Mais que um Logo, um Destino: Por que a Prisma mudou?

Mais que um Logo, um Destino: Por que a Prisma mudou?

Mais que um Logo, um Destino: Por que a Prisma mudou? Mudar não é apagar o passado. Mudar é dar cor ao futuro que já estamos construindo.

Por: Cláudia Menezes

Se você caminha pelos corredores da Escola Prisma hoje, você vê movimento. Vê andaimes, sente o aroma da transformação e percebe que algo grande está acontecendo. Mas, para entender a nova marca que agora estampa nossas fardas e comunica nossa alma, precisamos olhar para trás — mais precisamente, para mais de 30 anos atrás.

O Peso de mais de 30 Anos de Afeto

A Escola Prisma nasceu com uma missão clara: ser o Segundo Lar de cada criança que passasse por nossas mãos. Construímos um legado baseado no afeto, na metodologia Montessori e no respeito à individualidade. Durante três décadas, fomos a base sólida, o “lápis no papel” que ajudou a escrever milhares de histórias de sucesso em Juazeiro e Petrolina.

Mas o mundo que essas crianças vão herdar mudou drasticamente. E uma escola que se preza não pode apenas ensinar o que já foi; essa escola precisa arquitetar o que será.

Por que a Evolução agora?

A nossa nova marca não surgiu de um desejo estético. Ela surgiu de uma necessidade estratégica. O triângulo que você vê no nosso novo ícone representa a estabilidade das nossas páginas de conhecimento, mas as linhas que se conectam mostram que agora somos um Ecossistema.

O mundo de 2026 exige mais do que conteúdo; o mundo exige ferramentas de vida. Para que nossos alunos sejam protagonistas em um cenário global, precisávamos dar nomes e métodos a três pilares essenciais que sempre estiveram no nosso DNA, mas que agora ganham vida própria:

  1. A Voz (eCho): A inteligência em conexão. Onde o inglês não é uma matéria, mas a ponte para o mundo.
  2. A Lógica (Tech-Pulse): A inteligência em movimento. Onde a tecnologia é usada para criar soluções, não apenas consumir telas.
  3. O Ritmo (Flow): A inteligência em harmonia. Onde a nossa “sala de aula líquida” ensina resiliência e autodomínio.

O Casulo e a Borboleta

Sabemos que reformas físicas trazem poeira e barulho. Mas, como sempre digo à nossa equipe: estamos em um casulo. A estrutura externa está se adequando à excelência interna que nunca deixou de existir.

A nova marca Escola Prisma é o nosso compromisso público de que continuaremos sendo o seu Segundo Lar, mas agora com as janelas abertas para o mundo inteiro. Somos a tradição que você confia, com a inovação que o seu filho precisa e merece.

Sejam bem-vindos à Nova Era Escola Prisma. O futuro, como sempre, começa com um Abraço.

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Mais que “Head, Shoulders, Knees and Toes”: Por que a Musicalização é a Chave para o Inglês Fluente na Escola Prisma

Mais que “Head, Shoulders, Knees and Toes”: Por que a Musicalização é a Chave para o Inglês Fluente na Escola Prisma

Mais que “Head, Shoulders, Knees and Toes”: Por que a Musicalização é a Chave para o Inglês Fluente na Escola Prisma. Faça um teste rápido: tente lembrar a fórmula de Bhaskara que você aprendeu no ensino médio. Agora, tente lembrar a letra de uma música que você ouvia quando tinha 6 anos. Provavelmente, a música veio à sua mente instantaneamente, completa, com ritmo e emoção. A fórmula? Talvez nem tanto.

Por Equipe Pedagógica Escola Prisma • Tempo de leitura: 7 minutos

Isso não é coincidência; é Neurociência. Na Escola Prisma, nós entendemos que o cérebro da criança na Primeira Infância (0 a 6 anos) é uma máquina de absorção. Mas para que essa absorção aconteça de forma profunda e duradoura — especialmente no aprendizado de uma segunda língua como o inglês — precisamos do veículo certo.

Em nosso projeto pedagógico para 2026, abandonamos o ensino tradicional de “repetir palavras soltas” e abraçamos o English Through Music & Senses (Inglês através da música e dos sentidos). Não se trata apenas de cantarolar. Trata-se de usar a melodia como uma ponte direta para a fluência.

