O cinto de segurança foi desenvolvido para o adulto, com no mínimo 1,45m de altura, portanto não são dispositivos de segurança para as crianças, daí a existência das cadeiras de segurança cujo objetivo é mantê-las seguramente fixas no banco do veículo, e reduzir a incidência e gravidade que a força do impacto gera no corpo humano em colisões, freadas bruscas e violentas, capotamentos, etc.
Educação para o Trânsito, Cadeiras de segurança para crianças
A eficiência está na qualidade das cadeirinhas, que devem ser aferidas de acordo com as normas técnicas regidas em nosso país, possuírem selo de qualidade do INMETRO – Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial, e estarem corretamente presas ao banco do veículo pelo cinto de segurança, seguindo as instruções do manual da cadeira de segurança.
Quando importadas, o manual de instruções deve ser traduzido para o nosso idioma, isto é lei.
Importante saber também que não é seguro utilizar uma cadeira de segurança que já tenha sido envolvida em um acidente.
A criança deve ser atada ao sistema de fitas de contenção da cadeira, sem estar envolvida por mantas, cobertores, roupas grossas nem em cima de almofadas. Se estiver frio devemos colocar mantas ou cobertores por cima, depois que ela estiver corretamente atada a cadeira.
Se o veículo for dotado de air-bag para os passageiros do banco de trás, entre em contato com o fabricante do veículo a fim de obter informações seguras para desativar este dispositivo onde a cadeira for ser instalada, e faça isto na concessionária ou com um profissional com reconhecido conhecimento específico. Não se faz liquidação de segurança e desconfie de quem faz isto ou promete serviços baratos.
Tipos de assentos de segurança, como Cadeiras de Segurança para Crianças
Bebê-conforto: Desde o nascimento até 13 quilos ou 1 ano de idade conforme recomendação do fabricante, constituem a forma adequada à anatomia dos pequenos, mantendo-os na posição semi-ereta, impedindo fraturas de coluna e crânio por possuírem anteparos de proteção para a cabeça e pescoço, para que os bebês permaneçam confortavelmente seguros e fixos nas freadas, turbulências provocadas por buracos ou outras irregularidades na pista e é claro, nos acidentes.
Seguindo o manual de instruções, a Cadeiras de Segurança para Crianças pode ser fixado no centro do banco traseiro, ou no lado direito do passageiro preferencialmente no cinto de três pontos, de costas para o movimento.
Assentos conversíveis: São adaptados para o uso desde os primeiros anos de vida até a fase pré-escolar, porque ela é readaptada a altura na medida que a criança cresce. Devem ser fixados conforme a indicação do bebê-conforto (vide instrução acima), depois, devem ser convertidos para a cadeirinha, sentados de frente para o movimento, fixando-as no banco de trás, com as alças ajustadas aos ombros.
Estes assentos devem ser utilizados até que a altura das orelhas da criança atinjam o topo das costas do assento ou os ombros se tornem muito largos para o encosto, ou quando ainda as tiras de contenção estiverem totalmente estendidas.
Cadeiras de Segurança para Crianças: Entre 1 e 4 anos de idade, (mais ou menos entre treze e dezoito quilos) devem estar fixos pelo cinto de segurança do banco traseiro e de frente para o painel, protegem a cabeça e o tronco, podem possuir fitas de contenção de cinco pontos ou anteparos em forma de T ou de concha. Não é seguro para crianças com menos de um ano de idade.
Assento de elevação ou booster: Para crianças entre 4 e 7 anos e meio, são utilizados quando a criança ultrapassa os limites de tamanho para a utilização dos assentos de segurança, mas ainda não possuem altura para utilizarem a cinta do ombro do cinto de três pontos do veículo. Quando o veículo possuir cinto de três pontos no banco de trás, dar preferência para este modelo.
Considerações para o uso do assento tipo Cadeiras de Segurança para Crianças
Bebês e crianças jamais devem ser transportadas no colo. Além de ser projetada para frente numa colisão, sofrerá esmagamento pelo peso do corpo do adulto, pois, no momento do acidente, a força com que a criança e o adulto são projetados é muito grande, impossível para uma pessoa segurá-la.
Numa colisão a 50 km/h, uma criança de 4,5 kg equivale a uma força de 150 kg contra os braços que a seguram.
