por Escola Prisma | 13 abr, 2017 | Ecossistema Escola Prisma, Educação Infantil, Uncategorized |
Crianças, Dinheiro e outros valores, Como ensinar às crianças sobre dinheiro e outros valores.
12 dicas práticas de educação financeira infantil.
Se seu filho já está aprendendo a contar, é hora de começar a falar sobre dinheiro com ele. Mas ensinar o valor de notas e moedas é só o primeiro passo.
Tem dúvidas de como abordar o assunto? Tem medo de confundir ainda mais a cabeça do seu filho?
Veja algumas formas de ensinar seu filho a lidar com dinheiro e respeitar o valor das coisas:
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1 – AVALIE A POSSIBILIDADE DE DAR MESADA
Não é uma regra, mas uma mesada ou semanada pode ser uma boa forma do seu filho começar a lidar com dinheiro e aprender na prática. A quantia pode começar pequena, desde que a criança seja estimulada a fazer algumas operações com aquele dinheiro. A partir dos sete anos, esse pode ser um bom exercício.
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4 – INCENTIVE OBJETIVOS
Uma das formas de ensinar seu filho a poupar é incentivando-o a guardar dinheiro para algo que ele queira muito, como ir a um parque, comprar um novo jogo ou outro brinquedo, etc.
E a prática pode começar com o famoso porquinho. Vale até adesivá-lo com o nome ou o desenho do objetivo (exemplo: economias do Theo para o carrinho).
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5 – VALORIZE O CONSUMO CONSCIENTE
Incentivar a consumir água e energia com moderação também faz parte da educação financeira do seu filho. Bem como ensinar o real valor das coisas. Não permita, por exemplo, que seu filho seja displicente com as coisas que compra nem as desperdice.
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6 – ESTIMULE O DESAPEGO
Que tal fazer aquela faxina no armário do filhote e aproveitar para dar uma lição de generosidade? Pelo menos uma vez ao ano, chame seu filho(a) e faça, junto com ele(a), uma triagem de roupas e brinquedos para doação.
É importante a presença da criança. Ela pode resistir da primeira vez a doar suas coisas, mas você deve mostrar a importância de abrir espaço para o novo e de ser generoso com o próximo.
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7 – EXPLIQUE PORQUE NÃO COMPRA ALGO
Se você não compra algo, pois considera que é caro, que não é necessário, que excede seus gastos ou seu salário, tenha paciência e explique exatamente isso a seu filho. Ele precisa começar a entender limites também. Saiba dizer não. E explicar o porquê.
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9 – AULAS NO SUPERMERCADO. DISCUTA GASTOS
Ensinar educação financeira também é ensinar a fazer escolhas, eleger prioridades e economizar. Então, escolha um dia e leve seu filhote para uma aula no supermercado. Ensine-o a escolher produtos em promoção; mostre como produtos da época são mais baratos e deixe seu filho escolher apenas um produto para levar (ele deve querer vários, mas terá de priorizar um só).
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10 – CONVERSE SOBRE SEU TRABALHO E SALÁRIO
Seja franco. A criança deve aprender sobre o esforço que você faz para ganhar o salário. E você também pode mostrar, mesmo que simplificadamente, a seu filho todas as contas que precisam ser pagas com esse valor. Além de relembrá-lo da parte que precisa ser poupada, em prol, inclusive, dele próprio.
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11 – DÊ TEMPO EM VEZ DE PRESENTES
Presentes, produtos e dinheiro não substituem a sua companhia. Passe tempo de qualidade com seu filho. Assim, além de educação financeira, você pode ensinar muitos outros valores.
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12 – DÊ O EXEMPLO.
Lembre-se que as crianças aprendem, acima de tudo, espelhando-se nas pessoas com quem convivem. Se você der o exemplo, seu filho vai aprender.
Fonte: oseudinheirovalemais.com.br
por Escola Prisma | 31 mar, 2017 | Dicas da Escola Prisma para os Pais, Ecossistema Escola Prisma, Educação Infantil, Método Montessori |
A importância da Educação Financeira na Infância do seu filho
Quem nunca se deparou com aquela cena típica de Shopping Center, uma criança gritando descontroladamente querendo um certo brinquedo? Não contente, ela se joga no chão e inicia a encenação, que se não fosse cômica, diríamos que seria um anúncio de uma tragédia.