Descubra agora por que as aulas de inglês do seu filho na Escola Prisma parecem mais uma “Broadway” pedagógica do que uma sala de aula comum.

1. O Fenômeno do “Earworm”: Hackeando a Memória de Longo Prazo

Você já ficou com uma música “grudada” na cabeça? Em inglês, chamamos isso de Earworm (verme de ouvido). Na educação, isso é ouro.

A neurociência explica que música e linguagem compartilham as mesmas redes neurais. Na Escola Prisma, não obrigamos a criança a decorar “The book is on the table” (“O livro está sobre a mesa”). Nós cantamos canções que contextualizam as preposições (in, on, underdentro, em cima, embaixo) dentro de uma história melódica. O resultado? A criança internaliza a gramática sem nunca ter estudado uma regra. Ela aprende sentindo, e o que se sente, não se esquece.

2. TPR (Total Physical Response): O Corpo não Mente (e não Traduz)

Um dos maiores erros das escolas de idiomas tradicionais é ensinar traduzindo: “Crianças, ‘Jump’ significa ‘Pular’“. Isso cria um “vício de tradução” no cérebro.

Na metodologia Montessori da Prisma, usamos a técnica do TPR – Total Physical Response (Resposta Física Total) alinhada à música. Quando a música diz “Jump!”, ninguém traduz. O Guia pula, e as crianças pulam junto. O cérebro associa o Som (a palavra em inglês) diretamente à Ação (o movimento do corpo). Isso elimina o intermediário (o português).

3. A Orquestra das Idades Mistas: Liderança e Neurônios-Espelho

Como funciona uma aula de música em uma sala com crianças de 3 a 6 anos misturadas? Aqui entra o poder dos Neurônios-Espelho (células do cérebro que nos permitem aprender observando o outro).

  • Os Pequenos (3-4 anos): Eles aprendem por imitação e admiração, absorvendo o ritmo antes mesmo de falar as palavras.

  • Os Maiores (5-6 anos): Eles assumem o papel de líderes. Ao “ensinar” a coreografia para o colega menor, eles consolidam o próprio conhecimento e desenvolvem uma confiança absurda na oratória.

4. O “Banho de Linguagem” (Language Bath) e as Rotinas Cantadas

Você já notou como gritos e ordens geram estresse? Na Escola Prisma, substituímos as ordens por Transition Songs (Músicas de Transição).

O inglês não acontece apenas na “hora da aula”. Ele permeia a rotina. Quando começa a tocar a “Clean Up Song” (Música da Limpeza/Organização), a sala inteira sabe, intuitivamente, que é hora de organizar o ambiente. Quando cantamos a “Hello Song” (Música do Olá/Boas-vindas), estabelecemos o vínculo afetivo do dia. Isso cria um Language Bath (Banho de Linguagem), onde o inglês é funcional, útil e agradável.

5. Afinando o Ouvido para o Futuro (Pronúncia e Acentuação)

Muitos adultos têm dificuldade com sons que não existem no português. A musicalização é um treino auditivo de alta precisão. Ao cantar, a criança imita naturalmente os linking sounds (sons conectados, quando uma palavra emenda na outra).

Nossos alunos estão “afinando o instrumento” (o ouvido) para que, no futuro, falar inglês seja tão natural quanto respirar, sem bloqueios de vergonha ou sotaques carregados.

Conclusão: Alegria é Coisa Séria Maria Montessori dizia que “a primeira tarefa da educação é agitar a vida, mas deixando-a livre para que se desenvolva”. Na Escola Prisma, acreditamos que a música é a melhor forma de “agitar a vida”.

O Convite: Venha Ouvir a Diferença Convidamos você para assistir a um de nossos Circle Times (Momentos de Roda). Venha ver como crianças de 3 a 5 anos cantam, interagem e aprendem inglês com sorrisos no rosto. Não escolha apenas uma escola. Escolha o futuro do seu filho. Conheça o Ecossistema Montessori da Escola Prisma: onde a neurociência e o acolhimento se encontram para formar líderes.

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Escola Prisma: Onde o Inglês toca o coração e a mente.