Mesmo em curtos trajetos é comum que as crianças durmam, se fizerem isto deitadas no banco, elas não estão seguras. Alguns adultos instruem a criança para que ela deite presa ao cinto com as tiras esticadas, fazendo isto este dispositivo deixará de ser seguro e mesmo em impactos as freadas pequenas mas bruscas ela sofrerá lesões e mesmo morte.
O cinto somente é seguro quando utilizado corretamente, e voltando ao soninho das crianças, elas dormirão seguras e com muito mais conforto sentadas nas cadeiras especiais.
É muito perigoso levar crianças no bagageiro interno, esse compartimento é projetado visando absorver choques decorrentes da força do impacto, que deforma facilmente a parte de trás da carroceria, não oferecendo proteção alguma para quem estiver lá, além do que, podem ser projetadas para fora do veículo durante o acidente.
Cadeiras de segurança para crianças, velocidade e desaceleração dos órgãos
O uso das cadeiras de segurança para crianças não impede que o acidente ocorra, elas apenas amenizam as consequências dele nas crianças. Portanto, não conduza em alta velocidade, mantenha distância do veículo da frente, somente mude de faixa e ultrapasse se a sinalização permitir e faça isto após certificar-se que é realmente seguro, sem esquecer de sinalizar antecipadamente estas intenções, se adapte as condições adversas.
Também, mesmo que a sinalização der a preferência em cruzamentos, antecipadamente sinalize com a luz de freio para avisar o condutor de trás e reduza levemente a velocidade e certifique-se da segurança para seguir em frente ou realizar conversões para a direita ou esquerda. O motivo deste alerta é a desaceleração dos órgãos humanos, que veremos em detalhes a seguir.
Inércia: propriedade Física da matéria que determina: se um corpo está no movimento estático (parado, repouso), permanece neste estado de movimento. Se está em movimento dinâmico (movimento), permanece neste estado no sentido reto, se não for submetido a nenhuma ação.
Ou seja, esta lei da Física determina que os corpos permaneçam no estado de movimento que estão, a não ser que uma força exerça uma ação modificando (“princípio formulado por Galileu, posteriormente confirmado por Newton, chamado: 1ª lei de Newton ou Princípio da Inércia. “Todo corpo permanece em seu estado de repouso ou de movimento uniforme em linha reta, a menos que seja obrigado a mudar seu estado por forças impressas a ele.”).
Podemos observar isto quando estamos em pé dentro de um ônibus, assim que o motorista coloca o veículo em movimento, os passageiros tendem a deslocar-se para trás, o corpo quer permanecer no estado de movimento estático. Quando o motorista pára ou freia, os passageiros deslocam-se para frente.
Quando o condutor faz uma curva ele e os passageiros têm a impressão de estarem sendo jogados para fora da curva. Na realidade os corpos estão tentando manter-se em sua trajetória em linha reta, e o veículo tentando-os virar, mas quem está sob a ação da inércia é o veículo.
Desaceleração dos órgãos humanos: também chamadas lesões ocultas ou potenciais, isto acontece nos acidentes de trânsito quando o veículo está em alta velocidade e colide, nosso corpo é parado abruptamente e os órgãos continuam em inércia, rompendo suas estruturas de fixação e eles mesmos.
Por exemplo: num impacto o cérebro, olhos, coração, pulmões, fígado, baço, rins, bexiga, etc., continuam o deslocamento para o sentido que o corpo foi projetado, até colidirem com as partes internas das cavidades em que se situam, gerando destruição de seus tecidos.
Outra maneira de esclarecer este aspecto é a Cinemática do Trauma, ou seja, uma colisão na realidade representa três colisões. A primeira do veículo com o objeto. A segunda é a pessoa com o interior do veículo. A terceira é a colisão dos órgãos com as paredes internas do nosso corpo. Em nossos olhos ocorre o deslocamento da retina.
Com isto concluímos que os dispositivos de segurança que usamos quando estamos dentro do veículo e o capacete, são potenciais aliados para depois de um acidente continuarmos vivos e com o menor número de lesões possíveis. Mas isto não vai acontecer só quando o impacto ocorrer em altas velocidades e desobediência das regras de circulação.
Fonte:
DELIBERADOR, Ana Maria Ribeiro. Humanização no trânsito. Curitiba: DETRAN-PR, 1990.