Mas o que fazer?
É importante saber dizer não! Mas quando dizer não? Os pais, muitas vezes cedem, por vergonha ou penalizados pela cena de seu filho, tão pequeno, jogado naquele chão frio do shopping. Coitadinho!
E você? Como se comporta?
O seu filho está fazendo um escândalo na porta de uma loja, o que você faz? Com vergonha cede e compra o que ele pediu, ou diz NÃO? Você provavelmente quer livrar o seu filho do consumismo desenfreado? Então, está na hora de começar a pensar no assunto, na Educação Financeira de seu filho.
Não se esqueça que a criança não nasce consumista, o consumismo é um hábito que pode ou não ser incentivado nas crianças.
Então, a lição vem de casa?
Sabemos que Educação Financeira ainda não é um tema tratado comumente nas escolas e por isso, muitos aprendem com a vida. Por isso, talvez seu filho comece a se espelhar nos exemplos que ele vivencia dentro de casa.
Os jovens estão imersos em uma sociedade de consumo e se não forem orientados, poderão perder a noção do valor do dinheiro.
Como combater isso?
A Educação Financeira começa na infância! Alguns especialistas já afirmam que a Educação Financeira começa na barriga!
Já é comprovado que um bebê de 18 meses consegue identificar logotipos e antes de completar 2 anos saberá pedir presentes pela marca.
Socorro!
O que faremos com esse bebê quando ele se tornar um adolescente? Bem, saiba que aos 10 anos, o pré-adolescente tem de 300 a 400 marcas na memória e consome uma grande quantidade de produtos, sem precedentes.
As crianças e os adolescentes estão na mira dos publicitários, pois eles são a alma do negócio de muitas empresas. Por isso, é fundamental a criança entender a diferença entre “ o desejo e a necessidade”; o “querer e o precisar”.
Precisamos encontrar um equilíbrio.
Não queremos estimular os nossos jovens para que eles se tornem poupadores exagerados, também não queremos que os nossos filhos se tornem consumidores compulsivos. É preciso haver um equilíbrio.
É preciso consumir com consciência.
Fonte: educafinanceira.com.br
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por Escola Prisma | 22 mar, 2017 | Datas Comemorativas, Dicas da Escola Prisma para os Pais, Ecossistema Escola Prisma, Educação Infantil, Esportes e Movimento |
A prática do jiu-jitsu desenvolve muitos benefícios nas crianças:
A prática dessa arte tão suave para crianças traz diversos benefícios que agregam na formação e desenvolvimento de uma criança sadia, focada, além do fato de conviver num ambiente que estimula a tomada de decisões.
A luta diária não é levada somente ao tatame, mas à vida destes pequenos que estão crescendo e buscando seu lugar ao sol.
As aulas de jiu-jitsu para crianças têm por objetivo melhorar a concentração, proporcionar auto-estima, disciplina e saúde com total segurança.
O Jiu-Jitsu para crianças fortalecer a relação de amizade
Muito mais do que apenas golpes e posições marciais, essa modalidade busca fortalecer a relação de amizade entre os pais e os filhos, formar o caráter e possibilitar que a criança atinja a adolescência com seus princípios morais muito bem formados.
Tendo em vista que a criança de hoje, é o formador de opinião de amanhã, um bom professor de Jiu Jitsu não tem como objetivo formar campeões e sim formar pessoas vitoriosas na vida.
Preparando as crianças para o futuro com responsabilidade e segurança
Em toda aula e atividade há sempre uma relação muito próxima com a realidade do dia-a-dia, preparando as crianças para o futuro com responsabilidade e segurança.
Todas as atividades dentro do tatame envolvem um clima de parceria, por conta das posições realizadas, o que desenvolve no aluno o espírito de equipe, valores de amizade e companheirismo.
Por as crianças estarem aprendendo como as coisas funcionam, os benefícios são enormes, pois elas não tem certos vícios que nós adultos temos.
E Os benefícios para as crianças não são apenas físicos, o grande diferencial do jiu jitsu para as crianças pode ainda ser o benefício psicológico que o jiu jitsu proporciona, o que ajuda muito na formação de adultos de bom caráter e de bons princípios.
