Habilidades Socioemocionais: O Poder que a Escola Prisma Cultiva para a Vida do Seu Filho! | Muito além do acadêmico: descubra como o Método Montessori e nossa abordagem única preparam as crianças para um futuro de sucesso, resiliência e empatia.
Em um mundo cada vez mais complexo e em constante transformação, o sucesso de nossos filhos não se mede apenas por notas em provas ou acúmulo de conhecimento. As habilidades socioemocionais – como a capacidade de lidar com emoções, resolver conflitos, trabalhar em equipe e ter empatia – emergiram como o verdadeiro superpoder para uma vida plena, feliz e bem-sucedida.
Na Escola Prisma, em Juazeiro da Bahia e Petrolina-PE, entendemos essa verdade desde a nossa fundação. Há mais de 30 anos, nossa proposta pedagógica, fundamentada no Método Montessori, vai muito além do ensino tradicional. Cultivamos um ambiente onde o desenvolvimento acadêmico caminha lado a lado com a formação do caráter, da resiliência e da inteligência emocional.
O Que São Habilidades Socioemocionais e Por Que Elas São Cruciais?
Habilidades socioemocionais são um conjunto de competências que nos permitem compreender e gerenciar nossas próprias emoções, estabelecer e manter relacionamentos saudáveis, tomar decisões responsáveis e lidar de forma eficaz com os desafios da vida. Elas incluem:
Autoconsciência: Reconhecer as próprias emoções e pontos fortes.
Autogestão: Lidar com o estresse, controlar impulsos, ter disciplina e persistir.
Consciência Social: Ter empatia, compreender diferentes perspectivas e respeitar a diversidade.
Habilidades de Relacionamento: Comunicar-se de forma eficaz, resolver conflitos e trabalhar em equipe.
Tomada de Decisão Responsável: Escolher caminhos que considerem o bem-estar próprio e do coletivo.
Pesquisas mostram que crianças com essas habilidades bem desenvolvidas têm maior bem-estar, melhor desempenho acadêmico, mais sucesso profissional e relacionamentos mais ricos ao longo da vida.
Como a Escola Prisma Cultiva Essas Habilidades, no Coração do Método Montessori
Na Escola Prisma, não ensinamos habilidades socioemocionais em uma aula isolada; elas são tecidas na trama do nosso dia a dia, em cada interação e atividade. O Método Montessori é, por sua própria essência, um terreno fértil para esse desenvolvimento:
Autonomia e Autogestão:
No ambiente preparado Montessori, a criança tem a liberdade de escolha de suas atividades. Essa liberdade, com limites claros, ensina a tomar decisões, a ser responsável pelas próprias escolhas e a persistir diante de desafios. A autoeducação inerente ao método desenvolve a disciplina com liberdade.
Respeito e Consciência Social:
Nossas classes agrupadas (com crianças de diferentes idades) são laboratórios sociais. Os mais velhos ajudam os mais novos, e vice-versa. Isso fomenta a empatia, o respeito às diferenças, a solidariedade e a capacidade de observar e aprender com o outro. É um exercício diário de vida em comunidade.
Resolução de Conflitos e Colaboração:
Em um ambiente onde a livre escolha e a interação são valorizadas, surgem naturalmente oportunidades para as crianças negociarem, compartilharem e resolverem pequenos conflitos de forma pacífica. Os professores atuam como guias, auxiliando na mediação e no desenvolvimento de estratégias construtivas para lidar com desentendimentos.
Comunicação Efetiva:
Ao apresentar seus trabalhos, interagir com colegas e professores e participar de atividades em grupo, as crianças desenvolvem sua capacidade de expressar ideias, ouvir ativamente e se comunicar de forma clara e respeitosa.