JORNAL ASSOCIAÇÃO MÉDICA. A mulher e o cinto de segurança. autora Ana Maria K. S. Szymanski. Cascavel – Paraná, ano V, n.º 39, abril 1995, p 11.
Lei 9.503, de 23/09/1997 – CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO.
MANUAL DO MOTORISTA, Editora Trânsito e Veículos Ltda, Belo Horizonte – MG. 1998.
MANUAL PARA PORTADORES DE DEFICIÊNCIAS. Programa: Sem Barreiras. Governo do Estado do Mato Grosso do Sul. DETRAN-MS, outubro de 1997.
Revista da ABRAMET – Associação Brasileira de Acidentes e Medicina de Tráfego. Air bag, características, vantagens e cuidados. Dra. Ana Maria Ker Saraiva Szymanski, n.º 17/18/19, maio-dezembro de 1996, p 15-18.
Traumatismos de crianças no tráfego. Epidemiologia e Prevenção, n.º 35, maio-junho de 2000, p 9-30.
Revista QUATRO RODAS, ano 37, n.º 449, editora Abril, São Paulo, dezembro de 1997. p 69-77.
A Educação para o Trânsito. Eliane David. Curitiba-PR, março 2003.
COMO ENSINAR AS CRIANÇAS A AMARRAREM OS SAPATOS E PORQUE ISSO É IMPORTANTE
Estamos falando sobre amarrar os sapatos. Um especialista britânico explica o quanto é importante para as crianças conseguirem amarrar seus próprios calçados. Então veremos como ensinar as crianças a amarrarem os sapatos e porque isso é importante!
De acordo com Ian Fieggen, conhecido carinhosamente e não a toa como Professor Laço, os pais por conveniência ou preguiça evitam ensinar a seus filhos a amarrar os sapatos, dificultando o desenvolvimento das crianças.
Para nós adultos é um gesto simples e banal, mas para as crianças pode ser um verdadeiro problema.
Este simples gesto, na verdade, faz parte das coisas essenciais que as crianças deveriam aprender, e de acordo com o especialista, este seria inclusive um marco do desenvolvimento infantil.
Como Fieggen explicou ao Telegraph, o problema não é apenas as crianças não saberem amarrar seus sapatos, mas não terem a oportunidade de lutarem com algo difícil e não aprenderem que, às vezes, é preciso mesmo muito esforço para saber fazer algo novo.
Dito isso, devem ser evitados os sapatos fechados com velcro, uma maneira muito simples para as crianças que, desta forma se acostumam mal e aprendem tarde demais a usar os sapatos com laços para amarrar.
Fieggen escreveu um livro sobre o assunto (Laces) e tem um site dedicado à arte de amarrar os sapatos no qual ele descreve 35 maneiras diferentes de amarrar seus sapatos (apenas com laços) e 4 maneiras diferentes com laços de duas cores.
Assista ao vídeo em que ele dá alguns dos bons exemplos.
Diferentes técnicas podem ser adaptadas aos casos individuais pois, cada criança pode de fato achar mais fácil um e mais difícil outro método de amarrar. É você quem irá descobrir.
Dois conselhos de Fieggen para os pais que lutam com este ensinamento e ensinar as crianças a amarrarem os sapatos:
Use laços de cores diferentes para ajudar as crianças que têm dificuldade em distinguir direita e esquerda e faça marcas nos amarrilhos de modo que os pequenos entendam quais são os pontos em que devem manter as mãos e as partes dos laços que devem ser alineadas.
O diabetes se caracteriza pela deficiência de produção e/ou de ação da insulina. O diabetes tipo 1 é resultante da destruição autoimune das células produtoras de insulina.
O diagnóstico desse tipo de diabetes acontece, em geral, durante a infância e a adolescência, mas pode também ocorrer em outras faixas etárias.
Já no diabetes tipo 2, o pâncreas produz insulina, mas há incapacidade de absorção das células musculares e adiposas.
Esse tipo de diabetes é mais comum em pessoas com mais de 40 anos, acima do peso, sedentárias, sem hábitos saudáveis de alimentação, mas também pode ocorrer em jovens.
