Tios e sobrinhos, uma relação que marca a vida

Tios e sobrinhos, uma relação que marca a vida

Eles não são pais, mas são família e ótimas referências para nossos filhos. Incentivar esse relacionamento é divertido e importante para o desenvolvimento da criança

Tios e sobrinhosHá 13 anos, a maioria dos fins de semana de Tiago Afonso, chief marketing officer, de 35 anos, tem roteiro certo: pegar os sobrinhos e fazer algum passeio ou, simplesmente, visitá-los. Começou com Lucca e vem se repetindo com Theo, de 6 anos, e com a Sofia, também de 6 anos (na foto acima, todos juntos).

“Desde pequeno, eu pegava o Lucca no sábado pela manhã e passava o dia brincando com ele. Já tinha uma coisa de fim de semana do titio. E eu fazia questão de estar presente em momentos importantes.

O primeiro corte de cabelo foi comigo. Fui eu também quem o levou ao cinema pela primeira vez. Brinco com meu irmão que é uma guarda comungada”, conta.

Com os dois mais novos, Tiago também está sempre presente. Theo vai para a sua casa e é o seu companheiro de videogame até a madrugada. Também gostam de conversar sobre filmes, pessoas e, claro, brincar muito. Já com Sofia, a relação é de pai. A menina mora com ele e está presente no dia a dia.

“É ela quem vai para a minha cama pela manhã toda descabelada, deixa bilhetinho embaixo do meu travesseiro, também pede ajuda para fazer a lição de casa e me espera para jantar”, diz.

Seu envolvimento com a sobrinha é tanto que ele ajuda a escolher a escola da pequena e até planejou suas férias este ano para levar Sofia para conhecer os parques da Disney. Claro que Tiago não poderia perder essa chance de estar presente num momento tão mágico!

Quando ela chega na cidade, já escuta: “Você sabe, né?”

Já a designer e florista Claudia Camargo, 42 anos, não se importa em se deslocar cerca de 200 km de São Paulo, onde mora, para visitar o sobrinho Murilo, 8 anos, em Rio Claro, no interior do estado. Quando ela chega na cidade, já escuta: “Você sabe, né?”

Tios e sobrinhos

É a maneira do menino convocar a tia para dormir com ele. Desde o nascimento, Claudia o acompanha e faz tudo que o menino quer. Andam de bicicleta juntos, viajam, jogam videogame, brincam, jogam bola, desenham ou só ficam sentados no gramado em frente à casa dele e não fazem nada.

“Eu e o Murilo temos muitas afinidades e isso nos une ainda mais. Por exemplo, só nós dois gostamos de desenhar, nós também adoramos personagens e coleções. Ele rouba coisas minhas e eu, dele”, conta.

O sentimento é o de mãe. “Fico arrasada quando vou para Rio Claro e não fico tempo suficiente com ele. Eu faria qualquer coisa pelo Murilo e se eu tivesse um filho queria que fosse exatamente como ele”, afirma Claudia.

Um tio, dois tios, três tios…

Existem muitos tipos de tios.

Aquele que está presente no dia a dia e é quase um pai. Aquele que leva para brincar e faz questão de estar presente na vida da criança e ainda aquele que mora longe, mas arruma uma maneira de demonstrar o amor pelos pequenos. Essa proximidade entre tios e sobrinhos é positiva e, segundo especialistas, deve ser fortalecida.

“Os tios são família e é importante a criança perceber que existe essa cooperação e que tem alguém fora da casa dela que também a ama e pode confiar.

Eles funcionam como um acréscimo de fonte de informação, ajudando as crianças a verem algumas coisas de outra forma”, explica a psicanalista Vera Ferrari Rego Barros, presidente de Departamento de Saúde Mental da Sociedade de Pediatria de São Paulo.

E mais: “Podem, também, ser confidentes, principalmente de adolescentes, porque tios estão em outro patamar. Os pais são mais críticos”, argumenta.

Além disso, os tios são uma fonte segura para treinar a autonomia dos filhos. É legal deixar que os pequenos passem o dia com os parentes e até dormir na casa deles. É um ensaio para verificar como as crianças irão se comportar longe dos pais.

