Campanha da Escola Prisma Seja a Paz
Seja a paz, sinta o amor, faça o bem!
Escola Prisma de Juazeiro na luta contra a violência.
Projeto da Escola Prisma Seja a paz, Projeto da Escola Prisma nosso canto.
Seja a paz, sinta o amor, faça o bem!
Escola Prisma de Juazeiro na luta contra a violência.
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Se seu filho já está aprendendo a contar, é hora de começar a falar sobre dinheiro com ele. Mas ensinar o valor de notas e moedas é só o primeiro passo.
Tem dúvidas de como abordar o assunto? Tem medo de confundir ainda mais a cabeça do seu filho?
Veja algumas formas de ensinar seu filho a lidar com dinheiro e respeitar o valor das coisas:
Não é uma regra, mas uma mesada ou semanada pode ser uma boa forma do seu filho começar a lidar com dinheiro e aprender na prática. A quantia pode começar pequena, desde que a criança seja estimulada a fazer algumas operações com aquele dinheiro. A partir dos sete anos, esse pode ser um bom exercício.
Estudar é responsabilidade da criança. O resultado disso virá com o tempo, tornando-se um adulto mais educado e bem sucedido. Logo, a mesada não deve ser dada como uma premiação pelos estudos.
Uma das primeiras operações que a criança deve ser incentivada a fazer é guardar o dinheiro que ganha. Quando a prática começa cedo, é mais fácil criar o hábito. Saiba mais sobre a poupança do Sicoob: http://liberteseuporquinho.com.br/
Uma das formas de ensinar seu filho a poupar é incentivando-o a guardar dinheiro para algo que ele queira muito, como ir a um parque, comprar um novo jogo ou outro brinquedo, etc.
E a prática pode começar com o famoso porquinho. Vale até adesivá-lo com o nome ou o desenho do objetivo (exemplo: economias do Theo para o carrinho).
Incentivar a consumir água e energia com moderação também faz parte da educação financeira do seu filho. Bem como ensinar o real valor das coisas. Não permita, por exemplo, que seu filho seja displicente com as coisas que compra nem as desperdice.
Que tal fazer aquela faxina no armário do filhote e aproveitar para dar uma lição de generosidade? Pelo menos uma vez ao ano, chame seu filho(a) e faça, junto com ele(a), uma triagem de roupas e brinquedos para doação.
É importante a presença da criança. Ela pode resistir da primeira vez a doar suas coisas, mas você deve mostrar a importância de abrir espaço para o novo e de ser generoso com o próximo.
Se você não compra algo, pois considera que é caro, que não é necessário, que excede seus gastos ou seu salário, tenha paciência e explique exatamente isso a seu filho. Ele precisa começar a entender limites também. Saiba dizer não. E explicar o porquê.
Existem produtos necessários, como os de alimentação, vestuário e limpeza. E muitas outras coisas que ele apenas quer. Explique desde cedo essa “simples” diferença.
Ensinar educação financeira também é ensinar a fazer escolhas, eleger prioridades e economizar. Então, escolha um dia e leve seu filhote para uma aula no supermercado. Ensine-o a escolher produtos em promoção; mostre como produtos da época são mais baratos e deixe seu filho escolher apenas um produto para levar (ele deve querer vários, mas terá de priorizar um só).
Seja franco. A criança deve aprender sobre o esforço que você faz para ganhar o salário. E você também pode mostrar, mesmo que simplificadamente, a seu filho todas as contas que precisam ser pagas com esse valor. Além de relembrá-lo da parte que precisa ser poupada, em prol, inclusive, dele próprio.
Presentes, produtos e dinheiro não substituem a sua companhia. Passe tempo de qualidade com seu filho. Assim, além de educação financeira, você pode ensinar muitos outros valores.
Lembre-se que as crianças aprendem, acima de tudo, espelhando-se nas pessoas com quem convivem. Se você der o exemplo, seu filho vai aprender.
Fonte: oseudinheirovalemais.com.br
Quem nunca se deparou com aquela cena típica de Shopping Center, uma criança gritando descontroladamente querendo um certo brinquedo? Não contente, ela se joga no chão e inicia a encenação, que se não fosse cômica, diríamos que seria um anúncio de uma tragédia.
É importante saber dizer não! Mas quando dizer não? Os pais, muitas vezes cedem, por vergonha ou penalizados pela cena de seu filho, tão pequeno, jogado naquele chão frio do shopping. Coitadinho!
O seu filho está fazendo um escândalo na porta de uma loja, o que você faz? Com vergonha cede e compra o que ele pediu, ou diz NÃO? Você provavelmente quer livrar o seu filho do consumismo desenfreado? Então, está na hora de começar a pensar no assunto, na Educação Financeira de seu filho.
Não se esqueça que a criança não nasce consumista, o consumismo é um hábito que pode ou não ser incentivado nas crianças.
Sabemos que Educação Financeira ainda não é um tema tratado comumente nas escolas e por isso, muitos aprendem com a vida. Por isso, talvez seu filho comece a se espelhar nos exemplos que ele vivencia dentro de casa.
Os jovens estão imersos em uma sociedade de consumo e se não forem orientados, poderão perder a noção do valor do dinheiro.
A Educação Financeira começa na infância! Alguns especialistas já afirmam que a Educação Financeira começa na barriga!
Já é comprovado que um bebê de 18 meses consegue identificar logotipos e antes de completar 2 anos saberá pedir presentes pela marca.
