Eles não são pais, mas são família e ótimas referências para nossos filhos. Incentivar esse relacionamento é divertido e importante para o desenvolvimento da criança
Há 13 anos, a maioria dos fins de semana de Tiago Afonso, chief marketing officer, de 35 anos, tem roteiro certo: pegar os sobrinhos e fazer algum passeio ou, simplesmente, visitá-los. Começou com Lucca e vem se repetindo com Theo, de 6 anos, e com a Sofia, também de 6 anos (na foto acima, todos juntos).
“Desde pequeno, eu pegava o Lucca no sábado pela manhã e passava o dia brincando com ele. Já tinha uma coisa de fim de semana do titio. E eu fazia questão de estar presente em momentos importantes.
O primeiro corte de cabelo foi comigo. Fui eu também quem o levou ao cinema pela primeira vez. Brinco com meu irmão que é uma guarda comungada”, conta.
Com os dois mais novos, Tiago também está sempre presente. Theo vai para a sua casa e é o seu companheiro de videogame até a madrugada. Também gostam de conversar sobre filmes, pessoas e, claro, brincar muito. Já com Sofia, a relação é de pai. A menina mora com ele e está presente no dia a dia.
“É ela quem vai para a minha cama pela manhã toda descabelada, deixa bilhetinho embaixo do meu travesseiro, também pede ajuda para fazer a lição de casa e me espera para jantar”, diz.
Seu envolvimento com a sobrinha é tanto que ele ajuda a escolher a escola da pequena e até planejou suas férias este ano para levar Sofia para conhecer os parques da Disney. Claro que Tiago não poderia perder essa chance de estar presente num momento tão mágico!
Quando ela chega na cidade, já escuta: “Você sabe, né?”
Já a designer e florista Claudia Camargo, 42 anos, não se importa em se deslocar cerca de 200 km de São Paulo, onde mora, para visitar o sobrinho Murilo, 8 anos, em Rio Claro, no interior do estado. Quando ela chega na cidade, já escuta: “Você sabe, né?”
É a maneira do menino convocar a tia para dormir com ele. Desde o nascimento, Claudia o acompanha e faz tudo que o menino quer. Andam de bicicleta juntos, viajam, jogam videogame, brincam, jogam bola, desenham ou só ficam sentados no gramado em frente à casa dele e não fazem nada.
“Eu e o Murilo temos muitas afinidades e isso nos une ainda mais. Por exemplo, só nós dois gostamos de desenhar, nós também adoramos personagens e coleções. Ele rouba coisas minhas e eu, dele”, conta.
O sentimento é o de mãe. “Fico arrasada quando vou para Rio Claro e não fico tempo suficiente com ele. Eu faria qualquer coisa pelo Murilo e se eu tivesse um filho queria que fosse exatamente como ele”, afirma Claudia.
Um tio, dois tios, três tios…
Existem muitos tipos de tios.
Aquele que está presente no dia a dia e é quase um pai. Aquele que leva para brincar e faz questão de estar presente na vida da criança e ainda aquele que mora longe, mas arruma uma maneira de demonstrar o amor pelos pequenos. Essa proximidade entre tios e sobrinhos é positiva e, segundo especialistas, deve ser fortalecida.
“Os tios são família e é importante a criança perceber que existe essa cooperação e que tem alguém fora da casa dela que também a ama e pode confiar.
Eles funcionam como um acréscimo de fonte de informação, ajudando as crianças a verem algumas coisas de outra forma”, explica a psicanalista Vera Ferrari Rego Barros, presidente de Departamento de Saúde Mental da Sociedade de Pediatria de São Paulo.
E mais: “Podem, também, ser confidentes, principalmente de adolescentes, porque tios estão em outro patamar. Os pais são mais críticos”, argumenta.
Além disso, os tios são uma fonte segura para treinar a autonomia dos filhos. É legal deixar que os pequenos passem o dia com os parentes e até dormir na casa deles. É um ensaio para verificar como as crianças irão se comportar longe dos pais.
Essa proximidade deve ser fortalecida de forma natural.
Enquanto ao tio cabe estar presente e disponível, seja para brincar, para uma conversa ou o que a criança necessitar, aos pais cabe a tarefa de incentivar esse encontro. Aí vale falar do parente para a criança, estimular que a criança telefone e frequente a casa dele.