Acolhimento Personalizado:
Nosso processo de escuta atenta e acolhimento personalizado garante que cada criança se sinta segura e valorizada. Um aluno que se sente acolhido e compreendido tem mais confiança para expressar suas emoções e desenvolver suas habilidades sociais. A parceria com a família é crucial nesse processo, criando uma rede de apoio que potencializa o desenvolvimento socioemocional.
Um Futuro Brilhante Se Constrói Com Superpoderes Emocionais
Investir na educação do seu filho é investir em seu futuro completo. Na Escola Prisma, em Juazeiro-BA e Petrolina-PE, estamos comprometidos em formar não apenas bons alunos, mas indivíduos autônomos, resilientes, empáticos e preparados para os desafios do século XXI.
As habilidades socioemocionais são o motor para o sucesso acadêmico, profissional e, mais importante, para uma vida feliz e com propósito. Venha conhecer como cultivamos esses superpoderes em cada criança!
Convidamos você a vivenciar a magia da Escola Prisma. Agende uma visita à nossa unidade em Juazeiro da Bahia. É a oportunidade perfeita para:
Conhecer nossa equipe dedicada e apaixonada.
Explorar nossas instalações e os ambientes preparados.
Descobrir de perto por que somos a escolha certa para a educação do seu filho(a).
Acreditamos que cada criança é única, e estamos comprometidos em ajudá-las a alcançar seu pleno potencial. Não deixe para depois: dê a seu filho(a) o presente de uma educação transformadora!
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Oito dicas para ajudar a confortar e proteger as crianças
É fácil sentir-se desnorteado(a) por tudo o que você está ouvindo sobre a doença do coronavírus 2019 (Covid-19) no momento. Também é compreensível que suas crianças também estejam ansiosas. É possível que as crianças achem difícil entender o que estão vendo online ou na TV – ou ouvindo de outras pessoas –, então, elas podem estar particularmente vulneráveis a sentimentos de ansiedade, estresse e tristeza. Mas ter uma conversa aberta e cuidadosa com suas crianças pode ajudá-las a entender, lidar e até dar uma contribuição positiva para os outros.
Faça perguntas abertamente e ouça a criança
Comece convidando a criança a falar sobre o assunto. Descubra o quanto ela já sabe e siga a partir daí. Se ela é muito nova e ainda não ouviu falar sobre o surto, talvez você não precise levantar a questão – apenas aproveite a oportunidade para lembrá-la sobre boas práticas de higiene sem introduzir novos medos.
Verifique se você está em um ambiente seguro e permita que ela fale livremente. Desenhos, histórias e outras atividades podem ajudar a começar uma conversa.
Mais importante ainda, não minimize ou se esquive das preocupações da criança. Assegure-se de reconhecer os sentimentos dela e lhe garantir que é natural sentir medo dessas coisas. Demonstre que está ouvindo, prestando toda a atenção ao que ela fala e tenha certeza de que ela entende que pode conversar com você e seus professores sempre que quiser.
Seja honesto(a): explique a verdade de uma forma que a criança entenda
As crianças têm direito a informações verdadeiras sobre o que está acontecendo no mundo, mas os adultos também têm a responsabilidade de mantê-las protegidas dos problemas. Use uma linguagem apropriada para a idade, observe suas reações e seja sensível ao seu nível de ansiedade.
Se você não sabe responder às perguntas delas, não invente. Use isso como uma oportunidade para explorar as respostas juntos. Sites de organizações internacionais como o UNICEF e a Organização Mundial da Saúde são ótimas fontes de informação. Explique que algumas informações online não são precisas e que é melhor confiar nos especialistas.