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Escolha o Método Montessori

Escolha o Método Montessori

Escolha o Método Montessori, saiba por que

Você provavelmente já ouviu falar do método Montessori de ensino. Apesar de existir há um século, o modelo pedagógico se tornou conhecido nos últimos anos. Se você não sabe direito do que estamos falando, calma. Abaixo vamos explicar o que é o método Montessori, como funciona e quais as vantagens de matricular sua criança em uma escola montessoriana como a nosso, a Escola Prisma de Educação Infantil, e Ensino Fundamental!

Ao matricular seu filho numa escola montessoriana, a família escolhe, também, uma prática educativa norteada pelo Sistema Montessori de Ensino, criado pela Dra Maria Montessori. Então, escolha o Método Montessori.

O Sistema Montessori de Ensino reúne diferentes aspectos para uma prática pedagógica que se apoia em ambientes estruturados para estimular a ação da criança e proporcionar um processo de auto educação, atividades manipulativas de livre escolha que respeitam a manifestação dos diferentes tipos de inteligência, classes de idades mistas com possibilidades de vivências sistemáticas que levam à construção da segurança, da autonomia, da cooperação mútua e da vivencia do verdadeiro espirito de uma comunidade, que sedimenta o surgimento do cidadão competente e ético.

A primeira infância (0 a 5 anos)

A primeira infância (0 a 5 anos) são os mais importantes anos na vida de uma pessoa. É neste período que todos os tipos de habilidades – físicas, cognitivas, emocionais, sociais e artísticas – se desenvolvem mais facilmente, o que servirá como base para a vida futura do indivíduo. A Dra. Maria Montessori sempre enfatizou a importância e a necessidade da educação precoce. Ela defendeu a existência de Períodos Sensíveis do Desenvolvimento, que são períodos que determinam o desenvolvimento da maioria de nossas habilidades.

Se a criança não for exposta a estímulos e experiências adequadas durante tais períodos, o desenvolvimento das respectivas habilidades pode ficar seriamente comprometido ou pode não acontecer. Para saber mais sobre os Períodos Sensíveis do Desenvolvimento, Além de possibilitar às crianças o desenvolvimento de suas habilidades, talentos e aptidões inatas, o Método Montessori apresenta muitas outras vantagens em comparação com o sistema de ensino tradicional.

Educação Tradicional

A educação tradicional é baseada na transmissão de informações do professor para a criança, que “aprende” de forma passiva, através de estratégias como a repetição, conteúdos sem qualquer conexão com sua realidade. Existe um único método de ensino que não respeita a individualidade das crianças e ao qual todas devem se adaptar. Os diálogos, o movimento e toda a espontaneidade das crianças são desencorajados e exigir das crianças uma atitude passiva, imóvel e silenciosa significa, basicamente, contradizer os princípios da natureza sobre como os processos de aprendizagem e desenvolvimento ocorrem.

Tudo isso frequentemente torna a escola e a aprendizagem desinteressantes e enfadonhas para as crianças. Essa percepção, em alguns casos, pode levar à evasão escolar e/ou ao desencantamento sobre o próprio processo de aprendizagem. A razão pela qual muitas pessoas desistem da educação é porque ela não alimenta o seu espírito e não desperta paixão. O ser humano tem, naturalmente, uma ânsia por conhecer e o desencantamento sobre a aprendizagem é uma das mais graves consequências do modelo tradicional de educação. Aprender pode e deve ser divertido e prazeroso!

O Método Montessori

Já o método Montessori não impõe aprendizados, atividades ou conteúdos sobre a criança. Ao contrário, ele permite que a natureza da criança siga o seu curso ao desenvolver-se espontaneamente, a partir de interações com o ambiente. É dado à criança um ambiente rico em possibilidades de aprendizagem e liberdade, para que ela escolha aquilo que deseja aprender, em seu próprio ritmo. O papel do professor é apenas observar a criança, preparar o ambiente e guia-la em seu processo de aprendizagem, de modo que ela possa encontrar tudo o que precisa para se desenvolver em cada estágio.

