Crianças sobre dinheiro e outros valores

Crianças sobre dinheiro e outros valores

Crianças, Dinheiro e outros valores, Como ensinar às crianças sobre dinheiro e outros valores.

12 dicas práticas de educação financeira infantil.

Se seu filho já está aprendendo a contar, é hora de começar a falar sobre dinheiro com ele. Mas ensinar o valor de notas e moedas é só o primeiro passo.

Tem dúvidas de como abordar o assunto? Tem medo de confundir ainda mais a cabeça do seu filho?

 

 

Veja algumas formas de ensinar seu filho a lidar com dinheiro e respeitar o valor das coisas:

  • 1 – AVALIE A POSSIBILIDADE DE DAR MESADA

    Não é uma regra, mas uma mesada ou semanada pode ser uma boa forma do seu filho começar a lidar com dinheiro e aprender na prática. A quantia pode começar pequena, desde que a criança seja estimulada a fazer algumas operações com aquele dinheiro. A partir dos sete anos, esse pode ser um bom exercício.

 

  • 2 – NÃO ASSOCIE MESADA COM NOTAS

    Estudar é responsabilidade da criança. O resultado disso virá com o tempo, tornando-se um adulto mais educado e bem sucedido. Logo, a mesada não deve ser dada como uma premiação pelos estudos.

 

  • 3 – ESTIMULE A POUPANÇA

    Uma das primeiras operações que a criança deve ser incentivada a fazer é guardar o dinheiro que ganha. Quando a prática começa cedo, é mais fácil criar o hábito. Saiba mais sobre a poupança do Sicoob: http://liberteseuporquinho.com.br/


 

  • 4 – INCENTIVE OBJETIVOS

    Uma das formas de ensinar seu filho a poupar é incentivando-o a guardar dinheiro para algo que ele queira muito, como ir a um parque, comprar um novo jogo ou outro brinquedo, etc.

    E a prática pode começar com o famoso porquinho. Vale até adesivá-lo com o nome ou o desenho do objetivo (exemplo: economias do Theo para o carrinho).

 

  • 5 – VALORIZE O CONSUMO CONSCIENTE

    Incentivar a consumir água e energia com moderação também faz parte da educação financeira do seu filho. Bem como ensinar o real valor das coisas. Não permita, por exemplo, que seu filho seja displicente com as coisas que compra nem as desperdice.

 

  • 6 – ESTIMULE O DESAPEGO

    Que tal fazer aquela faxina no armário do filhote e aproveitar para dar uma lição de generosidade? Pelo menos uma vez ao ano, chame seu filho(a) e faça, junto com ele(a), uma triagem de roupas e brinquedos para doação.

    É importante a presença da criança. Ela pode resistir da primeira vez a doar suas coisas, mas você deve mostrar a importância de abrir espaço para o novo e de ser generoso com o próximo.

 

  • 7 – EXPLIQUE PORQUE NÃO COMPRA ALGO

    Se você não compra algo, pois considera que é caro, que não é necessário, que excede seus gastos ou seu salário, tenha paciência e explique exatamente isso a seu filho. Ele precisa começar a entender limites também. Saiba dizer não. E explicar o porquê.

 

  • 8 – ENSINE A DIFERENÇA ENTRE QUERER E PRECISAR

    Existem produtos necessários, como os de alimentação, vestuário e limpeza. E muitas outras coisas que ele apenas quer. Explique desde cedo essa “simples” diferença.

 

  • 9 – AULAS NO SUPERMERCADO. DISCUTA GASTOS

    Ensinar educação financeira também é ensinar a fazer escolhas, eleger prioridades e economizar. Então, escolha um dia e leve seu filhote para uma aula no supermercado. Ensine-o a escolher produtos em promoção; mostre como produtos da época são mais baratos e deixe seu filho escolher apenas um produto para levar (ele deve querer vários, mas terá de priorizar um só).

 

  • 10 – CONVERSE SOBRE SEU TRABALHO E SALÁRIO

    Seja franco. A criança deve aprender sobre o esforço que você faz para ganhar o salário. E você também pode mostrar, mesmo que simplificadamente, a seu filho todas as contas que precisam ser pagas com esse valor. Além de relembrá-lo da parte que precisa ser poupada, em prol, inclusive, dele próprio.

 

  • 11 – DÊ TEMPO EM VEZ DE PRESENTES

    Presentes, produtos e dinheiro não substituem a sua companhia. Passe tempo de qualidade com seu filho. Assim, além de educação financeira, você pode ensinar muitos outros valores.

 

  • 12 – DÊ O EXEMPLO.

    Lembre-se que as crianças aprendem, acima de tudo, espelhando-se nas pessoas com quem convivem. Se você der o exemplo, seu filho vai aprender.


 

Fonte: oseudinheirovalemais.com.br

Educação Financeira na Infância

Educação Financeira na Infância

A importância da Educação Financeira na Infância do seu filho

Quem nunca se deparou com aquela cena típica de Shopping Center, uma criança gritando descontroladamente querendo um certo brinquedo?  Não contente, ela se joga no chão e inicia a encenação, que se não fosse cômica, diríamos que seria um anúncio de uma tragédia.

 

Mas o que fazer?

É importante saber dizer não! Mas quando dizer não? Os pais, muitas vezes cedem, por vergonha ou penalizados pela cena de seu filho, tão pequeno, jogado naquele chão frio do shopping. Coitadinho!

 

E você? Como se comporta?

O seu filho está fazendo um escândalo na porta de uma loja, o que você faz? Com vergonha cede e compra o que ele pediu, ou diz NÃO? Você provavelmente quer livrar o seu filho do consumismo desenfreado? Então, está na hora de começar a pensar no assunto, na Educação Financeira de seu filho.

Não se esqueça que a criança não nasce consumista, o consumismo é um hábito que pode ou não ser incentivado nas crianças.

 

Então, a lição vem de casa?

Sabemos que Educação Financeira ainda não é um tema tratado comumente nas escolas e por isso, muitos aprendem com a vida. Por isso, talvez seu filho comece a se espelhar nos exemplos que ele vivencia dentro de casa.

Os jovens estão imersos em uma sociedade de consumo e se não forem orientados, poderão perder a noção do valor do dinheiro.

 

Como combater isso?

A Educação Financeira começa na infância! Alguns especialistas já afirmam que a Educação Financeira começa na barriga!

Já é comprovado que um bebê de 18 meses consegue identificar logotipos e antes de completar 2 anos saberá pedir presentes pela marca.

 

Socorro!

O que faremos com esse bebê quando ele se tornar um adolescente? Bem, saiba que aos 10 anos, o pré-adolescente tem de 300 a 400 marcas na memória e consome uma grande quantidade de produtos, sem precedentes.

As crianças e os adolescentes estão na mira dos publicitários, pois eles são a alma do negócio de muitas empresas. Por isso, é fundamental  a  criança entender a diferença entre “ o desejo e a necessidade”; o “querer e o precisar”.

 

Precisamos encontrar um equilíbrio.

Não queremos estimular os nossos jovens para que eles se tornem poupadores exagerados, também não queremos que os nossos filhos se tornem consumidores compulsivos. É preciso haver um equilíbrio.

 

É preciso consumir com consciência.

 

Fonte: educafinanceira.com.br


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