Essa proximidade deve ser fortalecida de forma natural.

Enquanto ao tio cabe estar presente e disponível, seja para brincar, para uma conversa ou o que a criança necessitar, aos pais cabe a tarefa de incentivar esse encontro. Aí vale falar do parente para a criança, estimular que a criança telefone e frequente a casa dele.

Como a função dos tios não é educar – isso cabe, na maioria das vezes, aos pais –, a relação tende a ser mais leve e muito divertida. O tio pode levar para passear, o tio pode ajudar nas tarefas, o tio pode ser confidente, o tio torna-se um parceirão das crianças.

Mas justamente por não ter a obrigação de educar, essa relação pede cuidados. Respeitar as regras impostas pelos pais é uma delas. Se é proibido tomar refrigerante, por exemplo, isso tem que ser seguido. Se a criança tem que dormir cedo pois tem escola no outro dia, mesmo na casa dele, tem que adotar a regra.

A psicóloga infantil Suzy Camacho dá uma dica: “É legal combinar com os pais o que você vai fazer com a criança. Pode ser cinema e depois um lanche, um passeio no parque, brincadeira na piscina… Mas os pais devem saber o que está acontecendo”, diz.

Apesar de que o mimo é quase uma regra nessa relação, também é preciso prestar atenção o que se oferece ao sobrinho. “Nunca dê um presente maior do que aquilo que ele pode ter”, alerta Suzy.

Também é importante se autopoliciar. Tios se tornam referência para os sobrinhos, então alguns comportamentos devem ser evitados, como falar palavrões ou tomar bebidas alcoólicas em excesso na presença dos pequenos.

E, claro, cumpra o combinado com as crianças. Nada de deixar os sobrinhos esperando e não aparecer. A convivência é que cria essa afinidade entre vocês, então não vale decepcionar a turminha.

Além disso, o que vocês vivem será lembrado para sempre. Quem não se recorda das bagunças com os tios? E dos passeios? “É muito gostoso ter sobrinhos e conviver com eles. São momentos que ficarão guardados na memória”, finaliza Vera Ferrari Rego Barros.

(Fotos: Arquivos pessoais)

Fonte: disneybabble.uol.com.br

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Sete Maneiras de Oprimir Crianças

Sete Maneiras de Oprimir Crianças

Nenhum problema social é mais universal do que a opressão da criança. Para não errar nenhuma palavra desta frase, olho para cima, onde a citação de Montessori está pendurada, em minha lousa de estudo. Ela fica lá, para me lembrar todos os dias: hoje, você vai encontrar crianças, e hoje você vai encontrar adultos que ainda não pararam para pensar nas crianças. Liberte-as, permita que se libertem.

Nós, Montessorianos, vivemos em uma posição privilegiada e de grande responsabilidade:

por um lado, temos um conhecimento raro, compartilhado por poucos, que nos permite entender a vida, a civilização, a história e o ser humano de uma forma especial, que beira ou transborda o encanto e a magia.oprimir crianças

Por outro lado, está em nossas mãos e em nossas vozes fazer o século da criança. Montessori acreditou que o século da criança seria o XX. Mas não foi. O XX foi o século da Guerra. Está mesmo em nossas mãos cuidar para que este século termine com a libertação das crianças. Felizmente, isso parece provável.

Hoje, mais do que em qualquer momento da história, percebemos as diversas formas de opressão: a mulher, o negro, o pobre, o portador de deficiências ou necessidades especiais, todos estão sendo mais e mais notados, melhor e melhor vistos por si e pelos seus outros.

As lutas sociais ganham cada vez mais corpo e a compaixão ganha cada vez mais espaço no mundo, como valor pessoal, filosófico e político. Nosso tempo é um tempo de sorte para quem luta pela paz – segundo Montessori, é isso que fazemos.

É claro que nosso papel, portanto, é o absurdo. Nosso papel é o extremo e o inaceitável. Montessori disse que todo o seu método começou com uma heresia. Em retrospecto, podemos contar várias: crianças com Necessidades Educacionais Especiais podiam aprender; crianças podiam aprender sozinhas; crianças podiam ser respeitadas; crianças podiam ser deixadas em liberdade; a ajuda que pensamos dar é em verdade obstáculo ao desenvolvimento; o adulto é um tirano.

