Jiu-Jitsu para Crianças e seus Benefícios

Jiu-Jitsu para Crianças e seus Benefícios

A prática do jiu-jitsu desenvolve muitos benefícios nas crianças:

A prática dessa arte tão suave para crianças traz diversos benefícios que agregam na formação e desenvolvimento de uma criança sadia, focada, além do fato de conviver num ambiente que estimula a tomada de decisões.

A luta diária não é levada somente ao tatame, mas à vida destes pequenos que estão crescendo e buscando seu lugar ao sol.

As aulas de jiu-jitsu para crianças têm por objetivo melhorar a concentração, proporcionar auto-estima, disciplina e saúde com total segurança.

 

O Jiu-Jitsu para crianças fortalecer a relação de amizade

Muito mais do que apenas golpes e posições marciais, essa modalidade busca fortalecer a relação de amizade entre os pais e os filhos, formar o caráter e possibilitar que a criança atinja a adolescência com seus princípios morais muito bem formados.

Tendo em vista que a criança de hoje, é o formador de opinião de amanhã, um bom professor de Jiu Jitsu não tem como objetivo formar campeões e sim formar pessoas vitoriosas na vida.

 

Preparando as crianças para o futuro com responsabilidade e segurança

Em toda aula e atividade há sempre uma relação muito próxima com a realidade do dia-a-dia, preparando as crianças para o futuro com responsabilidade e segurança.

Todas as atividades dentro do tatame envolvem um clima de parceria, por conta das posições realizadas, o que desenvolve no aluno o espírito de equipe, valores de amizade e companheirismo.

Por as crianças estarem aprendendo como as coisas funcionam, os benefícios são enormes, pois elas não tem certos vícios que nós adultos temos.

E Os benefícios para as crianças não são apenas físicos, o grande diferencial do jiu jitsu para as crianças pode ainda ser o benefício psicológico que o jiu jitsu proporciona, o que ajuda muito na formação de adultos de bom caráter e de bons princípios.

  

Veja abaixo muitos dos Benefícios do jiu-jitsu para crianças

  • Melhora a capacidade cardiovascular e respiratória;
  • Desinibe os tímidos e acalma os agitados e ansiosos;
  • Respeito aos companheiros;
  • Respeito ao próximo e aos mais velhos;
  • Aumento da coordenação motora;
  • Reconhecimento dos erros e acertos;
  • Harmonia mental;
  • Disciplina;
  • Concentração;
  • Paciência;
  • Controle muscular;
  • Aperfeiçoamento do reflexo;
  • Desenvolvimento do raciocínio;
  • Equilíbrio mental;
  • Reforço do caráter e da moral;
  • Fortalecimento da auto-confiança;
  • Senso de disciplina e hierarquia;

 

Lições do jiu jitsu para criança levar para toda a vida

  • Não se ganha sempre, mas mesmo na dificuldade existe aprendizado;
  • Os melhores não nasceram bons, eles suaram para conseguir o que queriam;
  • Aprendendo a se defender as crianças melhoram o seu auto-controle;
  • Companheirismo e amizade, os amigos verdadeiros são para vida toda;
  • Criação do espírito de equipe;
  • É de erro em erro que se atinge a perfeição;
  • Olhar no olho das outras pessoas – não em sinal de desafio, e sim de respeito, compreensão, igualdade;
  • Hábitos saudáveis, disciplinas e regras;
  • Vencer (na vida ou nas artes marciais) não significa machucar nem pisar em cima de ninguém;

 

O jiu-jitsu infantil na pratica

As crianças aprendem na prática a competir com honestidade; Ser humilde, reconhecendo os erros e acertos; Cair, levantar e recomeçar; Desfrutar das amizades dos colegas.

Como um esporte de contato, o Jiu Jitsu brasileiro oferece um ambiente desafiador, porém seguro que permite a criança amadurecer para se tornar um adulto campeão da vida.

A prática do Jiu Jitsu infantil vai muito além das conquistas do tatame. A disciplina e excelência exigidos pelos instrutores muitas vezes reflete positivamente no comportamento da criança em casa e na escola.


