês terá um esforço redobrado neste ano pelas ONGs e entidades médicas que apoiam o projeto “Setembro Vermelho” para espalhar informações sobre as cardiopatias, primeira causa de mortes no mundo.

Fatores de risco, estilo de vida e fatores genéticos são os principais responsáveis por esses óbitos em todo o mundo.

Um Alerta

Segundo o cardiologista Marcelo Sampaio, diretor clínico do Hospital Osvaldo Cruz, de São Paulo a prevenção é o caminho mais rápido para promover alguma mudança positiva no cenário atual.

“Países mais desenvolvidos, como França, EUA e Itália, conseguiram uma pequena redução na incidência da doença nos últimos 40 anos, entre europeus só Portugal teve aumento”.

Os hábitos alimentares dos EUA estão longe de ser os melhores, mas, ainda assim, segundo o cardiologista, ainda que mínimo, os estímulos à prática de atividades físicas e a mudança do estilo de vida têm surtido algum efeito positivo.

Campanha Siga seu Coração

No Brasil, uma das maiores ações de prevenção é a Campanha Siga seu Coração, do Instituto Lado a Lado pela Vida.

Em sua terceira edição, o movimento que integra a agenda de eventos do “Setembro Vermelho” tem neste ano a participação de 22 Estados.

“Vamos realizar intervenções em mercados municipais, estradas, empresas e locais públicos, informando sobre a importância da boa alimentação e de um estilo de vida saudável”, diz Marlene Oliveira, presidente do instituto.

SDesafio Setembro Vermelho

Entre as atividades programadas para a iniciativa, o Desafio Setembro Vermelho “Siga seu Coração”. A cada semana internautas serão convidados para um desafio nas redes sociais, como caminhar, comer uma salada antes da refeição, meditar e a semana para avaliar o IMC (Índice de Massa Corporal) e medir a pressão arterial.

O Instituto também disponibilizará em seu site a cartilha Diálogos do Coração, e convida as pessoas a usarem algo vermelho (pode ser uma peça de roupa, um batom) no dia 29 de setembro, Dia Mundial do Coração.

Veja algumas dicas de cuidados com o coração:

  • Pare de Fumar

O tabagismo aumenta a pressão arterial, fazendo com o que os vasos sanguíneos sejam lesionados e desta forma tornam um risco de infarto do miocárdio e AVC, sem contar do risco de câncer do pulmão.

  • Alimentação Saudável

Cuide da sua alimentação, faça refeições com menos gorduras saturadas, para que suas artérias não sofram com aterosclerose, outro fato que leva ao infarto e o AVC.

  • Emagreça ou Engorde

Tente ao máximo manter o seu peso ideal, se estiver com sobrepeso ou obesidade, ou mesmo abaixo do peso é importante mudar os seus hábitos alimentares.

O peso ideal ajuda a evitar diversas doenças, entre elas a pressão arterial.

  • Não Fique Parado

Sempre que puder faça algum tipo de exercício, se você não tem tempo ou ânimo para entrar na academia, pelo menos não fique sedentário, suba escadas, faça caminhadas, ande de bicicleta, faça tudo para exercitar os seus músculos, incluindo o coração.

Existem ainda outras dicas importantes, como evitar o consumo de álcool, evitar o estresse, beber muita água, dormir melhor, entre outros.

Fonte: RCM


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Benefícios do esporte no desenvolvimento infantil

Benefícios do esporte no desenvolvimento infantil

É fato que a prática de esportes, de forma equilibrada e respeitando os limites, é benéfica para o desenvolvimento infantil e estimula bons hábitos por toda a vida. É importante que a criança goste do esporte e se divirta com a atividade que escolher.

No início, é normal que a escolha se dê pela influência de amigos, pais e familiares, meio de comunicação ou escola, mas de qualquer maneira, é importante que o esporte seja introduzido na vida das crianças de forma gradual.