Veja abaixo muitos dos Benefícios do jiu-jitsu para crianças
- Melhora a capacidade cardiovascular e respiratória;
- Desinibe os tímidos e acalma os agitados e ansiosos;
- Respeito aos companheiros;
- Respeito ao próximo e aos mais velhos;
- Aumento da coordenação motora;
- Reconhecimento dos erros e acertos;
- Harmonia mental;
- Disciplina;
- Concentração;
- Paciência;
- Controle muscular;
- Aperfeiçoamento do reflexo;
- Desenvolvimento do raciocínio;
- Equilíbrio mental;
- Reforço do caráter e da moral;
- Fortalecimento da auto-confiança;
- Senso de disciplina e hierarquia;
Lições do jiu jitsu para criança levar para toda a vida
- Não se ganha sempre, mas mesmo na dificuldade existe aprendizado;
- Os melhores não nasceram bons, eles suaram para conseguir o que queriam;
- Aprendendo a se defender as crianças melhoram o seu auto-controle;
- Companheirismo e amizade, os amigos verdadeiros são para vida toda;
- Criação do espírito de equipe;
- É de erro em erro que se atinge a perfeição;
- Olhar no olho das outras pessoas – não em sinal de desafio, e sim de respeito, compreensão, igualdade;
- Hábitos saudáveis, disciplinas e regras;
- Vencer (na vida ou nas artes marciais) não significa machucar nem pisar em cima de ninguém;
O jiu-jitsu infantil na pratica
As crianças aprendem na prática a competir com honestidade; Ser humilde, reconhecendo os erros e acertos; Cair, levantar e recomeçar; Desfrutar das amizades dos colegas.
Como um esporte de contato, o Jiu Jitsu brasileiro oferece um ambiente desafiador, porém seguro que permite a criança amadurecer para se tornar um adulto campeão da vida.
A prática do Jiu Jitsu infantil vai muito além das conquistas do tatame. A disciplina e excelência exigidos pelos instrutores muitas vezes reflete positivamente no comportamento da criança em casa e na escola.
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por Escola Prisma | 6 mar, 2017 | Datas Comemorativas, Método Montessori |
Maria Montessori: a mulher e o método
Médica, educadora e feminista, mulher que deu nome a uma revolução na escola inspira transformações em várias áreas do conhecimento
Maria Tecla Artemesia Montessori nasceu em 1870 em Chiaravalle, Itália. O pai era um oficial do Ministério das Finanças e a mãe, uma mulher bem educada para os parâmetros da época.
Os dois queriam que ela fosse professora mas, em 1896, tornou-se a primeira mulher no país a se formar em medicina, pela Faculdade de Medicina da Universidade de Roma, com foco na neuropatologia.
Como não se admitia uma mulher examinando o corpo de um homem, não pôde exercer a profissão, iniciando um trabalho com crianças com necessidades especiais na clínica da universidade.
Casa dei Bambini
Observando crianças que brincavam nas ruas e percebendo as necessidades infantis, Maria Montessori começou a experimentar procedimentos e criou um espaço educacional, batizado por ela de “Casa dei Bambini”, ou “Casa da Criança” (não era feita para crianças, mas era das crianças).
Surgimento do Método Montessori
Resolveu estudar pedagogia e começou a criar técnicas para que os pequenos aprendessem a conhecer o mundo e a desenvolver sua aptidão para organizar a própria existência. Por volta de 1907 surgiu o Método Montessori, que compreende um conjunto de teorias, práticas e materiais didáticos.
A proposta
A proposta partia da criação de um ambiente mais criativo e estimulante, onde a criança fosse capaz de aprender por meio das próprias experiências, desenvolvendo-se de forma espontânea e saudável.
Com base em anos de observação, Montessori concluiu que o desenvolvimento se dá em “períodos sensíveis” e em cada época predominam características e sensibilidades específicas.
Sem deixar de considerar o que há de individual, a educadora traçou perfis de comportamento e de possibilidades de aprendizado para cada faixa etária, dividindo o método em seis pilares: autoeducação, educação como ciência, educação cósmica, ambiente preparado, adulto preparado e criança equilibrada.