Mostre à criança como proteger ela mesma e seus amigos
Uma das melhores maneiras de manter as crianças protegidas contra o coronavírus e outras doenças é simplesmente incentivar a lavagem regular das mãos. Não precisa ser uma conversa assustadora. Cante junto com a Galinha Pintadinha ou com o Palavra Cantada, ou siga esta dança para tornar o aprendizado divertido:
https://www.facebook.com/watch/?v=613356772555691
Você também pode mostrar às crianças como cobrir o nariz e a boca com o cotovelo flexionado ao tossir ou espirrar, explicar que é melhor não ficar muito perto das pessoas que apresentem esses sintomas. E pedir, ainda, para que digam a você se começarem a sentir mal-estar, como dores no corpo, corpo quente, fraqueza, tremedeira, podem ser sintomas de febre, e se estiverem com tosse ou dificuldade em respirar.
Ofereça segurança
Quando vemos muitas imagens perturbadoras na TV ou online, às vezes pode parecer que a crise está ao nosso redor. As crianças podem não distinguir entre imagens na tela e sua própria realidade pessoal, e podem acreditar que estão em perigo iminente. Você pode ajudar sua criança a lidar com o estresse, criando oportunidades para ela brincar e relaxar, quando possível. Mantenha rotinas e agendas regulares o máximo possível, principalmente antes da hora de dormir, ou ajude a criar novas rotinas em um novo ambiente.
Se você estiver enfrentando um surto na sua região, lembre a suas crianças de que elas não estão propensas a contrair a doença, que a maioria das pessoas que têm coronavírus não fica muito doente e que muitos adultos estão trabalhando duro para manter sua família segura .
Se sua criança ficar doente, explique que ela deve ficar em casa (ou no hospital, se for o caso), porque é mais seguro tanto para ela quanto para seus amigos. Tranquilize-a dizendo que você sabe que é difícil (talvez assustador ou até um tédio) algumas vezes, mas que seguir as regras ajudará a manter todos em segurança.
Verifique se elas estão sendo estigmatizadas ou espalhando estigmas
O surto de coronavírus trouxe numerosos relatos de discriminação racial em todo o mundo, por isso é importante verificar se suas crianças não estão enfrentando nem contribuindo para o bullying.
Explique que o coronavírus não tem nada a ver com a aparência de alguém, sua origem ou o idioma que falam. Se elas sofreram bullying na escola, devem se sentir à vontade para contar a um adulto em quem confiam.
Lembre a suas crianças que todos merecem estar seguros na escola. O bullying está sempre errado e cada um de nós deve fazer a nossa parte para espalhar a gentileza e apoiar um ao outro.
Procure quem pode ajudar
É importante para a criança saber que as pessoas estão ajudando umas às outras com atos de bondade e generosidade.
Compartilhe histórias de profissionais da saúde, cientistas e jovens, entre outros, que estão trabalhando para interromper o surto e manter a comunidade segura. Pode ser um grande conforto saber que pessoas compassivas estão agindo.
Cuide de você
Você poderá ajudar melhor suas crianças pelo seu próprio exemplo. As crianças assimilarão a sua resposta às notícias, o que as ajudará a saber que você está calmo(a) e no controle.
Se você estiver ansioso(a) ou chateado(a), reserve um tempo para si mesmo(a) e procure outras famílias, amigos e pessoas de confiança em sua comunidade. Reserve algum tempo para fazer coisas que o(a) ajudem a relaxar e se recuperar.
Encerre as conversas com cuidado
É importante saber que não estamos deixando as crianças em perigo. À medida que a conversa termina, tente avaliar o nível de ansiedade observando a linguagem corporal, considerando se elas estão usando o tom de voz habitual e prestando à sua respiração.
Lembre a suas crianças que elas podem ter outras conversas difíceis com você a qualquer momento. Lembre-as de que você se importa, está ouvindo e está disponível sempre que elas se sentirem preocupadas.
A criança diagnosticada geralmente não apresenta bom contato visual, não olha nos olhos e tem dificuldade para perceber mudanças de comportamento de grupos e de ambientes
Muitas pessoas ainda acreditam que o autismo representa uma espécie de condenação sem volta e que o diagnóstico significa uma vida sem oportunidades – e é exatamente esse tipo de desinformação e mito que alimenta o preconceito. A avaliação é do pediatra e neurologista infantil, Clay Brites.