Outro aspecto importante do método Montessori é que o método montessori visa preparar a criança para a vida. Para isso, as atividades visam o desenvolvimento da autonomia e devem, o tanto quanto possível, retratar a vida. A aprendizagem social e emocional é também um aspecto muito importante do método Montessori. Diferente do ensino tradicional que utiliza métodos coercivos – como ameaças, punições e recompensas – o método Montessori, por sua vez, utiliza o diálogo e bom relacionamento entre professor e aluno. Acredita-se que a criança tem dentro de si uma pulsão por aprender e se desenvolver e isso é uma motivação suficiente, não sendo necessária a utilização de métodos coercivos.

Criatividade e o Talento

A Dra. Montessori também verificou através de muitos anos de observação que quando a criança tem suas necessidades de desenvolvimento atendidas, ela naturalmente apresenta um comportamento pacífico, amoroso e cooperativo. Há algumas décadas, o maior diferencial para o sucesso profissional e social era ter um curso superior. No entanto, segundo projeções da UNESCO, nos próximos trinta anos mais pessoas terão formação superior do que em toda a história da humanidade. Isso nos força a rever nossos conceitos sobre o que é a educação ideal, visto que o diploma universitário pode não mais ser um diferencial e, então, outras qualidades podem ser consideradas essenciais, como a criatividade e o talento.

O talento humano é extremamente diverso e as pessoas têm diferentes aptidões. Deve ser o papel da escola propiciar oportunidades para que os talentos se revelem. Um aspecto fundamental do método Montessori é que ele possibilita à criança o desenvolvimento de importantes habilidades para a vida, assim como o desenvolvimento de seus talentos e aptidões inatas, no momento mais adequado para que este desenvolvimento ocorra, aproveitando os períodos sensíveis durante a primeira infância.

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Crianças sobre dinheiro e outros valores

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Se seu filho já está aprendendo a contar, é hora de começar a falar sobre dinheiro com ele. Mas ensinar o valor de notas e moedas é só o primeiro passo.

Tem dúvidas de como abordar o assunto? Tem medo de confundir ainda mais a cabeça do seu filho?

 

 

Veja algumas formas de ensinar seu filho a lidar com dinheiro e respeitar o valor das coisas:

  • 1 – AVALIE A POSSIBILIDADE DE DAR MESADA

    Não é uma regra, mas uma mesada ou semanada pode ser uma boa forma do seu filho começar a lidar com dinheiro e aprender na prática. A quantia pode começar pequena, desde que a criança seja estimulada a fazer algumas operações com aquele dinheiro. A partir dos sete anos, esse pode ser um bom exercício.

 

  • 2 – NÃO ASSOCIE MESADA COM NOTAS

    Estudar é responsabilidade da criança. O resultado disso virá com o tempo, tornando-se um adulto mais educado e bem sucedido. Logo, a mesada não deve ser dada como uma premiação pelos estudos.

 

  • 3 – ESTIMULE A POUPANÇA

    Uma das primeiras operações que a criança deve ser incentivada a fazer é guardar o dinheiro que ganha. Quando a prática começa cedo, é mais fácil criar o hábito. Saiba mais sobre a poupança do Sicoob: http://liberteseuporquinho.com.br/


 

  • 4 – INCENTIVE OBJETIVOS

    Uma das formas de ensinar seu filho a poupar é incentivando-o a guardar dinheiro para algo que ele queira muito, como ir a um parque, comprar um novo jogo ou outro brinquedo, etc.

    E a prática pode começar com o famoso porquinho. Vale até adesivá-lo com o nome ou o desenho do objetivo (exemplo: economias do Theo para o carrinho).

 

  • 5 – VALORIZE O CONSUMO CONSCIENTE

    Incentivar a consumir água e energia com moderação também faz parte da educação financeira do seu filho. Bem como ensinar o real valor das coisas. Não permita, por exemplo, que seu filho seja displicente com as coisas que compra nem as desperdice.

 

  • 6 – ESTIMULE O DESAPEGO

    Que tal fazer aquela faxina no armário do filhote e aproveitar para dar uma lição de generosidade? Pelo menos uma vez ao ano, chame seu filho(a) e faça, junto com ele(a), uma triagem de roupas e brinquedos para doação.

    É importante a presença da criança. Ela pode resistir da primeira vez a doar suas coisas, mas você deve mostrar a importância de abrir espaço para o novo e de ser generoso com o próximo.