Felicidade como prova de sucesso do processo
Ela defendia que todos os princípios devessem funcionar em união para que a criança se desenvolvesse de forma completa e equilibrada, tendo a felicidade como uma das provas de sucesso do processo educacional.
O método tem sido utilizado em escolas em todo o mundo, do berçário ao ensino médio, e também em escolas especiais, clínicas de psicopedagogia e nos lares.
Clínicas de repouso aproveitam características do método montessoriano para o tratamento de demência e Alzheimer e iniciativas empresariais aplicam alguns princípios para o desenvolvimento de negócios.
Algumas das maiores personalidades do mundo moderno foram educadas no método montessoriano, entre eles, os fundadores da Google Sergey Brin e Larry Page.
por Escola Prisma | 5 mar, 2017 | Ecossistema Escola Prisma, Educação Infantil, Esportes e Movimento, Uncategorized |
Jiu-jitsu brasileiro (em japonês: ブラジリアン柔術, Burajirian jūjutsu), Brazilian Jiu-Jitsu ou Gracie Jiu-jitsu.
Jiu-jitsu é uma arte marcial, estilo de judô, desenvolvido pela família Gracie, no início do século XX, que se tornou a forma mais difundida e praticada do jiu-jitsu (exceto o judô) no mundo, principalmente depois das primeiras edições dos torneios de artes marciais mistas (MMA), o UFC, nos idos da década de 1990.
Apesar do nome da modalidade ser jiu-jitsu, na verdade, a modalidade foi desenvolvida como especialização e ênfase das técnicas de controle e luta de solo, ne waza e katame waza, e com menos ênfase às técnicas de luta executadas de pé, tate waza, das técnicas de judô, de Mitsuyo Maeda, representante direto do Instituto Kodokan.
Por não serem o foco principal da modalidade, os golpes de até waza e kansetsu waza, acabam tendo papel coadjuvante e/ou intermédio para a execução de um golpe final de submissão do adversário.
O nome do estilo de luta da família Gracie permaneceu como jujutsu, porque na época em que os irmãos Carlos e Hélio Gracie, principalmente, finalizaram seu repertório, o nome “judô” ainda não era de uso comum mas Kodokan jujutsu.
O criador do estilo foi, em princípio, Carlos Gracie, que adaptou o judô com especial apreço à luta de solo, haja vista que seu porte físico punha-lhe em severa desvantagem contra adversários de maior porte.
Partindo do princípio de que numa luta de solo, quando projeções ou mesmo chutes e socos não são eficientes, mas alavancas, sim, o porte físico dos contendores torna-se de menor importância. Nessa situação, aquele que tiver mais técnica possuirá consequentemente a vantagem.
Se não foram originais em adaptar uma arte marcial provecta, haja vista que no Japão isso já há muito ocorrera com o aiquidô e o próprio judô, oriundos do Jiu-jitsu, com o caratê, oriundo do te-jutsu de Okinawa, ou mesmo no resto do mundo como o krav maga (Israel) ou a capoeira regional (Brasil), Carlos Gracie e depois Hélio Gracie foram originais em criar um paradigma que prima pela efetividade.
Comprovado o seu sucesso em competições, o Jiu-jitsu brasileiro serviu de cerne do que viria a ser a modalidade artes marciais mistas.
Graduação
Adotam-se as seguintes divisões de faixas no jiu-jitsu desportivo brasileiro para seus praticantes, conforme suas experiências e habilidades: e cada associação, federação ou demais tem seu edital particular, sancionado por uma Lei Federal nº. 9.615 de 24 de março de 1998, mais conhecida como Lei Pelé.
- Branca (iniciante, qualquer idade)
- Cinza (4 a 6 anos)Amarela (7 a 15 anos)
- Laranja (10 a 15 anos)
- Verde (13 a 15 anos)
- Azul (16 anos ou mais (até 4 grau)
- Roxa (16 anos ou mais (até 4 grau)
- Marrom (18 anos ou mais (até 4 grau))
- Preta (19 anos ou mais (até o sexto grau)
- Vermelha e Preta (sétimo grau -Título de mestre)
- Vermelha e Branca (oitavo grau) (Criada pela IBJJF em 2012)
- Vermelha (nono grau) Título de Grande mestre – Vários Mestres Brasileiros (somente alcançado por brasileiros).