Para o especialista, o Dia Mundial da Conscientização sobre o Autismo, lembrado nesta terça-feira (2), ajuda a sociedade a refletir melhor acerca dos avanços e, principalmente, do que ainda precisa melhorar para dar suporte amplo e transdisciplinar e esse grupo de pessoas e suas famílias. A data é reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
“Muitos casos são severos e passam essa impressão mesmo, mas a maioria, não. Ainda vemos muitos casos graves, inclusive, porque estamos assistindo a uma geração passada, em que o diagnóstico foi tardio. Espero que, com as informações recentes, a nova geração tenha outra evolução, bem mais satisfatória, e derrube muitos mitos.”
Em entrevista à Agência Brasil, Brites lembrou que o transtorno atinge 1% das crianças no mundo e leva a prejuízos na percepção e na capacidade de interação social adequada. Isso faz com que a criança com autismo perca boa parte da capacidade de interagir socialmente de forma construtiva, coerente, com reciprocidade, atenção concentrada e compartilhada.
O autismo, segundo o pediatra, também pode levar a comportamentos repetitivos e interesses excessivamente restritos a determinados objetos, contextos e até pessoas. A criança diagnosticada geralmente não apresenta bom contato visual, não olha nos olhos e tem dificuldade para perceber mudanças de comportamento de grupos e de ambientes.
“Essas crianças costumam ter reações corporais anormais frente a situações emocionais ou induzidas pelo grupo como, por exemplo, movimentos de mãos repetitivos. Elas têm muita dificuldade em conversar, só falam aquilo que lhes interessa – qualquer coisa induzida por terceiros ela simplesmente ignora, não dá continuidade.”
“Elas têm uma hiper preferência por objetos, têm distúrbios de sensibilidade, costumam ter medos inexplicáveis ou desproporcionais ao que está acontecendo”, acrescentou.
Os sintomas começam a aparecer nos primeiros três anos de vida e o ideal é que o diagnóstico seja feito o quanto antes, abrindo caminho para modelos de intervenção comportamentais ou desenvolvimentais – de preferência, abordagens que tenham fundamentação cientifica e um grande número de pesquisa com amostragem populacional significativa.
“A importância está em ajudá-los a adquirir competências suficientes e a tempo de poderem ser mais funcionais e socialmente melhores adaptados nos anos mais difíceis que se seguirão, ao adentrarem na escola ou no trabalho. Nesse processo, a intervenção precoce e a oportunidade de oferecer os melhores modelos auxilia na preservação ou até no ganho de capacidade intelectual e de linguagem social verbal e não verbal.”
Clay Brites e a esposa, a psicopedagoga Luciana Brites, são autores do livro Mentes Únicas. A proposta é colocar à disposição informações que ajudem a nortear a família, a escola, os profissionais e as instâncias de gestão e de Justiça sobre como proceder com pessoas com autismo.
Com linguagem acessível, a publicação, segundo ele, mostra que o autismo, ao contrário do que muito pensam, não é o fim de tudo e que, apesar de todas as dificuldades, o conhecimento é fator fundamental para que crianças dentro do espectro tornem-se seres humanos realizados dentro de suas particularidades. Com informações da Agência Brasil.
O Departamento Científico (DC) de Nutrologia Pediátrica da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) elaborou um pequeno questionário para ajudar médicos e pacientes a entenderem as questões ligadas à intolerância à lactose, ou seja, a incapacidade do organismo de absorver adequadamente um dos carboidratos presente no leite (lactose).
A forma correta de tratar o problema costuma causar muitas dúvidas entre os pais. Para ajudar a sociedade a ter uma melhor compreensão sobre o tema a dra.
Jocemara Gurmini, membro do DC, preparou 10 perguntas e respostas mais frequentes sobre o tema. A seguir, o leitor encontrará orientações gerais sobre o transtorno, que podem ser muito úteis.