Confira 10 coisas que você precisa saber sobre os dois tipos mais comuns de diabetes:
O Tratamento
No tratamento do diabetes, o ideal é que a glicose fique entre 70 e 100mg/dL. A partir de 100mg/dL em jejum ou 140mg/dL duas horas após as refeições, considera-se hiperglicemia e, abaixo de 70mg/dL, hipoglicemia.Se a glicose permanecer alta demais por muito tempo, haverá mais possibilidade de complicações de curto e longo prazo. A hipoglicemia pode causar sintomas indesejáveis e com complicações que merecem atenção.
Tanto insulina, quanto medicação
Tanto insulina, quanto medicação oral podem ser usadas para o tratamento do diabetes. A insulina é sempre usada no tratamento de pacientes com diabetes tipo 1, mas também pode ser usada em diabetes gestacional e diabetes tipo 2 (quando o pâncreas começa a não produzir mais insulina em quantidade suficiente).
Prática de exercícios
A prática de exercícios pode ajudar a controlar a glicemia e a perder gordura corporal, além de aliviar o estresse. Por isso, pessoas com diabetes devem escolher alguma atividade física e praticar com regularidade, sob orientação médica e de um profissional de educação física.
A medicação oral é usada no tratamento de diabetes tipo 2 e, dependendo do princípio ativo, tem o papel de diminuir a resistência à insulina ou de estimular o pâncreas a produzir mais desse hormônio.
Carboidratos
A contagem de carboidratos se mostra muito benéfica para quem tem diabetes. Os carboidratos têm o maior efeito direto nos níveis de glicose, e esse instrumento permite mais variabilidade e flexibilidade na alimentação, principalmente para quem usa insulina, pois a dose irá variar conforme a quantidade de carboidratos.
Isso acaba com a rigidez no tratamento de antigamente, quando as doses de insulina eram fixas, e a alimentação também devia ser. É importante ter a orientação de um nutricionista.
A tecnologia pode ajudar
As tecnologias têm ajudado no tratamento do diabetes. Os aparelhos vão desde os glicosímetros (usados para medir a glicose no sangue) até bombas de infusão de insulina e sensores contínuos de monitorização da glicose.
Cuidados no Tratamento
Se o diabetes não for tratado de forma adequada, podem surgir complicações, como retinopatia, nefropatia, neuropatia, pé diabético, infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral, entre outros.Se o paciente já estiver com diagnóstico de complicação crônica, há tratamentos específicos para ajudar a levar uma vida normal.
A família pode ajudar
A educação em diabetes é muito importante para o tratamento. Não só o paciente precisa ser educado, mas também seus familiares e as pessoas que convivem com ele. Assim, o paciente pode ter o auxílio e o suporte necessários para um bom tratamento e tomar as decisões mais adequadas com base em conhecimento.
Mantenha o peso com práticas de exercícios
Muitos casos de diabetes tipo 2 podem ser evitados quando se está dentro do peso normal, com hábitos alimentares saudáveis e com prática regular de atividade física.
O fator hereditário
O fator hereditário é mais determinante no diabetes tipo 2. Ainda se estuda o que desencadeia o diabetes tipo 1 e, por enquanto, as infecções, principalmente virais, parecem ser as maiores responsáveis pelo desencadeamento do processo autoimune.No tipo 2, os casos repetidos de diabetes em uma mesma família são comuns, enquanto a recorrência familiar do diabetes tipo 1 é muito pouco frequente.
O diabetes ainda não tem cura
Ainda não há cura para o diabetes. Porém, estão sendo realizados estudos que, no futuro, podem levar à cura. Para o diabetes tipo 1, está sendo estudada a terapia com células-tronco em pacientes recém-diagnosticados.Já para o diabetes tipo 2, os estudos com a cirurgia de redução de estômago (gastroplastia) têm mostrado aparentes bons resultados, mesmo em pacientes que não estão acima do peso. Salienta-se que esses métodos ainda são absolutamente experimentais.
Vacinação contra o HPV, Proteção para a menina, saúde para a mulher!
A infecção pelo HPV é a principal responsável pelo câncer do colo de útero. A cada ano, no Brasil, surgem 15 mil novos casos e 5 mil mulheres morrem. A vacina é a principal forma de prevenção, por isso é importante que toda a menina de 9 a 13 anos receba as três doses da vacina HPV. Ela é segura, de graça e está incluída no Calendário Nacional de Vacinação. Atenção: meninas que ainda não foram vacinadas, devem procurar uma Unidade de Saúde do SUS para receber a vacina, (Vacinação contra o HPV).