 

  • 7 – EXPLIQUE PORQUE NÃO COMPRA ALGO

    Se você não compra algo, pois considera que é caro, que não é necessário, que excede seus gastos ou seu salário, tenha paciência e explique exatamente isso a seu filho. Ele precisa começar a entender limites também. Saiba dizer não. E explicar o porquê.

 

  • 8 – ENSINE A DIFERENÇA ENTRE QUERER E PRECISAR

    Existem produtos necessários, como os de alimentação, vestuário e limpeza. E muitas outras coisas que ele apenas quer. Explique desde cedo essa “simples” diferença.

 

  • 9 – AULAS NO SUPERMERCADO. DISCUTA GASTOS

    Ensinar educação financeira também é ensinar a fazer escolhas, eleger prioridades e economizar. Então, escolha um dia e leve seu filhote para uma aula no supermercado. Ensine-o a escolher produtos em promoção; mostre como produtos da época são mais baratos e deixe seu filho escolher apenas um produto para levar (ele deve querer vários, mas terá de priorizar um só).

 

  • 10 – CONVERSE SOBRE SEU TRABALHO E SALÁRIO

    Seja franco. A criança deve aprender sobre o esforço que você faz para ganhar o salário. E você também pode mostrar, mesmo que simplificadamente, a seu filho todas as contas que precisam ser pagas com esse valor. Além de relembrá-lo da parte que precisa ser poupada, em prol, inclusive, dele próprio.

 

  • 11 – DÊ TEMPO EM VEZ DE PRESENTES

    Presentes, produtos e dinheiro não substituem a sua companhia. Passe tempo de qualidade com seu filho. Assim, além de educação financeira, você pode ensinar muitos outros valores.

 

  • 12 – DÊ O EXEMPLO.

    Lembre-se que as crianças aprendem, acima de tudo, espelhando-se nas pessoas com quem convivem. Se você der o exemplo, seu filho vai aprender.


 

Fonte: oseudinheirovalemais.com.br

Jiu-jitsu brasileiro

Jiu-jitsu brasileiro

Jiu-jitsu brasileiro (em japonês: ブラジリアン柔術, Burajirian jūjutsu), Brazilian Jiu-Jitsu ou Gracie Jiu-jitsu.

Jiu-jitsu é uma arte marcial, estilo de judô, desenvolvido pela família Gracie, no início do século XX, que se tornou a forma mais difundida e praticada do jiu-jitsu (exceto o judô) no mundo, principalmente depois das primeiras edições dos torneios de artes marciais mistas (MMA), o UFC, nos idos da década de 1990.

 

Apesar do nome da modalidade ser jiu-jitsu, na verdade, a modalidade foi desenvolvida como especialização e ênfase das técnicas de controle e luta de solo, ne waza e katame waza, e com menos ênfase às técnicas de luta executadas de pé, tate waza, das técnicas de judô, de Mitsuyo Maeda, representante direto do Instituto Kodokan.

Por não serem o foco principal da modalidade, os golpes de até waza e kansetsu waza, acabam tendo papel coadjuvante e/ou intermédio para a execução de um golpe final de submissão do adversário.

O nome do estilo de luta da família Gracie permaneceu como jujutsu, porque na época em que os irmãos Carlos e Hélio Gracie, principalmente, finalizaram seu repertório, o nome “judô” ainda não era de uso comum mas Kodokan jujutsu.

 

O criador do estilo foi, em princípio, Carlos Gracie, que adaptou o judô com especial apreço à luta de solo, haja vista que seu porte físico punha-lhe em severa desvantagem contra adversários de maior porte.

Partindo do princípio de que numa luta de solo, quando projeções ou mesmo chutes e socos não são eficientes, mas alavancas, sim, o porte físico dos contendores torna-se de menor importância. Nessa situação, aquele que tiver mais técnica possuirá consequentemente a vantagem.

 

Se não foram originais em adaptar uma arte marcial provecta, haja vista que no Japão isso já há muito ocorrera com o aiquidô e o próprio judô, oriundos do Jiu-jitsu, com o caratê, oriundo do te-jutsu de Okinawa, ou mesmo no resto do mundo como o krav maga (Israel) ou a capoeira regional (Brasil), Carlos Gracie e depois Hélio Gracie foram originais em criar um paradigma que prima pela efetividade.