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Dia da Mulher

Dia da Mulher

Maria Montessori: a mulher e o método

Médica, educadora e feminista, mulher que deu nome a uma revolução na escola inspira transformações em várias áreas do conhecimento

Maria Tecla Artemesia Montessori nasceu em 1870 em Chiaravalle, Itália. O pai era um oficial do Ministério das Finanças e a mãe, uma mulher bem educada para os parâmetros da época.

Os dois queriam que ela fosse professora mas, em 1896, tornou-se a primeira mulher no país a se formar em medicina, pela Faculdade de Medicina da Universidade de Roma, com foco na neuropatologia.

Como não se admitia uma mulher examinando o corpo de um homem, não pôde exercer a profissão, iniciando um trabalho com crianças com necessidades especiais na clínica da universidade.

 

Casa dei Bambini

Observando crianças que brincavam nas ruas e percebendo as necessidades infantis, Maria Montessori começou a experimentar procedimentos e criou um espaço educacional, batizado por ela de “Casa dei Bambini”, ou “Casa da Criança” (não era feita para crianças, mas era das crianças).

 

Surgimento do Método Montessori

Resolveu estudar pedagogia e começou a criar técnicas para que os pequenos aprendessem a conhecer o mundo e a desenvolver sua aptidão para organizar a própria existência. Por volta de 1907 surgiu o Método Montessori, que compreende um conjunto de teorias, práticas e materiais didáticos.

 

A proposta

escola prisma dia da mulherA proposta partia da criação de um ambiente mais criativo e estimulante, onde a criança fosse capaz de aprender por meio das próprias experiências, desenvolvendo-se de forma espontânea e saudável.

Com base em anos de observação, Montessori concluiu que o desenvolvimento se dá em “períodos sensíveis” e em cada época predominam características e sensibilidades específicas.

Sem deixar de considerar o que há de individual, a educadora traçou perfis de comportamento e de possibilidades de aprendizado para cada faixa etária, dividindo o método em seis pilares: autoeducação, educação como ciência, educação cósmica, ambiente preparado, adulto preparado e criança equilibrada.

 

Felicidade como prova de sucesso do processo

Ela defendia que todos os princípios devessem funcionar em união para que a criança se desenvolvesse de forma completa e equilibrada, tendo a felicidade como uma das provas de sucesso do processo educacional.

O método tem sido utilizado em escolas em todo o mundo, do berçário ao ensino médio, e também em escolas especiais, clínicas de psicopedagogia e nos lares.

Clínicas de repouso aproveitam características do método montessoriano para o tratamento de demência e Alzheimer e iniciativas empresariais aplicam alguns princípios para o desenvolvimento de negócios.

Algumas das maiores personalidades do mundo moderno foram educadas no método montessoriano, entre eles, os fundadores da Google Sergey Brin e Larry Page.

 

Jiu-jitsu brasileiro

Jiu-jitsu brasileiro

Jiu-jitsu brasileiro (em japonês: ブラジリアン柔術, Burajirian jūjutsu), Brazilian Jiu-Jitsu ou Gracie Jiu-jitsu.

Jiu-jitsu é uma arte marcial, estilo de judô, desenvolvido pela família Gracie, no início do século XX, que se tornou a forma mais difundida e praticada do jiu-jitsu (exceto o judô) no mundo, principalmente depois das primeiras edições dos torneios de artes marciais mistas (MMA), o UFC, nos idos da década de 1990.

 

Apesar do nome da modalidade ser jiu-jitsu, na verdade, a modalidade foi desenvolvida como especialização e ênfase das técnicas de controle e luta de solo, ne waza e katame waza, e com menos ênfase às técnicas de luta executadas de pé, tate waza, das técnicas de judô, de Mitsuyo Maeda, representante direto do Instituto Kodokan.

Por não serem o foco principal da modalidade, os golpes de até waza e kansetsu waza, acabam tendo papel coadjuvante e/ou intermédio para a execução de um golpe final de submissão do adversário.