No caso dos bebês, alergia ao leite e intolerância à lactose são a mesma coisa?
A alergia ao leite de vaca e a intolerância à lactose são enfermidades diferentes. Na intolerância à lactose estamos falando sobre um carboidrato (lactose) que não provoca reações alérgicas, mas que por não ser absorvido de forma adequada é processado pelas bactérias intestinais formando gases e causando sintomas de desconforto abdominal, cólicas, distensão, flatulência, evacuações amolecidas, às vezes explosivas, e dermatite perineal.
A alergia ao leite envolve a proteína, que, neste caso, ultrapassa a barreira mucosa do intestino delgado e chega à corrente sanguínea. Fenômenos alérgicos variados podem ocorrer, como sintomas digestivos (evacuações amolecidas, sangue nas fezes, vômitos, baixo ganho de peso) ou reações em outros aparelhos e sistemas (urticária, eczema ou, em casos mais graves, choque anafilático).
Em que idade costuma aparecer os sintomas da intolerância?
A intolerância à lactose pode ser primária, como a deficiência do prematuro; a congênita (rara); e a do tipo adulto ou ontogenética. A intolerância à lactose secundária ocorre devido a algumas doenças que levam a alterações na mucosa intestinal, alterando o tamanho das vilosidades, área onde a lactase (enzima que digere a lactose) é produzida.
Tal fato pode ocorrer na doença celíaca, enterite infecciosa, desnutrição, entre outras. Outro dado importante refere-se ao fato de ser a intolerância à lactose dose-dependente, isto é, talvez pequenos volumes de leite ou derivados sejam bem tolerados.
Algumas crianças toleram 1 a 2 copos de leite ao dia sem presença de sintomas. A ingestão concomitante de sólidos aumenta o tempo de esvaziamento gástrico e o trânsito intestinal, permitindo maior tempo de ação da lactose endógena.
Assim, cuide para ter uma ingestão adequada de cálcio ou, caso necessário, suplementação medicamentosa. Já na alergia, um pequeno volume já é o suficiente para os sintomas aparecerem.
Quais são os sintomas em adultos e em crianças? São os mesmos?
A quantidade de lactose necessária para desencadear os sintomas varia de indivíduo para indivíduo, dependendo da porção de lactose ingerida, do grau de deficiência de lactase e do tipo de alimento com o qual a lactose foi ingerida.
Os principais sintomas são: dor abdominal, borborigmo, distensão abdominal, flatulência, diarreia aquosa explosiva, dermatite perianal, podem ocorrer desidratação e acidose metabólica em caso mais graves.
Como descobrir se a criança desenvolveu intolerância? Quando devemos levá-la ao médico?
Procure avaliação médica nos casos de sintomas acima citados antes de iniciar uma dieta sem leite e derivados. Lembre-se que indivíduos com uma dieta pobre em leite e derivados e sem a substituição ou complementação adequada estão mais predispostos a desenvolverem uma mineralização óssea inadequada.
Caso a criança seja alérgica ou tenha intolerância, como deve ser a dieta? O que pode substituir o leite? Quais cuidados devem ser tomados?
Na alergia ao leite de vaca é necessária dieta sem leite e derivados com atenção especial aos rótulos, pois o leite pode vir com outro nome, como: leite em pó, leite desnatado, leite fluído, composto lácteo, caseína, caseinato, lactoalbumina, lactoglobulina, lactulose, lactose, proteínas do soro, soro de leite, whey protein.
Atenção também para medicamentos e cosméticos. Na alergia ao leite não consuma alimentos que contenham queijo, iogurte, manteiga, creme de leite, leite integral, leite desnatado, leite em pó, leite condensado, produtos preparados com leite e com derivados.
Também evite produtos com aroma de queijo, sabor artificial de manteiga, sabor caramelo, sabor creme de coco, sabor de açúcar queimado.