Benefícios do esporte no desenvolvimento infantil

benefícios do esporteEntre os 04 a 06 anos de idade, é indicado que a criança tenha contato com o esporte como se fosse uma brincadeira. A criança deve aprender a saltar, pular, correr, praticar atividades físicas em grupo, sem compromissos. Nessa idade não há uma obrigação em aprender técnicas específicas, experimentando várias modalidades esportivas.

Próximo dos 08 anos é adequado deixar a criança escolher naturalmente o esporte de maior afinidade, considerando suas habilidades, preferencias e desejos.

Benefícios do esporte:

O esporte ajuda de diversas formas no desenvolvimento das crianças. Abaixo alguns dos principais benefícios do esporte gerados pela prática esportiva:

1 – Auxilia crianças com problemas de relacionamento a fazer amigos e ingressar na sociedade;

2 – Favorece no crescimento, fortalecimento dos ossos, enrijecimento da musculatura;

2 – Superar vergonha, timidez e controlar ansiedade;

3 – Ser menos individualista, por praticar atividades com outras crianças;

4 – Conhecer seu corpo e corrigir possíveis diferenças;

5 – Conhecer e seguir regras;

6 – Melhorar a coordenação psicomotora, dominando movimentos;

7 – Potencializar bons hábitos;

8 – Estimular a saúde e higiene;

9 – Ter responsabilidade e compromissos.

Ausência de esporte:

O sedentarismo na vida da criança aumenta o risco de problemas de saúde que têm início na infância como doenças crônicas. Para evitar problemas de saúde e outros males é importante incentivar a prática esportiva desde cedo.

Fonte: Escolinha do Guga

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Cadeiras de Segurança para Crianças

Cadeiras de Segurança para Crianças

O cinto de segurança foi desenvolvido para o adulto, com no mínimo 1,45m de altura, portanto não são dispositivos de segurança para as crianças, daí a existência das cadeiras de segurança cujo objetivo é mantê-las seguramente fixas no banco do veículo, e reduzir a incidência e gravidade que a força do impacto gera no corpo humano em colisões, freadas bruscas e violentas, capotamentos, etc.

Educação para o Trânsito, Cadeiras de segurança para crianças

A eficiência está na qualidade das cadeirinhas, que devem ser aferidas de acordo com as normas técnicas regidas em nosso país, possuírem selo de qualidade do INMETRO – Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial, e estarem corretamente presas ao banco do veículo pelo cinto de segurança, seguindo as instruções do manual da cadeira de segurança.

Quando importadas, o manual de instruções deve ser traduzido para o nosso idioma, isto é lei.

Importante saber também que não é seguro utilizar uma cadeira de segurança que já tenha sido envolvida em um acidente.

cadeiras de segurança para criançasA criança deve ser atada ao sistema de fitas de contenção da cadeira, sem estar envolvida por mantas, cobertores, roupas grossas nem em cima de almofadas. Se estiver frio devemos colocar mantas ou cobertores por cima, depois que ela estiver corretamente atada a cadeira.

Se o veículo for dotado de air-bag para os passageiros do banco de trás, entre em contato com o fabricante do veículo a fim de obter informações seguras para desativar este dispositivo onde a cadeira for ser instalada, e faça isto na concessionária ou com um profissional com reconhecido conhecimento específico. Não se faz liquidação de segurança e desconfie de quem faz isto ou promete serviços baratos.

  • Tipos de assentos de segurança, como Cadeiras de Segurança para Crianças

Bebê-conforto: Desde o nascimento até 13 quilos ou 1 ano de idade conforme recomendação do fabricante, constituem a forma adequada à anatomia dos pequenos, mantendo-os na posição semi-ereta, impedindo fraturas de coluna e crânio por possuírem anteparos de proteção para a cabeça e pescoço, para que os bebês permaneçam confortavelmente seguros e fixos nas freadas, turbulências provocadas por buracos ou outras irregularidades na pista e é claro, nos acidentes.