Não podemos, hoje, ter medo das heresias de Montessori.

Elas são urgentes como eram em 1907. E hoje, especialmente nas partes do mundo mais ligadas às lutas sociais, essas heresias, com algum esforço, podem encontrar espaço para crescer, florescer e frutificar. Assim, é uma série de heresias que quero propor aqui, listando maneiras por meio das quais oprimimos crianças. Como qualquer lista, ela será incompleta, e como qualquer lista, será mais absoluta, talvez, do que devesse.

Assim mesmo, desejo a propor.

Em nossa luta para libertar a criança do adulto precisamos pensar e repensar coisas, atitudes. Com a humildade (Montessori disse a humilhação mesmo) de aceitarmos quando estamos errados, e quando aquilo que nos parecia natural, até mesmo necessário, se mostra potencialmente errado, potencialmente desrespeitoso e opressor.

Então, à lista. Ela será pequena, mas eu sei que nos comentários ela poderá ficar muito maior, com a contribuição de todos vocês.

1. Nós tocamos crianças sem o convite delas.

Isso nos é vetado pelo primeiro princípio para educadores montessorianos, listado pela própria Maria Montessori. Mas nem sempre é um princípio que respeitamos, e nós tocamos crianças na escola, na rua, nas casas de outras pessoas sem que elas nos convidem de nenhuma forma.

Isso reforça a crença de que o corpo de um ser humano pertence a quem quiser tocá-lo. Nós sabemos as trágicas consequências desse tipo de crença.

2. Nós proibimos crianças de desempenharem ações perfeitamente razoáveis.

O motivo pelo qual fazemos isso geralmente é que estamos cansados ou que tememos que elas façam um estrago quando tentarem fazer o que querem. Nosso medo da incompetência alheia não deveria inibir o trabalho das crianças.

Novamente aqui, sabemos que a desconfiança sobre a competência de alguém que é diferente de mim só porque esse alguém é diferente de mim pode ter consequências muito ruins.

3. Nós rimos das contribuições sérias das crianças.

Sob o pretexto da fofura, nós gargalhamos frente à argumentação infantil séria. Qualquer adjetivo é cultural (o que não quer dizer que suas consequências sejam todas ruins ou que as consequências da crença não sejam neurológicas): achar crianças fofas, engraçadinhas, divertidas ou incríveis é cultural.

Nós podemos achar qualquer coisa. Mas não podemos rir diante de uma criança que, seriamente, busca conversar conosco ou contribuir para uma discussão.

4. Nós falamos com as crianças de formas que jamais falaríamos com adultos.

Damos ordens a nosso bel prazer, chamamos as crianças por adjetivos diversos, gritamos, perdemos a calma com rapidez, somos estúpidos, humilhamos e ofendemos. De acordo com os últimos capítulos de Mente Absorvente, as notas escolares entrariam no grupo das humilhações.

Nós não falaríamos com adultos assim (eu espero que não) e não podemos falar com crianças assim. Esse item também vai contra o décimo princípio de Montessori.

5. Nós não consideramos crianças como seres humanos normais.

Não existem (ainda bem!!!) programas de televisão sobre técnicas opressivas para fazer adultos comerem pratos com cinco ingredientes, sem ver TV, até o final. Existem dicas, conselhos, e eles têm como foco a saúde, simplesmente, não o ser inteiro.

Programas de TV sobre alimentação e disciplina infantil diminuem a criança a um animal de estimação e fazem com seres humanos o que Dr. Pet faz com cães.

6. Nós rimos das dores das crianças e as minimizamos.

Rir das falhas das crianças é rir das falhas de um ser humano que se esforça e não consegue. É rir de alguém que dá o máximo de si e erra. É rir de alguém que aposta tudo o que tem e perde.

Dizer que não foi nada quando uma criança se machucou, se chateou ou foi ofendida é dizer que não foi nada para um ser humano que sofre, que sofreu abusos, opressões, perdas. A compaixão pede de nós que superemos a tentativa de nos livrarmos rapidamente do problema e, aceitando que foi alguma coisa lidemos com ele.