- Vermelha décimo grau. O último grau foi dado somente aos criadores do Jiu-Jitsu brasileiro; somente os mestres Carlos Gracie, George Gracie, Oswaldo Gracie, Gastão Gracie, Julio Secco, Hélio Gracie, Armando Wriedt (ainda em vida).
- * Algumas Confederações e federações adotaram um meio de proteção contra a banalização do Jiu jitsu Brasileiro deixando os estrangeiros chegar até 4º grau de faixa preta.
Critérios de Graus
Os critérios de graus na faixa preta variam de acordo com suas respectivas ligas, associações, federações e Confederações por Edital desde a Leí de 1998:
- 1º ao 3º – dois a três anos cada,
- 4º ao 6º – três a cinco anos cada,
- 7º ao 8º – cinco a dez anos cada,(Mestre)
- 9º – Grau Alcançado Apenas por Brasileiros.(Grande Mestre)
- 10º – Reservado apenas aos criadores da modalidade
Técnicas, golpes e regras do Jiu-Jitsu
O jiu-jítsu brasileiro tradicionalmente é lutado com quimono trançado (embora haja a modalidade “jiu-jítsu sem quimono”) e as técnicas visam a levar o adversário a uma posição chamada de “finalização”, o que significa que, se levada adiante, causaria a fratura de um osso ou a morte por estrangulamento/esganamento. A posição de finalização pode ser:
- reconhecida intencionalmente e manifestamente pelo derrotado através de três tapas seguidos com a mão (ou, se as duas mãos estiverem presas, com o pé) no solo (tatame), no próprio corpo ou no do adversário; ou ainda por qualquer manifestação verbal que indique o desejo de parar a luta.
- reconhecida não intencionalmente pelo derrotado, através de gritos como “ai”.
- requerida pelo técnico ou treinador do derrotado.
- avaliada pelo árbitro (nocaute técnico).
Quando o tempo da luta se exaure sem que haja uma finalização, é declarado vencedor aquele que ganhou mais pontos ou, em caso de empate, mais vantagens. Se persistir o empate, há a contagem por punições e, sucessivamente, uma avaliação subjetiva da arbitragem.
São contados dois pontos para queda, dois pontos para raspagem (derrubada de adversário já no solo), três pontos para passagem de guarda (situação em que o lutador consegue transpor as pernas do adversário, chegando à posição lateral, terminando numa imobilização estabilizada em três segundos), quatro pontos para montada ou ataque pelas costas colocando os ganchos.
São contadas vantagens para passagens ou montadas não estabilizadas, bem como golpes encaixados que não resultem em finalização.
A punição pode ocorrer em várias situações, notadamente, em caso de pouca combatividade (“amarração”) de quem estiver em vantagem, aproveitando-se de tal situação para deixar o tempo passar sem risco de reversão, mesmo após três advertências ocorrerá a eliminação do atleta.
Alguns dos golpes mais conhecidos:
- De braço: arm-lock, chave americana, chave kimura (americana invertida), chave de bíceps, omoplata.
- De mão: mão de vaca.
- Estrangulamentos: mata-leão, triângulo, ezequiel.
Golpes proibidos (CBJJ)
De 4 a 12 anos
- Chave de bíceps
- Triângulo puxando a cabeça
- Mata leão
- Ezequiel
- Chave de panturrilha
- Gravata técnica de frente
- Kanibasami(tesoura)
- Chave de calcanhar
- Omoplata de mão
De 13 a 15 anos
- Chave de bíceps
- Triângulo puxando a cabeça
- Chave de pé (todas as formas)
- Cervical
- Mata leão de frente
- Ezequiel
- Chave de panturrilha
- Kanibasami(tesoura)
- Chave de calcanhar
De 16 a 17 anos e adulto faixa branca
- Cervical
- Chave de bíceps
- Mata leão no pé
- Kanibasami(tesoura)
- Chave de calcanhar
De adulto a sênior 5 (faixas azul e roxa)
- Mata leão no pé
- Bate estaca
- Cervical
- Chave de bíceps
- Chave de panturrilha
- Kanibasami(tesoura)
Adulto a sênior 5 (faixas marrom e preta)
- Cervical
- Kanibasami(tesoura)
- Chave de calcanhar
Associações de Jiu-Jitsu no Brasil
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