A criança que está sendo amamentada deve ser mantida com leite materno e a mãe fará a dieta, em caso do uso de fórmula infantil, esta será substituída por formulação especial com proteína hidrolisada ou aminoácidos.
É genético?
A primeira descrição de intolerância à lactose foi feita por Hipócrates 400 a.C. e a redução da atividade da lactase ocorre com maior frequência em alguns grupos étnicos (por exemplo: esquimós, judeus, orientais, indianos, negros) que perdem progressivamente a atividade enzimática.
Sua prevalência pode variar de 10% a 90%, dependendo da etnia considerada. Postula-se que esta variação na prevalência seja decorrente da seleção natural ocorrida em povos criadores de gado leiteiro domesticado, consumidores de leite e seus derivados na dieta, com a aquisição de um traço genético dominante que perpetua a atividade da lactase após o desmame, selecionando indivíduos geneticamente habilitados a digerir a lactose.
Nestes casos, ocorre a persistência de um “gene regulador”, recentemente sequenciado e localizado no cromossomo 2 (2q21), que não permite a supressão da síntese de lactase no tempo programado. Apesar desta descoberta, testes genéticos não tem função diagnóstica de intolerância a lactose e não influenciam no tratamento.
Existe algum meio de prevenir a alergia ou a intolerância à lactose?
Na intolerância à lactose não existem orientações de prevenção. Já na alergia alimentar, faltam evidências de que a sensibilização inicie no período intrauterino.
Até o momento, há pouca evidência de que a dieta materna durante a gestação e a lactação evitem a alergia. É importante estimular o aleitamento materno exclusivo até os seis meses de idade, e complementado até dois anos ou mais; e não retardar a introdução de alimentos sólidos e nem dos ditos “mais” alergênicos (peixe, amendoim, castanhas, ovo, etc.) visando prevenir alergias.
Não há qualquer justificativa para se retardar a introdução dos alimentos sólidos após o sexto mês de vida, sob o risco de aumento da sensibilização a antígenos alimentares e possíveis manifestações de alergias, principalmente a dermatite atópica.
Há níveis de intolerância?
A quantidade de lactose necessária para desencadear os sintomas varia de indivíduo para indivíduo, dependendo da porção de lactose ingerida, do grau de deficiência de lactase e do tipo de alimento com o qual a lactose foi ingerida.
Há tratamento? Ou é para a vida toda?
A intolerância a lactose secundária e a do prematuro são transitórias, o indivíduo volta a tolerar após um período de dieta sem o carboidrato. As demais são para toda a vida.
Há algum número de quantas pessoas no Brasil possuem intolerância a lactose?
Não há dados quanto ao número exato de indivíduos com intolerância a lactose.
Setembro vermelho, 29 de setembro, o Dia Mundial do Coração
Celebrado todo dia 29 de setembro, o Dia Mundial do Coração, o mês terá um esforço redobrado neste ano pelas ONGs e entidades médicas que apoiam o projeto “Setembro Vermelho” para espalhar informações sobre as cardiopatias, primeira causa de mortes no mundo.
Fatores de risco, estilo de vida e fatores genéticos são os principais responsáveis por esses óbitos em todo o mundo.
“Países mais desenvolvidos, como França, EUA e Itália, conseguiram uma pequena redução na incidência da doença nos últimos 40 anos, entre europeus só Portugal teve aumento”.
Os hábitos alimentares dos EUA estão longe de ser os melhores, mas, ainda assim, segundo o cardiologista, ainda que mínimo, os estímulos à prática de atividades físicas e a mudança do estilo de vida têm surtido algum efeito positivo.
Em sua terceira edição, o movimento que integra a agenda de eventos do “Setembro Vermelho” tem neste ano a participação de 22 Estados.