7. Nós fazemos piadas sobre crianças entre adultos e usamos adjetivos ligados à infância como ofensa.

Memes, figuras, frases, tweets e posts sobre crianças que tenham como objetivo sua ridicularização são erros graves. É diferente de rir de uma situação, como rimos de situações entre adultos. A distinção é assim: se a piada diminui a criança pelo fato de ela ser criança, está errado e é opressão.

Também está errado usar “infantil”, “criancice”, “criança”, “bebezão” e outros termos ligados à infância como termos pejorativos para humilhar adultos.

Eu não planejei quantas formas de opressão colocaria na lista. Há muitas mais do que aparecem aí. Eu escrevi quantas couberam em uma página A4 com letra e espaçamento padrão. Quando descubro uma nova forma de opressão contra a criança, fico envergonhado e pensativo. Confuso também seria um termo adequado.

É minha esperança que todos fiquemos um pouco assim, e essa pequena lista nos faça (re)pensar. Nós não precisamos concluir. Alguém disse que a revolução não é um evento de um dia só. Mas nós não podemos parar de lutar.

Disse Montessori: continuamos porque precisamos, porque é assim que é e é assim que deve ser. Continuemos.
Fonte: http://www.metodomontessori.com.br

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Quarto Montessoriano: Crie um ambiente que estimula o aprendizado de seus filhinhos

Quarto Montessoriano: Crie um ambiente que estimula o aprendizado de seus filhinhos

A Pedagogia Montessoriana ou Método Montessori foi desenvolvida por volta de 1907, por Maria Montessori, primeira mulher da Itália diplomada em medicina. Além de médica, Maria Montessori era educadora e seu método propunha a criação de um ambiente de aprendizado mais criativo. Veja abaixo como criar um Quarto Montessoriano!

Quarto Montessoriano: Veja como criar um ambiente que estimula o aprendizado de seus filhinhos!

quarto montessorianoSeu trabalho enfatiza a importância de se criar um ambiente adequado para o desenvolvimento da criança, capaz de permitir a livre expressão de suas capacidades. Em um ambiente rico e estimulante, a criança torna-se capaz de aprender sozinha por meio de suas próprias experiências, desenvolvendo-se assim de forma espontânea, criativa e saudável.

Desta forma, Maria Montessori acreditava que a casa não deve ser para crianças, mas das crianças, ou seja, não organizada para sua chegada, mas estruturada a partir de sua criação. Assim, quando pensamos em uma decoração montessoriana, temos que ter em mente que a proposta é fazer um quarto pensado para o bebê e não para uso de adultos.

 

Também é importante ter uma perspectiva que vai além da aparência puramente decorativa. A prioridade é a liberdade que a criança deve ter. E este ponto é de fundamental importância, para o desenvolvimento da criatividade na criança.

Lembre-se: esse ambiente tem que ser pensado de forma que a criança fique segura e livre ao mesmo tempo. Tomadas e objetos pontiagudos devem ficar fora do alcance da criança. O objetivo do quarto montessoriano é promover a autonomia dos pequenos, para que a criança cresça com mais independência, mas ainda é preciso monitorá-la com frequência.

 

Quarto montessoriano: Acessibilidade, entenda o conceito!

Você já ouviu falar sobre o conceito Montessori? Ele foi criado por Maria Montessori, uma médica e educadora italiana no século XX, e nunca esteve tão atual. A proposta desse método é estimular a criatividade e a autonomia das crianças, para que se expressem e aprendam por meio da liberdade.

Segundo a linha, os ambientes devem ser adaptados para os pequenos da maneira como eles enxergam o mundo – e tudo isso pode ser também aplicado na hora de montar o quartinho do filhote.

 

Proposta de decoração do quarto montessoriano

A proposta de decoração montessoriana defende que é preciso tentar fazer com que tudo esteja ao alcance da criança e no seu campo visual, para que ela tenha acesso livre a todos os objetos e desenvolva autonomia. Para isso, use sempre muitas estantes baixas, cadeiras e mesas proporcionais ao seu tamanho e camas baixas, além de quadrinhos na parede e enfeites em geral.