Comprovado o seu sucesso em competições, o Jiu-jitsu brasileiro serviu de cerne do que viria a ser a modalidade artes marciais mistas.

 

Graduação

Adotam-se as seguintes divisões de faixas no jiu-jitsu desportivo brasileiro para seus praticantes, conforme suas experiências e habilidades: e cada associação, federação ou demais tem seu edital particular, sancionado por uma  Lei Federal nº. 9.615 de 24 de março de 1998, mais conhecida como Lei Pelé.

  • Branca (iniciante, qualquer idade)
  • Cinza (4 a 6 anos)Amarela (7 a 15 anos)
  • Laranja (10 a 15 anos)
  • Verde (13 a 15 anos)
  • Azul (16 anos ou mais (até 4 grau)
  • Roxa (16 anos ou mais (até 4 grau)
  • Marrom (18 anos ou mais (até 4 grau))
  • Preta (19 anos ou mais (até o sexto grau)
  • Vermelha e Preta (sétimo grau -Título de mestre)
  • Vermelha e Branca (oitavo grau) (Criada pela IBJJF em 2012)
  • Vermelha (nono grau) Título de Grande mestre – Vários Mestres Brasileiros (somente alcançado por brasileiros).
  • Vermelha décimo grau. O último grau foi dado somente aos criadores do Jiu-Jitsu brasileiro; somente os mestres Carlos Gracie, George Gracie, Oswaldo Gracie, Gastão Gracie, Julio Secco, Hélio Gracie, Armando Wriedt (ainda em vida).
  • * Algumas Confederações e federações adotaram um meio de proteção contra a banalização do Jiu jitsu Brasileiro deixando os estrangeiros chegar até 4º grau de faixa preta.

 

Critérios de Graus

Os critérios de graus na faixa preta variam de acordo com suas respectivas ligas, associações, federações e Confederações por Edital desde a Leí de 1998:

  • 1º ao 3º – dois a três anos cada,
  • 4º ao 6º – três a cinco anos cada,
  • 7º ao 8º – cinco a dez anos cada,(Mestre)
  • 9º – Grau Alcançado Apenas por Brasileiros.(Grande Mestre)
  • 10º – Reservado apenas aos criadores da modalidade

 

Técnicas, golpes e regras do Jiu-Jitsu

O jiu-jítsu brasileiro tradicionalmente é lutado com quimono trançado (embora haja a modalidade “jiu-jítsu sem quimono”) e as técnicas visam a levar o adversário a uma posição chamada de “finalização”, o que significa que, se levada adiante, causaria a fratura de um osso ou a morte por estrangulamento/esganamento. A posição de finalização pode ser:

  • reconhecida intencionalmente e manifestamente pelo derrotado através de três tapas seguidos com a mão (ou, se as duas mãos estiverem presas, com o pé) no solo (tatame), no próprio corpo ou no do adversário; ou ainda por qualquer manifestação verbal que indique o desejo de parar a luta.
  • reconhecida não intencionalmente pelo derrotado, através de gritos como “ai”.
  • requerida pelo técnico ou treinador do derrotado.
  • avaliada pelo árbitro (nocaute técnico).

Quando o tempo da luta se exaure sem que haja uma finalização, é declarado vencedor aquele que ganhou mais pontos ou, em caso de empate, mais vantagens. Se persistir o empate, há a contagem por punições e, sucessivamente, uma avaliação subjetiva da arbitragem.

São contados dois pontos para queda, dois pontos para raspagem (derrubada de adversário já no solo), três pontos para passagem de guarda (situação em que o lutador consegue transpor as pernas do adversário, chegando à posição lateral, terminando numa imobilização estabilizada em três segundos), quatro pontos para montada ou ataque pelas costas colocando os ganchos.

São contadas vantagens para passagens ou montadas não estabilizadas, bem como golpes encaixados que não resultem em finalização.

A punição pode ocorrer em várias situações, notadamente, em caso de pouca combatividade (“amarração”) de quem estiver em vantagem, aproveitando-se de tal situação para deixar o tempo passar sem risco de reversão, mesmo após três advertências ocorrerá a eliminação do atleta.