“Vamos realizar intervenções em mercados municipais, estradas, empresas e locais públicos, informando sobre a importância da boa alimentação e de um estilo de vida saudável”, diz Marlene Oliveira, presidente do instituto.
Entre as atividades programadas para a iniciativa, o Desafio Setembro Vermelho “Siga seu Coração”. A cada semana internautas serão convidados para um desafio nas redes sociais, como caminhar, comer uma salada antes da refeição, meditar e a semana para avaliar o IMC (Índice de Massa Corporal) e medir a pressão arterial.
O Instituto também disponibilizará em seu site a cartilha Diálogos do Coração, e convida as pessoas a usarem algo vermelho (pode ser uma peça de roupa, um batom) no dia 29 de setembro, Dia Mundial do Coração.
Veja algumas dicas de cuidados com o coração:
Pare de Fumar
O tabagismo aumenta a pressão arterial, fazendo com o que os vasos sanguíneos sejam lesionados e desta forma tornam um risco de infarto do miocárdio e AVC, sem contar do risco de câncer do pulmão.
Alimentação Saudável
Cuide da sua alimentação, faça refeições com menos gorduras saturadas, para que suas artérias não sofram com aterosclerose, outro fato que leva ao infarto e o AVC.
Emagreça ou Engorde
Tente ao máximo manter o seu peso ideal, se estiver com sobrepeso ou obesidade, ou mesmo abaixo do peso é importante mudar os seus hábitos alimentares.
O peso ideal ajuda a evitar diversas doenças, entre elas a pressão arterial.
Não Fique Parado
Sempre que puder faça algum tipo de exercício, se você não tem tempo ou ânimo para entrar na academia, pelo menos não fique sedentário, suba escadas, faça caminhadas, ande de bicicleta, faça tudo para exercitar os seus músculos, incluindo o coração.
Existem ainda outras dicas importantes, como evitar o consumo de álcool, evitar o estresse, beber muita água, dormir melhor, entre outros.
É fato que a prática de esportes, de forma equilibrada e respeitando os limites, é benéfica para o desenvolvimento infantil e estimula bons hábitos por toda a vida. É importante que a criança goste do esporte e se divirta com a atividade que escolher.
No início, é normal que a escolha se dê pela influência de amigos, pais e familiares, meio de comunicação ou escola, mas de qualquer maneira, é importante que o esporte seja introduzido na vida das crianças de forma gradual.
Benefícios do esporte no desenvolvimento infantil
Entre os 04 a 06 anos de idade, é indicado que a criança tenha contato com o esporte como se fosse uma brincadeira. A criança deve aprender a saltar, pular, correr, praticar atividades físicas em grupo, sem compromissos. Nessa idade não há uma obrigação em aprender técnicas específicas, experimentando várias modalidades esportivas.
Próximo dos 08 anos é adequado deixar a criança escolher naturalmente o esporte de maior afinidade, considerando suas habilidades, preferencias e desejos.
Benefícios do esporte:
O esporte ajuda de diversas formas no desenvolvimento das crianças. Abaixo alguns dos principais benefícios do esporte gerados pela prática esportiva:
1 – Auxilia crianças com problemas de relacionamento a fazer amigos e ingressar na sociedade;
2 – Favorece no crescimento, fortalecimento dos ossos, enrijecimento da musculatura;
2 – Superar vergonha, timidez e controlar ansiedade;
3 – Ser menos individualista, por praticar atividades com outras crianças;
4 – Conhecer seu corpo e corrigir possíveis diferenças;
5 – Conhecer e seguir regras;
6 – Melhorar a coordenação psicomotora, dominando movimentos;
7 – Potencializar bons hábitos;
8 – Estimular a saúde e higiene;
9 – Ter responsabilidade e compromissos.
Ausência de esporte:
O sedentarismo na vida da criança aumenta o risco de problemas de saúde que têm início na infância como doenças crônicas. Para evitar problemas de saúde e outros males é importante incentivar a prática esportiva desde cedo.