O nome do estilo de luta da família Gracie permaneceu como jujutsu, porque na época em que os irmãos Carlos e Hélio Gracie, principalmente, finalizaram seu repertório, o nome “judô” ainda não era de uso comum mas Kodokan jujutsu.

 

O criador do estilo foi, em princípio, Carlos Gracie, que adaptou o judô com especial apreço à luta de solo, haja vista que seu porte físico punha-lhe em severa desvantagem contra adversários de maior porte.

Partindo do princípio de que numa luta de solo, quando projeções ou mesmo chutes e socos não são eficientes, mas alavancas, sim, o porte físico dos contendores torna-se de menor importância. Nessa situação, aquele que tiver mais técnica possuirá consequentemente a vantagem.

 

Se não foram originais em adaptar uma arte marcial provecta, haja vista que no Japão isso já há muito ocorrera com o aiquidô e o próprio judô, oriundos do Jiu-jitsu, com o caratê, oriundo do te-jutsu de Okinawa, ou mesmo no resto do mundo como o krav maga (Israel) ou a capoeira regional (Brasil), Carlos Gracie e depois Hélio Gracie foram originais em criar um paradigma que prima pela efetividade.

Comprovado o seu sucesso em competições, o Jiu-jitsu brasileiro serviu de cerne do que viria a ser a modalidade artes marciais mistas.

 

Graduação

Adotam-se as seguintes divisões de faixas no jiu-jitsu desportivo brasileiro para seus praticantes, conforme suas experiências e habilidades: e cada associação, federação ou demais tem seu edital particular, sancionado por uma  Lei Federal nº. 9.615 de 24 de março de 1998, mais conhecida como Lei Pelé.

  • Branca (iniciante, qualquer idade)
  • Cinza (4 a 6 anos)Amarela (7 a 15 anos)
  • Laranja (10 a 15 anos)
  • Verde (13 a 15 anos)
  • Azul (16 anos ou mais (até 4 grau)
  • Roxa (16 anos ou mais (até 4 grau)
  • Marrom (18 anos ou mais (até 4 grau))
  • Preta (19 anos ou mais (até o sexto grau)
  • Vermelha e Preta (sétimo grau -Título de mestre)
  • Vermelha e Branca (oitavo grau) (Criada pela IBJJF em 2012)
  • Vermelha (nono grau) Título de Grande mestre – Vários Mestres Brasileiros (somente alcançado por brasileiros).
  • Vermelha décimo grau. O último grau foi dado somente aos criadores do Jiu-Jitsu brasileiro; somente os mestres Carlos Gracie, George Gracie, Oswaldo Gracie, Gastão Gracie, Julio Secco, Hélio Gracie, Armando Wriedt (ainda em vida).
  • * Algumas Confederações e federações adotaram um meio de proteção contra a banalização do Jiu jitsu Brasileiro deixando os estrangeiros chegar até 4º grau de faixa preta.

 

Critérios de Graus

Os critérios de graus na faixa preta variam de acordo com suas respectivas ligas, associações, federações e Confederações por Edital desde a Leí de 1998:

  • 1º ao 3º – dois a três anos cada,
  • 4º ao 6º – três a cinco anos cada,
  • 7º ao 8º – cinco a dez anos cada,(Mestre)
  • 9º – Grau Alcançado Apenas por Brasileiros.(Grande Mestre)
  • 10º – Reservado apenas aos criadores da modalidade

 

Técnicas, golpes e regras do Jiu-Jitsu

O jiu-jítsu brasileiro tradicionalmente é lutado com quimono trançado (embora haja a modalidade “jiu-jítsu sem quimono”) e as técnicas visam a levar o adversário a uma posição chamada de “finalização”, o que significa que, se levada adiante, causaria a fratura de um osso ou a morte por estrangulamento/esganamento. A posição de finalização pode ser:

  • reconhecida intencionalmente e manifestamente pelo derrotado através de três tapas seguidos com a mão (ou, se as duas mãos estiverem presas, com o pé) no solo (tatame), no próprio corpo ou no do adversário; ou ainda por qualquer manifestação verbal que indique o desejo de parar a luta.
  • reconhecida não intencionalmente pelo derrotado, através de gritos como “ai”.
  • requerida pelo técnico ou treinador do derrotado.
  • avaliada pelo árbitro (nocaute técnico).