Ao invés de camas altas, colchões no chão oferecem maior autonomia para as crianças – que podem deitar e levantar quando quiserem. Dispor os brinquedos de forma que elas possam pegá-los para brincar também é importante, dessa maneira, além do conceito de autonomia, o da organização também é trabalhado (afinal, os pequenos conseguirão guardar seus próprios objetos).

 

A ideia principal é que os filhotes explorem seu dormitório, para que cresçam livres e autoconfiantes.

Para ajudar você entender o que falamos neste post, selecionamos algumas fotos que mostram como o método pode ser aplicado nos quartos infantis. Veja e saiba mais um pouco sobre como montar o quarto Montessoriano para seus filhos!

 

 

quarto montessoriano

Os espelhos

Os espelhos que são usados na proposta do quarto Montessoriano servem para que as crianças possam se conhecer melhor. Mas não se esqueça: é muito importante que o objeto seja de acrílico e esteja bem fixado na parede para que assim não oferecer nenhum riscos aos pequenos.

 

 

quarto montessoriano por escola prisma

A importância dos livros

Todos nós sabemos da importância que os livros desempenham na educação de todos nós, principalmente na educação infantil. Então, para estimular ainda mais essa atividade tão importante que é a leitura, deixe os livros ao alcance dos pequenos.

 

 

quarto montessoriano infantil

O colchão no chão

Se você não acha legal e não quer colocar o colchão diretamente no chão, você pode optar por um estrado ou ou até mesmo um tapete de EVA embaixo do colchão.

 

 

quarto montessoriano 4

Tudo na altura das crianças

Repare como a disposição dos objetos está sempre na altura das crianças. Além dos tradicionais brinquedos, você também pode colocar diversos objetos da casa (utensílios de cozinha que não oferecem nenhum risco aos pequenos, como colheres de pau, copos de plástico entre outros) para que assim os pequenos possam explorar da várias maneiras.

 

 

quarto montessoriano 5

 


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Vacinação contra o HPV

Vacinação contra o HPV

Vacinação contra o HPV, Proteção para a menina, saúde para a mulher!

A infecção pelo HPV é a principal responsável pelo câncer do colo de útero. A cada ano, no Brasil, surgem 15 mil novos casos e 5 mil mulheres morrem. A vacina é a principal forma de prevenção, por isso é importante que toda a menina de 9 a 13 anos receba as três doses da vacina HPV. Ela é segura, de graça e está incluída no Calendário Nacional de Vacinação. Atenção: meninas que ainda não foram vacinadas, devem procurar uma Unidade de Saúde do SUS para receber a vacina, (Vacinação contra o HPV).

#VacinaHPV #ProteçãoPraMenina #SaúdePraMuher Vacinação contra o HPV

Vacinação contra o HPV

São vírus capazes de infectar a pele ou as mucosas. Há mais de 150 diferentes tipos de HPV – 40 deles podem infectar o trato genital. Alguns tipos de HPV podem provocar câncer e outros podem causar verrugas genitais.

Existem 12 tipos identificados como de alto risco (HPV tipos 16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 56, 58 e 59) que têm probabilidade maior de persistir e estarem associados a lesões pré-cancerígenas. O HPV de tipos 16 e 18 causam a maioria dos casos de câncer do colo de útero em todo mundo (cerca de 70%). O câncer do colo de útero é uma doença grave que pode levar ao óbito. No Brasil, é a terceira maior causa de morte entre as mulheres.

A vacina HPV quadrivalente confere proteção contra HPV 6, 11, 16 e 18, ou seja, abrange os dois principais tipos responsáveis pelo câncer do colo de útero. Com isso, a fim reforçar as atuais ações de prevenção do câncer do colo de útero, o Ministério da Saúde, com as Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde, dá continuidade à estratégia de vacinação contra o HPV.

Essa vacina foi incluída no Calendário Nacional de Vacinação do SUS em março de 2014, tendo como população-alvo as meninas de 11 a 13 anos de idade. Neste ano de 2015, a oferta da vacina foi ampliada para as meninas na faixa etária de 9 a 13 anos de idade.