Seguindo o manual de instruções, a Cadeiras de Segurança para Crianças pode ser fixado no centro do banco traseiro, ou no lado direito do passageiro preferencialmente no cinto de três pontos, de costas para o movimento.

Assentos conversíveis: São adaptados para o uso desde os primeiros anos de vida até a fase pré-escolar, porque ela é readaptada a altura na medida que a criança cresce. Devem ser fixados conforme a indicação do bebê-conforto (vide instrução acima), depois, devem ser convertidos para a cadeirinha, sentados de frente para o movimento, fixando-as no banco de trás, com as alças ajustadas aos ombros.

Estes assentos devem ser utilizados até que a altura das orelhas da criança atinjam o topo das costas do assento ou os ombros se tornem muito largos para o encosto, ou quando ainda as tiras de contenção estiverem totalmente estendidas.

Cadeiras de Segurança para Crianças: Entre 1 e 4 anos de idade, (mais ou menos entre treze e dezoito quilos) devem estar fixos pelo cinto de segurança do banco traseiro e de frente para o painel, protegem a cabeça e o tronco, podem possuir fitas de contenção de cinco pontos ou anteparos em forma de T ou de concha. Não é seguro para crianças com menos de um ano de idade.

Assento de elevação ou booster: Para crianças entre 4 e 7 anos e meio, são utilizados quando a criança ultrapassa os limites de tamanho para a utilização dos assentos de segurança, mas ainda não possuem altura para utilizarem a cinta do ombro do cinto de três pontos do veículo. Quando o veículo possuir cinto de três pontos no banco de trás, dar preferência para este modelo.

  • Considerações para o uso do assento tipo Cadeiras de Segurança para Crianças

Bebês e crianças jamais devem ser transportadas no colo. Além de ser projetada para frente numa colisão, sofrerá esmagamento pelo peso do corpo do adulto, pois, no momento do acidente, a força com que a criança e o adulto são projetados é muito grande, impossível para uma pessoa segurá-la.

  • Numa colisão a 50 km/h, uma criança de 4,5 kg equivale a uma força de 150 kg contra os braços que a seguram.

Mesmo em curtos trajetos é comum que as crianças durmam, se fizerem isto deitadas no banco, elas não estão seguras. Alguns adultos instruem a criança para que ela deite presa ao cinto com as tiras esticadas, fazendo isto este dispositivo deixará de ser seguro e mesmo em impactos as freadas pequenas mas bruscas ela sofrerá lesões e mesmo morte.

O cinto somente é seguro quando utilizado corretamente, e voltando ao soninho das crianças, elas dormirão seguras e com muito mais conforto sentadas nas cadeiras especiais.

É muito perigoso levar crianças no bagageiro interno, esse compartimento é projetado visando absorver choques decorrentes da força do impacto, que deforma facilmente a parte de trás da carroceria, não oferecendo proteção alguma para quem estiver lá, além do que, podem ser projetadas para fora do veículo durante o acidente.

  • Cadeiras de segurança para crianças, velocidade e desaceleração dos órgãos

O uso das cadeiras de segurança para crianças não impede que o acidente ocorra, elas apenas amenizam as consequências dele nas crianças. Portanto, não conduza em alta velocidade, mantenha distância do veículo da frente, somente mude de faixa e ultrapasse se a sinalização permitir e faça isto após certificar-se que é realmente seguro, sem esquecer de sinalizar antecipadamente estas intenções, se adapte as condições adversas.

Também, mesmo que a sinalização der a preferência em cruzamentos, antecipadamente sinalize com a luz de freio para avisar o condutor de trás e reduza levemente a velocidade e certifique-se da segurança para seguir em frente ou realizar conversões para a direita ou esquerda. O motivo deste alerta é a desaceleração dos órgãos humanos, que veremos em detalhes a seguir.