 

 Alguns dos golpes mais conhecidos:

  • De braço: arm-lock, chave americana, chave kimura (americana invertida), chave de bíceps, omoplata.
  • De mão: mão de vaca.
  • Estrangulamentos: mata-leão, triângulo, ezequiel.

 

Golpes proibidos (CBJJ)

De 4 a 12 anos

  • Chave de bíceps
  • Triângulo puxando a cabeça
  • Mata leão
  • Ezequiel
  • Chave de panturrilha
  • Gravata técnica de frente
  • Kanibasami(tesoura)
  • Chave de calcanhar
  • Omoplata de mão

 

De 13 a 15 anos

  • Chave de bíceps
  • Triângulo puxando a cabeça
  • Chave de pé (todas as formas)
  • Cervical
  • Mata leão de frente
  • Ezequiel
  • Chave de panturrilha
  • Kanibasami(tesoura)
  • Chave de calcanhar

 

De 16 a 17 anos e adulto faixa branca

  • Cervical
  • Chave de bíceps
  • Mata leão no pé
  • Kanibasami(tesoura)
  • Chave de calcanhar

 

De adulto a sênior 5 (faixas azul e roxa)

  • Mata leão no pé
  • Bate estaca
  • Cervical
  • Chave de bíceps
  • Chave de panturrilha
  • Kanibasami(tesoura)

 

Adulto a sênior 5 (faixas marrom e preta)

  • Cervical
  • Kanibasami(tesoura)
  • Chave de calcanhar

 

Associações de Jiu-Jitsu no Brasil

 


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Os benefícios do Ballet clássico para crianças

Os benefícios do Ballet clássico para crianças

Dançar não só é divertido. Conheça os benefícios do Ballet para as crianças

O Ballet clássico é uma das danças mais recomendadas às crianças quando são pequenas. O Ballet favorece a criatividade, a musicalidade e o trabalho em grupo. Conheça mais sobre os benefícios do Ballet clássico para as crianças.

Dançar não só é divertido como também muito favorável ao bem-estar físico e emocional das crianças. Além de melhorar a coordenação motora, a dança também ajuda a criança a ser mais disciplinada e mais esforçada.

 

O que é o Ballet clássico

 O ballet clássico consiste em unir a técnica, a música e a atuação nos movimentos. São habilidades que as crianças vão adquirindo pouco a pouco através de exercícios e posturas. Exige disciplina, boa postura e ritmo. Com o ballet, as crianças podem desfrutar de muitos benefícios como:

  • melhora da coordenação motora;
  • aumenta a concentração;
  • noções de espaço e de localização;
  • aumenta a flexibilidade;
  • mais resistência corporal;
  • corrige e melhora a postura;
  • estimula o desenvolvimento intelectual
  • ajuda a expressão e memória
  • aumenta a auto-estima
  • ajuda a fazer amigos
  • melhora o equilíbrio e reflexos

 

O ballet clássico segundo a idade da criança

O ballet clássico se divide em 2 diferentes categorias, segundo a idade da criança: a baby class y ballet infantil.

 

A baby class está direcionada a crianças de 3 a 6 anos de idade. O principal objetivo das aulas é divertir e estimular a imaginação da criança. As crianças brincam, jogam, se divertem e aprendem ao mesmo tempo.

 

Elas aprendem exercícios com movimentos que estimulam a motivação, a criatividade e a expressão. Nesta fase, a criança aprende a ser mais independente e a controlar as suas habilidades motoras e intelectuais, e a reconhecer as suas capacidades.

 

O ballet infantil está direcionado às crianças maiores de 7 anos já que exige mais disciplina, mais musicalidade e domínio do seu corpo. Através de uma sequência de exercícios, as aulas seguem movimentos básicos com exercícios de barra e de centro, que têm como meta desenvolver e fortalecer a musculatura das pernas, a postura do corpo e a coordenação motora.

 

MUITO IMPORTANTE:

Os pais não devem obrigar nem pressionar a criança a fazer Ballet. É importante que a criança curta e sinta prazer com a prática desta atividade. O ballet clássico possui os 7 movimentos básicos de qualquer outra atividade física: saltar, estirar, dobrar, elevar, girar, deslizar, lançar-se ou pular.

 

Fonte: guiainfantil.com


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