O Ministério da Saúde adota o esquema vacinal estendido, composto por três doses (0, 6 e 60 meses), e a estratégia de vacinação mista, ou seja, a vacinação poderá ocorrer nas Unidades de Saúde do SUS e em parceria com as secretarias de saúde e educação.

Perguntas mais frequentes

Vacinação contra o HPV escola prisma

1. O que é o HPV?

O papilomavírus humano (HPV) é um vírus que infecta a pele e mucosas e pode causar câncer do colo de útero e verrugas genitais. Os tipos 16 e 18 causam em torno de 70% dos casos de câncer do colo de útero Já os tipos 6 e 11 são encontrados na maioria das verrugas genitais.

2. Como ocorre o contágio?

O vírus HPV é altamente contagioso, sendo possível contaminar-se com uma única exposição, e a sua transmissão acontece por contato direto com a pele ou mucosa infectada. A principal forma é pelo contato sexual, mas também pode ser transmitido de mãe para filho durante o parto. Embora seja raro, o vírus pode propagar-se também por meio de contato com a mão.

3. O que é câncer do colo de útero?

É o crescimento anormal de células no colo do útero. Essas alterações têm como principal causa a infecção por alguns tipos de HPV.

4. Quais são as formas de prevenção do câncer do colo de útero?

A vacinação contra o HPV é a forma mais eficiente de se proteger contra o câncer do colo de útero. Para prevenir, é preciso vacinar as adolescentes de 9 a 11 anos. É importante seguir fazendo o exame preventivo (Papanicolau) na vida adulta (idade entre 25 e 64 anos).

5. Como será Vacinação contra o HPV?

A vacina HPV estará disponível para adolescentes entre 9 e 11 anos, nas Unidades de Saúde do SUS ou nas escolas. A adolescente deverá tomar 3 doses da vacina. A primeira dose estará disponível em março de 2015, a segunda, em setembro de 2015, e a terceira será agendada para 60 meses após a data da primeira dose. Destaca-se que as meninas de 12 a 13 anos que ainda não foram vacinadas devem procurar uma Unidade de Saúde do SUS para tomar a vacina. É preciso completar o esquema vacinal, pois só com a segunda dose a adolescente estará protegida. Será utilizada a vacina quadrivalente HPV, que confere proteção contra quatro tipos (6, 11, 16 e 18).

6. Por que a Vacinação contra o HPV na adolescência?

Estudos mostram que a vacina tem maior eficácia se for administrada em adolescentes que ainda não foram expostas ao vírus, pois, nessa idade, há maior produção de anticorpos contra o HPV que estão incluídos na vacina.

7. Estatísticas sobre o HPV

100 países já utilizam a vacina HPV.

180 milhões de doses já foram aplicadas desde 2006.

5 milhões de meninas no Brasil foram vacinadas em 2014.

70% dos casos de câncer do colo de útero.

15 mil casos de câncer do colo de útero no Brasil.

5 mil óbitos de câncer do colo de útero no Brasil

8. Posso ter alguma reação depois de tomar a vacina HPV?

A (Vacinação contra o HPV) vacina HPV é uma vacina muito segura, desenvolvida por engenharia genética. Pode, raramente, ocasionar reações como dor, inchaço e vermelhidão no local da aplicação. Ocasionalmente, podem ocorrer dor de cabeça, mal estar e desmaios (síncope), que são relacionados à ansiedade ou ao medo da aplicação da vacina – reação mais comumente apresentada em adolescentes. O importante é que, depois, todas ficam bem. A síncope mais frequente é a síncope vasovagal, comum em pessoas com alguma particularidade emocional, geralmente desencadeado por dor intensa, medo da injeção ou um choque emocional súbito, por exemplo. Até o momento, não há conhecimento de nenhum efeito colateral grave relacionado à Vacinação contra o HPV.