#VacinaHPV #ProteçãoPraMenina #SaúdePraMuher Vacinação contra o HPV
São vírus capazes de infectar a pele ou as mucosas. Há mais de 150 diferentes tipos de HPV – 40 deles podem infectar o trato genital. Alguns tipos de HPV podem provocar câncer e outros podem causar verrugas genitais.
Existem 12 tipos identificados como de alto risco (HPV tipos 16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 56, 58 e 59) que têm probabilidade maior de persistir e estarem associados a lesões pré-cancerígenas. O HPV de tipos 16 e 18 causam a maioria dos casos de câncer do colo de útero em todo mundo (cerca de 70%). O câncer do colo de útero é uma doença grave que pode levar ao óbito. No Brasil, é a terceira maior causa de morte entre as mulheres.
A vacina HPV quadrivalente confere proteção contra HPV 6, 11, 16 e 18, ou seja, abrange os dois principais tipos responsáveis pelo câncer do colo de útero. Com isso, a fim reforçar as atuais ações de prevenção do câncer do colo de útero, o Ministério da Saúde, com as Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde, dá continuidade à estratégia de vacinação contra o HPV.
Essa vacina foi incluída no Calendário Nacional de Vacinação do SUS em março de 2014, tendo como população-alvo as meninas de 11 a 13 anos de idade. Neste ano de 2015, a oferta da vacina foi ampliada para as meninas na faixa etária de 9 a 13 anos de idade.
O Ministério da Saúde adota o esquema vacinal estendido, composto por três doses (0, 6 e 60 meses), e a estratégia de vacinação mista, ou seja, a vacinação poderá ocorrer nas Unidades de Saúde do SUS e em parceria com as secretarias de saúde e educação.
Perguntas mais frequentes
1. O que é o HPV?
O papilomavírus humano (HPV) é um vírus que infecta a pele e mucosas e pode causar câncer do colo de útero e verrugas genitais. Os tipos 16 e 18 causam em torno de 70% dos casos de câncer do colo de útero Já os tipos 6 e 11 são encontrados na maioria das verrugas genitais.
2. Como ocorre o contágio?
O vírus HPV é altamente contagioso, sendo possível contaminar-se com uma única exposição, e a sua transmissão acontece por contato direto com a pele ou mucosa infectada. A principal forma é pelo contato sexual, mas também pode ser transmitido de mãe para filho durante o parto. Embora seja raro, o vírus pode propagar-se também por meio de contato com a mão.
3. O que é câncer do colo de útero?
É o crescimento anormal de células no colo do útero. Essas alterações têm como principal causa a infecção por alguns tipos de HPV.
4. Quais são as formas de prevenção do câncer do colo de útero?
A vacinação contra o HPV é a forma mais eficiente de se proteger contra o câncer do colo de útero. Para prevenir, é preciso vacinar as adolescentes de 9 a 11 anos. É importante seguir fazendo o exame preventivo (Papanicolau) na vida adulta (idade entre 25 e 64 anos).
5. Como será Vacinação contra o HPV?
A vacina HPV estará disponível para adolescentes entre 9 e 11 anos, nas Unidades de Saúde do SUS ou nas escolas. A adolescente deverá tomar 3 doses da vacina. A primeira dose estará disponível em março de 2015, a segunda, em setembro de 2015, e a terceira será agendada para 60 meses após a data da primeira dose. Destaca-se que as meninas de 12 a 13 anos que ainda não foram vacinadas devem procurar uma Unidade de Saúde do SUS para tomar a vacina. É preciso completar o esquema vacinal, pois só com a segunda dose a adolescente estará protegida. Será utilizada a vacina quadrivalente HPV, que confere proteção contra quatro tipos (6, 11, 16 e 18).
6. Por que a Vacinação contra o HPV na adolescência?
Estudos mostram que a vacina tem maior eficácia se for administrada em adolescentes que ainda não foram expostas ao vírus, pois, nessa idade, há maior produção de anticorpos contra o HPV que estão incluídos na vacina.
7. Estatísticas sobre o HPV
100 países já utilizam a vacina HPV.
180 milhões de doses já foram aplicadas desde 2006.