Como a função dos tios não é educar – isso cabe, na maioria das vezes, aos pais –, a relação tende a ser mais leve e muito divertida. O tio pode levar para passear, o tio pode ajudar nas tarefas, o tio pode ser confidente, o tio torna-se um parceirão das crianças.
Mas justamente por não ter a obrigação de educar, essa relação pede cuidados. Respeitar as regras impostas pelos pais é uma delas. Se é proibido tomar refrigerante, por exemplo, isso tem que ser seguido. Se a criança tem que dormir cedo pois tem escola no outro dia, mesmo na casa dele, tem que adotar a regra.
A psicóloga infantil Suzy Camacho dá uma dica: “É legal combinar com os pais o que você vai fazer com a criança. Pode ser cinema e depois um lanche, um passeio no parque, brincadeira na piscina… Mas os pais devem saber o que está acontecendo”, diz.
Apesar de que o mimo é quase uma regra nessa relação, também é preciso prestar atenção o que se oferece ao sobrinho. “Nunca dê um presente maior do que aquilo que ele pode ter”, alerta Suzy.
Também é importante se autopoliciar. Tios se tornam referência para os sobrinhos, então alguns comportamentos devem ser evitados, como falar palavrões ou tomar bebidas alcoólicas em excesso na presença dos pequenos.
E, claro, cumpra o combinado com as crianças. Nada de deixar os sobrinhos esperando e não aparecer. A convivência é que cria essa afinidade entre vocês, então não vale decepcionar a turminha.
Além disso, o que vocês vivem será lembrado para sempre. Quem não se recorda das bagunças com os tios? E dos passeios? “É muito gostoso ter sobrinhos e conviver com eles. São momentos que ficarão guardados na memória”, finaliza Vera Ferrari Rego Barros.
COMO ENSINAR AS CRIANÇAS A AMARRAREM OS SAPATOS E PORQUE ISSO É IMPORTANTE
Estamos falando sobre amarrar os sapatos. Um especialista britânico explica o quanto é importante para as crianças conseguirem amarrar seus próprios calçados. Então veremos como ensinar as crianças a amarrarem os sapatos e porque isso é importante!
De acordo com Ian Fieggen, conhecido carinhosamente e não a toa como Professor Laço, os pais por conveniência ou preguiça evitam ensinar a seus filhos a amarrar os sapatos, dificultando o desenvolvimento das crianças.
Para nós adultos é um gesto simples e banal, mas para as crianças pode ser um verdadeiro problema.
Este simples gesto, na verdade, faz parte das coisas essenciais que as crianças deveriam aprender, e de acordo com o especialista, este seria inclusive um marco do desenvolvimento infantil.
Como Fieggen explicou ao Telegraph, o problema não é apenas as crianças não saberem amarrar seus sapatos, mas não terem a oportunidade de lutarem com algo difícil e não aprenderem que, às vezes, é preciso mesmo muito esforço para saber fazer algo novo.
Dito isso, devem ser evitados os sapatos fechados com velcro, uma maneira muito simples para as crianças que, desta forma se acostumam mal e aprendem tarde demais a usar os sapatos com laços para amarrar.
Fieggen escreveu um livro sobre o assunto (Laces) e tem um site dedicado à arte de amarrar os sapatos no qual ele descreve 35 maneiras diferentes de amarrar seus sapatos (apenas com laços) e 4 maneiras diferentes com laços de duas cores.
Assista ao vídeo em que ele dá alguns dos bons exemplos.
Diferentes técnicas podem ser adaptadas aos casos individuais pois, cada criança pode de fato achar mais fácil um e mais difícil outro método de amarrar. É você quem irá descobrir.
Dois conselhos de Fieggen para os pais que lutam com este ensinamento e ensinar as crianças a amarrarem os sapatos:
Use laços de cores diferentes para ajudar as crianças que têm dificuldade em distinguir direita e esquerda e faça marcas nos amarrilhos de modo que os pequenos entendam quais são os pontos em que devem manter as mãos e as partes dos laços que devem ser alineadas.
O diabetes se caracteriza pela deficiência de produção e/ou de ação da insulina. O diabetes tipo 1 é resultante da destruição autoimune das células produtoras de insulina.
O diagnóstico desse tipo de diabetes acontece, em geral, durante a infância e a adolescência, mas pode também ocorrer em outras faixas etárias.
Já no diabetes tipo 2, o pâncreas produz insulina, mas há incapacidade de absorção das células musculares e adiposas.