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O Método Montessori – Como Aprender sem Limites

O Método Montessori – Como Aprender sem Limites

O método Montessori é um método educacional criado por uma médica chamada Maria Montessori, ele é utilizado em escolas de todo mundo com crianças desde o berçário ate o ensino médio. O método estimula o desenvolvimento, a independência e preza o respeito pelos limites de cada criança, deixando acontecer tudo ao seu tempo. Acreditam que dessa forma ocorre o desenvolvimento natural físico, psicológico e social de cada criança.

Existem alguns pontos que são determinados como essenciais para conter numa escola com método Montessori, que são:

O Método Montessori – Como Aprender sem Limites

  • Total liberdade para o aluno escolher qual atividade quer fazer, dentre as propostas colocadas na sala.
  • Sala de aula com alunos de faixa etárias diferentes de 3 a 6 anos de idade
  • Total liberdade para o aluno se movimentar dentro da sala de aula

Professores treinados e preparados para desenvolver o método Montessori são peça fundamental para alcançar o foco do método aplicando juntamente com os materiais educacionais e atividades desenvolvidas por Maria Montessori e seus colaboradores montessorianos.

Sendo os pilares do método Montessoriautoeducação, educação com ciência, educação cósmica, ambiente preparado e criança equilibrada.

Cada um desses pontos visando atender e desenvolver as crianças de forma natural, trabalhando de forma única com seu próprio esforço e de maneira que a criança tenha interesse em descobrir cada vez mais sobre aquele assunto que mais te chamou a atenção, dando liberdade e autonomia para aprender, pesquisar todos os assuntos de seu interesse.

O método Montessori vai contra todos os métodos de ensino convencionais e tradicionais, por acreditar que são métodos que forçam os limites de aprendizado e desenvolvimento das crianças.

Por isso aplicam uma forma de ensino liberal, para que a criança apresente interesse espontâneo e tenha mais sucesso nas atividades que exercer sem impor regras, prazos para realização e nenhuma cobrança, tudo no tempo da criança.

Alguns dos Ensinamentos do Método Montessori

Sensorial

No método Montessori a palavra sentir é peça fundamental do método, pois segundo Maria Montessori a criança descobria o mundo sentindo as formas, texturas, tamanhos, cheiros, sabores e barulhos. São utilizadas caixas , paredes e cestos com diversos objetos de diferentes formas e texturas e permitem que as crianças se descubram, toquem, sintam cada um deles. Com esse método sensorial acredita-se auxiliar no desenvolvimento da coordenação motora, da criatividade e da memoria da criança, dentro de outros benefícios mais.

Quarto Montessoriano

O Método Montessori – Como Aprender sem Limites

Seguindo a pedagogia montessoriana, esse método tem sido aplicado nas residências no geral e tem crescido cada dia mais. O método aplica-se em objetos de fácil alcance no quarto da criança, tornando o quarto não o quarto dos sonhos dos pais, mas sim o QUARTO DA CRIANÇA com fácil acesso a tudo e com objetos que estimularão o desenvolvimento do pequeno.

Estantes na altura da criança, brinquedos educativos e  interativos, quebra-cabeças, instrumentos musicais, cubos de montar, bonecas de pano e brinquedos de madeira são ótimas opções também. Quanto na hora de dormir, o método coloca o convencional berço como um limitador de crianças, pois para sair ou conseguir pegar algo precisa escala-lo ou chorar para ser retirado.

Portanto no método Montessori é aconselhado a utilização de colchões no chão ou ate mesmo uma cama baixa onde a criança consiga se levantar com facilidade e ter total liberdade de se levantar e deitar quando quiser e tiver vontade. Outro ponto é sobre a televisão, no método não é recomendada a utilização no quarto de crianças, já a utilização de aparelhos de som para o acesso a música é muito bem vindo.

Aula Montessoriana

O Método Montessori – Como Aprender sem LimitesNa aula montessoriana vários assuntos serão abordados como animais, frutas, números, artes, instrumentos musicais e mais uma infinidade de coisas, obviamente assuntos ligados à faixa etária dos alunos em aula.

Fazem atividades com movimentos físicos , trabalham a concentração das crianças e desenvolvem habilidades através de músicas além de ensina-las sobre a importância do silêncio, estimulando as crianças a escutarem os sons ao seu redor, como músicas, canto de passarinhos e ate mesmo o barulho dos carros passando na rua.