Quando o tempo da luta se exaure sem que haja uma finalização, é declarado vencedor aquele que ganhou mais pontos ou, em caso de empate, mais vantagens. Se persistir o empate, há a contagem por punições e, sucessivamente, uma avaliação subjetiva da arbitragem.

São contados dois pontos para queda, dois pontos para raspagem (derrubada de adversário já no solo), três pontos para passagem de guarda (situação em que o lutador consegue transpor as pernas do adversário, chegando à posição lateral, terminando numa imobilização estabilizada em três segundos), quatro pontos para montada ou ataque pelas costas colocando os ganchos.

São contadas vantagens para passagens ou montadas não estabilizadas, bem como golpes encaixados que não resultem em finalização.

A punição pode ocorrer em várias situações, notadamente, em caso de pouca combatividade (“amarração”) de quem estiver em vantagem, aproveitando-se de tal situação para deixar o tempo passar sem risco de reversão, mesmo após três advertências ocorrerá a eliminação do atleta.

 

 Alguns dos golpes mais conhecidos:

  • De braço: arm-lock, chave americana, chave kimura (americana invertida), chave de bíceps, omoplata.
  • De mão: mão de vaca.
  • Estrangulamentos: mata-leão, triângulo, ezequiel.

 

Golpes proibidos (CBJJ)

De 4 a 12 anos

  • Chave de bíceps
  • Triângulo puxando a cabeça
  • Mata leão
  • Ezequiel
  • Chave de panturrilha
  • Gravata técnica de frente
  • Kanibasami(tesoura)
  • Chave de calcanhar
  • Omoplata de mão

 

De 13 a 15 anos

  • Chave de bíceps
  • Triângulo puxando a cabeça
  • Chave de pé (todas as formas)
  • Cervical
  • Mata leão de frente
  • Ezequiel
  • Chave de panturrilha
  • Kanibasami(tesoura)
  • Chave de calcanhar

 

De 16 a 17 anos e adulto faixa branca

  • Cervical
  • Chave de bíceps
  • Mata leão no pé
  • Kanibasami(tesoura)
  • Chave de calcanhar

 

De adulto a sênior 5 (faixas azul e roxa)

  • Mata leão no pé
  • Bate estaca
  • Cervical
  • Chave de bíceps
  • Chave de panturrilha
  • Kanibasami(tesoura)

 

Adulto a sênior 5 (faixas marrom e preta)

  • Cervical
  • Kanibasami(tesoura)
  • Chave de calcanhar

 

Associações de Jiu-Jitsu no Brasil

 


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Os benefícios do Ballet clássico para crianças

Os benefícios do Ballet clássico para crianças

Dançar não só é divertido. Conheça os benefícios do Ballet para as crianças

O Ballet clássico é uma das danças mais recomendadas às crianças quando são pequenas. O Ballet favorece a criatividade, a musicalidade e o trabalho em grupo. Conheça mais sobre os benefícios do Ballet clássico para as crianças.

Dançar não só é divertido como também muito favorável ao bem-estar físico e emocional das crianças. Além de melhorar a coordenação motora, a dança também ajuda a criança a ser mais disciplinada e mais esforçada.

 

O que é o Ballet clássico

 O ballet clássico consiste em unir a técnica, a música e a atuação nos movimentos. São habilidades que as crianças vão adquirindo pouco a pouco através de exercícios e posturas. Exige disciplina, boa postura e ritmo. Com o ballet, as crianças podem desfrutar de muitos benefícios como:

  • melhora da coordenação motora;
  • aumenta a concentração;
  • noções de espaço e de localização;
  • aumenta a flexibilidade;
  • mais resistência corporal;
  • corrige e melhora a postura;
  • estimula o desenvolvimento intelectual
  • ajuda a expressão e memória
  • aumenta a auto-estima
  • ajuda a fazer amigos
  • melhora o equilíbrio e reflexos

 

O ballet clássico segundo a idade da criança

O ballet clássico se divide em 2 diferentes categorias, segundo a idade da criança: a baby class y ballet infantil.