Esse tipo de diabetes é mais comum em pessoas com mais de 40 anos, acima do peso, sedentárias, sem hábitos saudáveis de alimentação, mas também pode ocorrer em jovens.
Confira 10 coisas que você precisa saber sobre os dois tipos mais comuns de diabetes:
O Tratamento
No tratamento do diabetes, o ideal é que a glicose fique entre 70 e 100mg/dL. A partir de 100mg/dL em jejum ou 140mg/dL duas horas após as refeições, considera-se hiperglicemia e, abaixo de 70mg/dL, hipoglicemia.Se a glicose permanecer alta demais por muito tempo, haverá mais possibilidade de complicações de curto e longo prazo. A hipoglicemia pode causar sintomas indesejáveis e com complicações que merecem atenção.
Tanto insulina, quanto medicação
Tanto insulina, quanto medicação oral podem ser usadas para o tratamento do diabetes. A insulina é sempre usada no tratamento de pacientes com diabetes tipo 1, mas também pode ser usada em diabetes gestacional e diabetes tipo 2 (quando o pâncreas começa a não produzir mais insulina em quantidade suficiente).
Prática de exercícios
A prática de exercícios pode ajudar a controlar a glicemia e a perder gordura corporal, além de aliviar o estresse. Por isso, pessoas com diabetes devem escolher alguma atividade física e praticar com regularidade, sob orientação médica e de um profissional de educação física.
A medicação oral é usada no tratamento de diabetes tipo 2 e, dependendo do princípio ativo, tem o papel de diminuir a resistência à insulina ou de estimular o pâncreas a produzir mais desse hormônio.
Carboidratos
A contagem de carboidratos se mostra muito benéfica para quem tem diabetes. Os carboidratos têm o maior efeito direto nos níveis de glicose, e esse instrumento permite mais variabilidade e flexibilidade na alimentação, principalmente para quem usa insulina, pois a dose irá variar conforme a quantidade de carboidratos.
Isso acaba com a rigidez no tratamento de antigamente, quando as doses de insulina eram fixas, e a alimentação também devia ser. É importante ter a orientação de um nutricionista.
A tecnologia pode ajudar
As tecnologias têm ajudado no tratamento do diabetes. Os aparelhos vão desde os glicosímetros (usados para medir a glicose no sangue) até bombas de infusão de insulina e sensores contínuos de monitorização da glicose.
Cuidados no Tratamento
Se o diabetes não for tratado de forma adequada, podem surgir complicações, como retinopatia, nefropatia, neuropatia, pé diabético, infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral, entre outros.Se o paciente já estiver com diagnóstico de complicação crônica, há tratamentos específicos para ajudar a levar uma vida normal.
A família pode ajudar
A educação em diabetes é muito importante para o tratamento. Não só o paciente precisa ser educado, mas também seus familiares e as pessoas que convivem com ele. Assim, o paciente pode ter o auxílio e o suporte necessários para um bom tratamento e tomar as decisões mais adequadas com base em conhecimento.
Mantenha o peso com práticas de exercícios
Muitos casos de diabetes tipo 2 podem ser evitados quando se está dentro do peso normal, com hábitos alimentares saudáveis e com prática regular de atividade física.
O fator hereditário
O fator hereditário é mais determinante no diabetes tipo 2. Ainda se estuda o que desencadeia o diabetes tipo 1 e, por enquanto, as infecções, principalmente virais, parecem ser as maiores responsáveis pelo desencadeamento do processo autoimune.No tipo 2, os casos repetidos de diabetes em uma mesma família são comuns, enquanto a recorrência familiar do diabetes tipo 1 é muito pouco frequente.
O diabetes ainda não tem cura
Ainda não há cura para o diabetes. Porém, estão sendo realizados estudos que, no futuro, podem levar à cura. Para o diabetes tipo 1, está sendo estudada a terapia com células-tronco em pacientes recém-diagnosticados.Já para o diabetes tipo 2, os estudos com a cirurgia de redução de estômago (gastroplastia) têm mostrado aparentes bons resultados, mesmo em pacientes que não estão acima do peso. Salienta-se que esses métodos ainda são absolutamente experimentais.
Vacinação contra o HPV, Proteção para a menina, saúde para a mulher!
A infecção pelo HPV é a principal responsável pelo câncer do colo de útero. A cada ano, no Brasil, surgem 15 mil novos casos e 5 mil mulheres morrem. A vacina é a principal forma de prevenção, por isso é importante que toda a menina de 9 a 13 anos receba as três doses da vacina HPV. Ela é segura, de graça e está incluída no Calendário Nacional de Vacinação. Atenção: meninas que ainda não foram vacinadas, devem procurar uma Unidade de Saúde do SUS para receber a vacina, (Vacinação contra o HPV).