5 milhões de meninas no Brasil foram vacinadas em 2014.
70% dos casos de câncer do colo de útero.
15 mil casos de câncer do colo de útero no Brasil.
5 mil óbitos de câncer do colo de útero no Brasil
8. Posso ter alguma reação depois de tomar a vacina HPV?
A (Vacinação contra o HPV) vacina HPV é uma vacina muito segura, desenvolvida por engenharia genética. Pode, raramente, ocasionar reações como dor, inchaço e vermelhidão no local da aplicação. Ocasionalmente, podem ocorrer dor de cabeça, mal estar e desmaios (síncope), que são relacionados à ansiedade ou ao medo da aplicação da vacina – reação mais comumente apresentada em adolescentes. O importante é que, depois, todas ficam bem. A síncope mais frequente é a síncope vasovagal, comum em pessoas com alguma particularidade emocional, geralmente desencadeado por dor intensa, medo da injeção ou um choque emocional súbito, por exemplo. Até o momento, não há conhecimento de nenhum efeito colateral grave relacionado à Vacinação contra o HPV.
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Gastar dinheiro de maneira descontrolada nas pequenas coisas do dia a dia pode não deixar que você preste atenção no quanto você gasta à toa ao final do mês.
Economizar pode ser ótimo, de forma que você tenha recursos para enfrentar períodos mais difíceis ou tenha conforto no futuro.
Você já passou por problemas financeiros por ter gastado demais e teve que recorrer aos empréstimos bancários ou se apertar por alguns meses?
Que tal saber como poderia economizar em seu dia a dia para não ter mais esses contratempos com essas dicas para economizar dinheiro?
Saiba bem o nível de sua renda familiar
Este volume de dinheiro corresponde à soma dos rendimentos que todos da família recebem.
Saber qual é a renda da família vai ser importante para que se estabeleça um limite de gastos a cada mês, o qual nunca poderá ser maior do que essa estimativa.
Anote tudo em que gasta seus recursos
Há pelo menos duas razões importantes para fazer isso. A primeira, é que você será capaz de notar se está gastando mais do que recebe.
Ou seja, você vai entender se está ou não respeitando uma das mais relevantes regras financeiras: o dinheiro que entra no seu orçamento sempre deve ser maior do que sai.
Outro ponto é que você poderá observar bem as despesas do mês, separando-as por tipos e contas.
Corte ou diminua as despesas desnecessárias
Já que você tem tudo anotado e vai perceber todos os seus gastos e obrigações, vai conseguir identificar onde há despesas de forma excessiva ou pouco necessária.
Corte ou diminua aquelas que não forem fazer tanta falta. Analise com cuidado com sua família para ver o que pode ser reduzido.
Guarde uma reserva de capital
Uma coisa muito importante para ser feita é guardar parte do dinheiro recebido em uma renda fixa, a fim de ter recursos no futuro, nas ocasiões de emergência ou necessidade.
Ter dinheiro guardado pode ser útil no caso de perder um emprego ou de doença na família, por exemplo. Ser precavido é algo que pode valer ouro!
Analise bem as formas de pagamento
Muitos produtos e serviços são oferecidos com desconto para os pagamentos à vista.
Tente utilizar o pagamento em espécie sempre que puder, pois isso ajuda a entender com precisão o quanto está sendo gasto, controlando melhor as contas.
Se for realmente necessário dividir as compras com seus cartões de crédito, nunca se esqueça de considerar as parcelas vindouras nos orçamentos dos outros meses.
Use um programa financeiro online
Cada vez mais é possível usar a tecnologia para melhorar a vida cotidiana. Com um software voltado para as finanças, você poderá controlar todos os fluxos que seu dinheiro faz, vendo onde mais gasta e estabelecendo limites mensais de consumo.
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Mude os hábitos em família
Tão importante quanto você passar a dar atenção a todos esses aspectos é que sua família também o acompanhe nos novos hábitos.
Converse e ensine questões financeiras aos filhos e ao seu cônjuge, leia assuntos com eles e planeje sonhos em comum como forma de recompensa.
Pode-se comprar algum novo eletrodoméstico ou fazer uma viagem, por exemplo.
Uma gestão financeira eficiente é fundamental para seu negócio, siga as dicas para economizar dinheiro.
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