O que faremos com esse bebê quando ele se tornar um adolescente? Bem, saiba que aos 10 anos, o pré-adolescente tem de 300 a 400 marcas na memória e consome uma grande quantidade de produtos, sem precedentes.
As crianças e os adolescentes estão na mira dos publicitários, pois eles são a alma do negócio de muitas empresas. Por isso, é fundamental a criança entender a diferença entre “ o desejo e a necessidade”; o “querer e o precisar”.
Não queremos estimular os nossos jovens para que eles se tornem poupadores exagerados, também não queremos que os nossos filhos se tornem consumidores compulsivos. É preciso haver um equilíbrio.
Fonte: educafinanceira.com.br
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A prática dessa arte tão suave para crianças traz diversos benefícios que agregam na formação e desenvolvimento de uma criança sadia, focada, além do fato de conviver num ambiente que estimula a tomada de decisões.
A luta diária não é levada somente ao tatame, mas à vida destes pequenos que estão crescendo e buscando seu lugar ao sol.
As aulas de jiu-jitsu para crianças têm por objetivo melhorar a concentração, proporcionar auto-estima, disciplina e saúde com total segurança.
Muito mais do que apenas golpes e posições marciais, essa modalidade busca fortalecer a relação de amizade entre os pais e os filhos, formar o caráter e possibilitar que a criança atinja a adolescência com seus princípios morais muito bem formados.
Tendo em vista que a criança de hoje, é o formador de opinião de amanhã, um bom professor de Jiu Jitsu não tem como objetivo formar campeões e sim formar pessoas vitoriosas na vida.
Em toda aula e atividade há sempre uma relação muito próxima com a realidade do dia-a-dia, preparando as crianças para o futuro com responsabilidade e segurança.
Todas as atividades dentro do tatame envolvem um clima de parceria, por conta das posições realizadas, o que desenvolve no aluno o espírito de equipe, valores de amizade e companheirismo.
Por as crianças estarem aprendendo como as coisas funcionam, os benefícios são enormes, pois elas não tem certos vícios que nós adultos temos.
E Os benefícios para as crianças não são apenas físicos, o grande diferencial do jiu jitsu para as crianças pode ainda ser o benefício psicológico que o jiu jitsu proporciona, o que ajuda muito na formação de adultos de bom caráter e de bons princípios.
As crianças aprendem na prática a competir com honestidade; Ser humilde, reconhecendo os erros e acertos; Cair, levantar e recomeçar; Desfrutar das amizades dos colegas.
Como um esporte de contato, o Jiu Jitsu brasileiro oferece um ambiente desafiador, porém seguro que permite a criança amadurecer para se tornar um adulto campeão da vida.
A prática do Jiu Jitsu infantil vai muito além das conquistas do tatame. A disciplina e excelência exigidos pelos instrutores muitas vezes reflete positivamente no comportamento da criança em casa e na escola.
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Médica, educadora e feminista, mulher que deu nome a uma revolução na escola inspira transformações em várias áreas do conhecimento
Maria Tecla Artemesia Montessori nasceu em 1870 em Chiaravalle, Itália. O pai era um oficial do Ministério das Finanças e a mãe, uma mulher bem educada para os parâmetros da época.
Os dois queriam que ela fosse professora mas, em 1896, tornou-se a primeira mulher no país a se formar em medicina, pela Faculdade de Medicina da Universidade de Roma, com foco na neuropatologia.
Como não se admitia uma mulher examinando o corpo de um homem, não pôde exercer a profissão, iniciando um trabalho com crianças com necessidades especiais na clínica da universidade.
Observando crianças que brincavam nas ruas e percebendo as necessidades infantis, Maria Montessori começou a experimentar procedimentos e criou um espaço educacional, batizado por ela de “Casa dei Bambini”, ou “Casa da Criança” (não era feita para crianças, mas era das crianças).
Resolveu estudar pedagogia e começou a criar técnicas para que os pequenos aprendessem a conhecer o mundo e a desenvolver sua aptidão para organizar a própria existência. Por volta de 1907 surgiu o Método Montessori, que compreende um conjunto de teorias, práticas e materiais didáticos.
A proposta partia da criação de um ambiente mais criativo e estimulante, onde a criança fosse capaz de aprender por meio das próprias experiências, desenvolvendo-se de forma espontânea e saudável.
Com base em anos de observação, Montessori concluiu que o desenvolvimento se dá em “períodos sensíveis” e em cada época predominam características e sensibilidades específicas.
Sem deixar de considerar o que há de individual, a educadora traçou perfis de comportamento e de possibilidades de aprendizado para cada faixa etária, dividindo o método em seis pilares: autoeducação, educação como ciência, educação cósmica, ambiente preparado, adulto preparado e criança equilibrada.
Ela defendia que todos os princípios devessem funcionar em união para que a criança se desenvolvesse de forma completa e equilibrada, tendo a felicidade como uma das provas de sucesso do processo educacional.
O método tem sido utilizado em escolas em todo o mundo, do berçário ao ensino médio, e também em escolas especiais, clínicas de psicopedagogia e nos lares.
Clínicas de repouso aproveitam características do método montessoriano para o tratamento de demência e Alzheimer e iniciativas empresariais aplicam alguns princípios para o desenvolvimento de negócios.
Algumas das maiores personalidades do mundo moderno foram educadas no método montessoriano, entre eles, os fundadores da Google Sergey Brin e Larry Page.