Inércia: propriedade Física da matéria que determina: se um corpo está no movimento estático (parado, repouso), permanece neste estado de movimento. Se está em movimento dinâmico (movimento), permanece neste estado no sentido reto, se não for submetido a nenhuma ação.

Ou seja, esta lei da Física determina que os corpos permaneçam no estado de movimento que estão, a não ser que uma força exerça uma ação modificando (“princípio formulado por Galileu, posteriormente confirmado por Newton, chamado: 1ª lei de Newton ou Princípio da Inércia. “Todo corpo permanece em seu estado de repouso ou de movimento uniforme em linha reta, a menos que seja obrigado a mudar seu estado por forças impressas a ele.”).

Podemos observar isto quando estamos em pé dentro de um ônibus, assim que o motorista coloca o veículo em movimento, os passageiros tendem a deslocar-se para trás, o corpo quer permanecer no estado de movimento estático. Quando o motorista pára ou freia, os passageiros deslocam-se para frente.

Quando o condutor faz uma curva ele e os passageiros têm a impressão de estarem sendo jogados para fora da curva. Na realidade os corpos estão tentando manter-se em sua trajetória em linha reta, e o veículo tentando-os virar, mas quem está sob a ação da inércia é o veículo.

Desaceleração dos órgãos humanos: também chamadas lesões ocultas ou potenciais, isto acontece nos acidentes de trânsito quando o veículo está em alta velocidade e colide, nosso corpo é parado abruptamente e os órgãos continuam em inércia, rompendo suas estruturas de fixação e eles mesmos.

Por exemplo: num impacto o cérebro, olhos, coração, pulmões, fígado, baço, rins, bexiga, etc., continuam o deslocamento para o sentido que o corpo foi projetado, até colidirem com as partes internas das cavidades em que se situam, gerando destruição de seus tecidos.

Outra maneira de esclarecer este aspecto é a Cinemática do Trauma, ou seja, uma colisão na realidade representa três colisões. A primeira do veículo com o objeto. A segunda é a pessoa com o interior do veículo. A terceira é a colisão dos órgãos com as paredes internas do nosso corpo. Em nossos olhos ocorre o deslocamento da retina.

Com isto concluímos que os dispositivos de segurança que usamos quando estamos dentro do veículo e o capacete, são potenciais aliados para depois de um acidente continuarmos vivos e com o menor número de lesões possíveis. Mas isto não vai acontecer só quando o impacto ocorrer em altas velocidades e desobediência das regras de circulação.

Fonte:

DELIBERADOR, Ana Maria Ribeiro. Humanização no trânsito. Curitiba: DETRAN-PR, 1990.

JORNAL ASSOCIAÇÃO MÉDICA. A mulher e o cinto de segurança. autora Ana Maria K. S. Szymanski. Cascavel – Paraná, ano V, n.º 39, abril 1995, p 11.

Lei 9.503, de 23/09/1997 – CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO.

MANUAL DO MOTORISTA, Editora Trânsito e Veículos Ltda, Belo Horizonte – MG. 1998.

MANUAL PARA PORTADORES DE DEFICIÊNCIAS. Programa: Sem Barreiras. Governo do Estado do Mato Grosso do Sul. DETRAN-MS, outubro de 1997.

Revista da ABRAMET – Associação Brasileira de Acidentes e Medicina de Tráfego. Air bag, características, vantagens e cuidados. Dra. Ana Maria Ker Saraiva Szymanski, n.º 17/18/19, maio-dezembro de 1996, p 15-18.

Traumatismos de crianças no tráfego. Epidemiologia e Prevenção, n.º 35, maio-junho de 2000, p 9-30.

Revista QUATRO RODAS, ano 37, n.º 449, editora Abril, São Paulo, dezembro de 1997. p 69-77.

A Educação para o Trânsito. Eliane David. Curitiba-PR, março 2003.

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