#VacinaHPV #ProteçãoPraMenina #SaúdePraMuher Vacinação contra o HPV
São vírus capazes de infectar a pele ou as mucosas. Há mais de 150 diferentes tipos de HPV – 40 deles podem infectar o trato genital. Alguns tipos de HPV podem provocar câncer e outros podem causar verrugas genitais.
Existem 12 tipos identificados como de alto risco (HPV tipos 16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 56, 58 e 59) que têm probabilidade maior de persistir e estarem associados a lesões pré-cancerígenas. O HPV de tipos 16 e 18 causam a maioria dos casos de câncer do colo de útero em todo mundo (cerca de 70%). O câncer do colo de útero é uma doença grave que pode levar ao óbito. No Brasil, é a terceira maior causa de morte entre as mulheres.
A vacina HPV quadrivalente confere proteção contra HPV 6, 11, 16 e 18, ou seja, abrange os dois principais tipos responsáveis pelo câncer do colo de útero. Com isso, a fim reforçar as atuais ações de prevenção do câncer do colo de útero, o Ministério da Saúde, com as Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde, dá continuidade à estratégia de vacinação contra o HPV.
Essa vacina foi incluída no Calendário Nacional de Vacinação do SUS em março de 2014, tendo como população-alvo as meninas de 11 a 13 anos de idade. Neste ano de 2015, a oferta da vacina foi ampliada para as meninas na faixa etária de 9 a 13 anos de idade.
O Ministério da Saúde adota o esquema vacinal estendido, composto por três doses (0, 6 e 60 meses), e a estratégia de vacinação mista, ou seja, a vacinação poderá ocorrer nas Unidades de Saúde do SUS e em parceria com as secretarias de saúde e educação.
Perguntas mais frequentes
1. O que é o HPV?
O papilomavírus humano (HPV) é um vírus que infecta a pele e mucosas e pode causar câncer do colo de útero e verrugas genitais. Os tipos 16 e 18 causam em torno de 70% dos casos de câncer do colo de útero Já os tipos 6 e 11 são encontrados na maioria das verrugas genitais.
2. Como ocorre o contágio?
O vírus HPV é altamente contagioso, sendo possível contaminar-se com uma única exposição, e a sua transmissão acontece por contato direto com a pele ou mucosa infectada. A principal forma é pelo contato sexual, mas também pode ser transmitido de mãe para filho durante o parto. Embora seja raro, o vírus pode propagar-se também por meio de contato com a mão.
3. O que é câncer do colo de útero?
É o crescimento anormal de células no colo do útero. Essas alterações têm como principal causa a infecção por alguns tipos de HPV.
4. Quais são as formas de prevenção do câncer do colo de útero?
A vacinação contra o HPV é a forma mais eficiente de se proteger contra o câncer do colo de útero. Para prevenir, é preciso vacinar as adolescentes de 9 a 11 anos. É importante seguir fazendo o exame preventivo (Papanicolau) na vida adulta (idade entre 25 e 64 anos).
5. Como será Vacinação contra o HPV?
A vacina HPV estará disponível para adolescentes entre 9 e 11 anos, nas Unidades de Saúde do SUS ou nas escolas. A adolescente deverá tomar 3 doses da vacina. A primeira dose estará disponível em março de 2015, a segunda, em setembro de 2015, e a terceira será agendada para 60 meses após a data da primeira dose. Destaca-se que as meninas de 12 a 13 anos que ainda não foram vacinadas devem procurar uma Unidade de Saúde do SUS para tomar a vacina. É preciso completar o esquema vacinal, pois só com a segunda dose a adolescente estará protegida. Será utilizada a vacina quadrivalente HPV, que confere proteção contra quatro tipos (6, 11, 16 e 18).
6. Por que a Vacinação contra o HPV na adolescência?
Estudos mostram que a vacina tem maior eficácia se for administrada em adolescentes que ainda não foram expostas ao vírus, pois, nessa idade, há maior produção de anticorpos contra o HPV que estão incluídos na vacina.
7. Estatísticas sobre o HPV
100 países já utilizam a vacina HPV.
180 milhões de doses já foram aplicadas desde 2006.
5 milhões de meninas no Brasil foram vacinadas em 2014.