 

A baby class está direcionada a crianças de 3 a 6 anos de idade. O principal objetivo das aulas é divertir e estimular a imaginação da criança. As crianças brincam, jogam, se divertem e aprendem ao mesmo tempo.

 

Elas aprendem exercícios com movimentos que estimulam a motivação, a criatividade e a expressão. Nesta fase, a criança aprende a ser mais independente e a controlar as suas habilidades motoras e intelectuais, e a reconhecer as suas capacidades.

 

O ballet infantil está direcionado às crianças maiores de 7 anos já que exige mais disciplina, mais musicalidade e domínio do seu corpo. Através de uma sequência de exercícios, as aulas seguem movimentos básicos com exercícios de barra e de centro, que têm como meta desenvolver e fortalecer a musculatura das pernas, a postura do corpo e a coordenação motora.

 

MUITO IMPORTANTE:

Os pais não devem obrigar nem pressionar a criança a fazer Ballet. É importante que a criança curta e sinta prazer com a prática desta atividade. O ballet clássico possui os 7 movimentos básicos de qualquer outra atividade física: saltar, estirar, dobrar, elevar, girar, deslizar, lançar-se ou pular.

 

Fonte: guiainfantil.com


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Educação Infantil e o papel social no desenvolvimento da criança

Educação Infantil e o papel social no desenvolvimento da criança

Muito mais que uma simples brincadeira, a escola tem um papel fundamental na formação da criança como cidadão

 

Ir para a escolinha brincar? Nada disso! Quando a criança inicia a Educação Infantil, ela está se preparando para o seu ambiente social mais importante depois da sua casa, afinal, a infância é um período importante para aprender e formar o cidadão.

 

O papel da escola no desenvolvimento social e cultural da criança

Cleonara Schwartz, professora do programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), reforça o papel da escola no desenvolvimento social e cultural da criança, especialmente porque cria oportunidades de socialização que nem sempre a família tem tempo para executar.

 

“A escola se coloca como um espaço de ampliação cultural. Os alunos vão a outros ambientes culturais mais pela escola do que pela família. Para muitas crianças, a escola é o único universo social de ampliação cultural.

 

A educação infantil exerce um papel fundamental

A educação infantil exerce um papel fundamental, ela nunca vai deixar de existir, porque a escola presencial cumpre esse papel de socialização, de ampliação do universo cultural, de aumentar as experiências sociais, culturais e científicas dos alunos”.

 

Lei de Diretrizes e Bases

O (MEC), Ministério da Educação também reconhece essa realidade e o papel do educador nesse processo.

É por isso que a Lei de Diretrizes e Bases – promulgada há pouco mais de dez anos – reconhece a Educação Infantil como parte da educação básica de qualquer brasileiro e, por isso, exige especialização do educador.

 

A Educação Infantil tem que ir além da “tia”

Na prática, isso significa que a Educação Infantil tem que ir além da “tia”, das recreações, do Dia das Mães ou dos especiais de Natal.

A criança precisa estar em um local com profissionais especializados que promovam rotinas baseadas em propostas pedagógicas muito bem fundamentadas. Lembre-se disso quando for procurar a primeira escola do seu filho.

 

Cuidado ao escolher a primeira escola do seu filho!

“A escolha da escola hoje deve passar pelo entendimento da família em relação à proposta pedagógica. É possível ter uma escola pública com uma excelente proposta pedagógica, assim como uma escola particular com uma proposta ruim.

 

Os pais precisam ter em mente que quem faz a mediação do aprendizado é um profissional capacitado. É preciso escolher uma escola que veja o professor como um profissional comprometido e preparado para essa mediação”, explica Cleonara.

Fonte: Redação Folha Vitória


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