Hoje em dia o método Montessori esta sendo aplicadas e utilizadas em diversos pontos além das escolas do mundo todo, como em clinicas de psicopedagogia, casas de repouso e ate mesmo clinicas psiquiátricas, aproveitando certos métodos para o tratamento de demências e ate mesmo do Alzheimer.

O Método Montessori vai muito mais além do que citamos acima, abordam muitos outros ensinamentos e métodos para o desenvolvimento das crianças, alguns muito mais complexos, mas que valem a pena conhecer e quem sabe se adequar ao método. Hoje encontramos diversas escolas que aplicam o Método Montessori, em todas as regiões do Brasil.

Algumas escolas públicas já começam a se adequar a algumas características e funcionalidades do método que comprovadamente auxiliam o desenvolvimento das crianças de forma única.

Fonte: Trocando Fraudas
Publicado por 

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Escola Infantil em Juazeiro na Linha Montessoriana

Escola Infantil em Juazeiro na Linha Montessoriana

Escola Infantil em Juazeiro na linha Montessoriana, criada pela pedagoga italiana Maria Montessori (1870-1952), a linha montessoriana valoriza a educação pelos sentidos e pelo movimento para estimular a concentração e as percepções sensório-motoras da criança.

escola infantil em juazeiro na linha montessori

O método parte da ideia de que a criança é dotada de infinitas potencialidades.

Individualidade, atividade e liberdade do aluno são as bases da teoria, com ênfase para o conceito de indivíduo como, simultaneamente, sujeito e objeto do ensino.

Maria Montessori acreditava que nem a educação nem a vida deveriam se limitar às conquistas materiais.

Os objetivos individuais mais importantes seriam:

  • Encontrar um lugar no mundo, desenvolver um trabalho gratificante e nutrir paz e densidade interiores para ter a capacidade de amar.

A Escola Prisma assim como todas as Escolas Montessorianas incentivam seus alunos a desenvolver um senso de responsabilidade pelo próprio aprendizado e adquirir autoconfiança.

As instituições levam em conta a personalidade de cada criança, enfatizando experiências e manuseios de materiais para obter a concentração individual e o aprendizado.

Os alunos são expostos a trabalhos, jogos e atividades lúdicas, que os aproximem da ciência, da arte e da música.

A divisão das turmas segue um modelo diferente do convencional: as crianças de idades diferentes são agrupadas numa mesma turma. Nessas classes, alunos de 5 e 6 anos estudam na mesma sala e seguem um programa único.

Posteriormente eles passam para as turmas de 7 e 8, em seguida para as de 9 e 10, e, finalmente alcançam o último estágio, que agrega jovens de 11,12,13 e 14 anos.

Até os 10 anos, os alunos têm aulas com um único professor polivalente, enquanto nas salas de 11 a 14 anos, esse professor ganha a companhia de docentes específicos para cada disciplina.

Os professores dessa linha de ensino são guias que removem obstáculos da aprendizagem, localizando e trabalhando as dificuldades de cada aluno.

Sugerem e orientam as atividades, deixando que o próprio aluno se corrija, adquirindo assim maior autoconfiança.

A avaliação é realizada para todas as tarefas, sendo assim, não existem provas formais.

Proposta pedagógica da Escola Prisma:

Escola Infantil em Juazeiro com Pedagogia na Linha Montessoriana, a Escola Prisma trabalha com a filosofia montessoriana que visa oferecer à criança uma educação planetária, onde a mesma possa desenvolver-se e atuar de forma segura, participativa, com disciplina e liberdade, no meio em que vive, sempre em busca da construção da paz, objetivando um mundo melhor.

Educação de Padrão Internacional

Oferecemos uma Educação Montessoriana às crianças dos 02 aos 10 anos com padrão de qualidade internacional. Utilizamos materiais elaborados pela Dra. Maria Montessori, que despertam o interesse da criança em aprender, além de favorecer o desenvolvimento do seu potencial criativo, sua iniciativa e autoconfiança.

No Método Montessori a criança aprende a aprender, uma vez que o aprendizado é fruto da iniciativa da criança e não da iniciativa do professor.

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