70% dos casos de câncer do colo de útero.
15 mil casos de câncer do colo de útero no Brasil.
5 mil óbitos de câncer do colo de útero no Brasil
8. Posso ter alguma reação depois de tomar a vacina HPV?
A (Vacinação contra o HPV) vacina HPV é uma vacina muito segura, desenvolvida por engenharia genética. Pode, raramente, ocasionar reações como dor, inchaço e vermelhidão no local da aplicação. Ocasionalmente, podem ocorrer dor de cabeça, mal estar e desmaios (síncope), que são relacionados à ansiedade ou ao medo da aplicação da vacina – reação mais comumente apresentada em adolescentes. O importante é que, depois, todas ficam bem. A síncope mais frequente é a síncope vasovagal, comum em pessoas com alguma particularidade emocional, geralmente desencadeado por dor intensa, medo da injeção ou um choque emocional súbito, por exemplo. Até o momento, não há conhecimento de nenhum efeito colateral grave relacionado à Vacinação contra o HPV.
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Gastar dinheiro de maneira descontrolada nas pequenas coisas do dia a dia pode não deixar que você preste atenção no quanto você gasta à toa ao final do mês.
Economizar pode ser ótimo, de forma que você tenha recursos para enfrentar períodos mais difíceis ou tenha conforto no futuro.
Você já passou por problemas financeiros por ter gastado demais e teve que recorrer aos empréstimos bancários ou se apertar por alguns meses?
Que tal saber como poderia economizar em seu dia a dia para não ter mais esses contratempos com essas dicas para economizar dinheiro?
Saiba bem o nível de sua renda familiar
Este volume de dinheiro corresponde à soma dos rendimentos que todos da família recebem.
Saber qual é a renda da família vai ser importante para que se estabeleça um limite de gastos a cada mês, o qual nunca poderá ser maior do que essa estimativa.
Anote tudo em que gasta seus recursos
Há pelo menos duas razões importantes para fazer isso. A primeira, é que você será capaz de notar se está gastando mais do que recebe.
Ou seja, você vai entender se está ou não respeitando uma das mais relevantes regras financeiras: o dinheiro que entra no seu orçamento sempre deve ser maior do que sai.
Outro ponto é que você poderá observar bem as despesas do mês, separando-as por tipos e contas.
Corte ou diminua as despesas desnecessárias
Já que você tem tudo anotado e vai perceber todos os seus gastos e obrigações, vai conseguir identificar onde há despesas de forma excessiva ou pouco necessária.
Corte ou diminua aquelas que não forem fazer tanta falta. Analise com cuidado com sua família para ver o que pode ser reduzido.
Guarde uma reserva de capital
Uma coisa muito importante para ser feita é guardar parte do dinheiro recebido em uma renda fixa, a fim de ter recursos no futuro, nas ocasiões de emergência ou necessidade.
Ter dinheiro guardado pode ser útil no caso de perder um emprego ou de doença na família, por exemplo. Ser precavido é algo que pode valer ouro!
Analise bem as formas de pagamento
Muitos produtos e serviços são oferecidos com desconto para os pagamentos à vista.
Tente utilizar o pagamento em espécie sempre que puder, pois isso ajuda a entender com precisão o quanto está sendo gasto, controlando melhor as contas.
Se for realmente necessário dividir as compras com seus cartões de crédito, nunca se esqueça de considerar as parcelas vindouras nos orçamentos dos outros meses.
Use um programa financeiro online
Cada vez mais é possível usar a tecnologia para melhorar a vida cotidiana. Com um software voltado para as finanças, você poderá controlar todos os fluxos que seu dinheiro faz, vendo onde mais gasta e estabelecendo limites mensais de consumo.
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Mude os hábitos em família
Tão importante quanto você passar a dar atenção a todos esses aspectos é que sua família também o acompanhe nos novos hábitos.
Converse e ensine questões financeiras aos filhos e ao seu cônjuge, leia assuntos com eles e planeje sonhos em comum como forma de recompensa.
Pode-se comprar algum novo eletrodoméstico ou fazer uma viagem, por exemplo.
Uma gestão financeira eficiente é fundamental para seu negócio, siga as dicas para economizar dinheiro.
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Confira 6 cursos online e gratuitos para aprender Biologia, isso mesmo, se você tem curiosidade sobre a área de Ciências Biológicas, confira 6 aulas online e gratuitas oferecidas por renomadas universidades internacionais!
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