COMO ENSINAR AS CRIANÇAS A AMARRAREM OS SAPATOS E PORQUE ISSO É IMPORTANTE
Estamos falando sobre amarrar os sapatos. Um especialista britânico explica o quanto é importante para as crianças conseguirem amarrar seus próprios calçados. Então veremos como ensinar as crianças a amarrarem os sapatos e porque isso é importante!
De acordo com Ian Fieggen, conhecido carinhosamente e não a toa como Professor Laço, os pais por conveniência ou preguiça evitam ensinar a seus filhos a amarrar os sapatos, dificultando o desenvolvimento das crianças.
Para nós adultos é um gesto simples e banal, mas para as crianças pode ser um verdadeiro problema.
Este simples gesto, na verdade, faz parte das coisas essenciais que as crianças deveriam aprender, e de acordo com o especialista, este seria inclusive um marco do desenvolvimento infantil.
Como Fieggen explicou ao Telegraph, o problema não é apenas as crianças não saberem amarrar seus sapatos, mas não terem a oportunidade de lutarem com algo difícil e não aprenderem que, às vezes, é preciso mesmo muito esforço para saber fazer algo novo.
Dito isso, devem ser evitados os sapatos fechados com velcro, uma maneira muito simples para as crianças que, desta forma se acostumam mal e aprendem tarde demais a usar os sapatos com laços para amarrar.
Fieggen escreveu um livro sobre o assunto (Laces) e tem um site dedicado à arte de amarrar os sapatos no qual ele descreve 35 maneiras diferentes de amarrar seus sapatos (apenas com laços) e 4 maneiras diferentes com laços de duas cores.
Assista ao vídeo em que ele dá alguns dos bons exemplos.
Diferentes técnicas podem ser adaptadas aos casos individuais pois, cada criança pode de fato achar mais fácil um e mais difícil outro método de amarrar. É você quem irá descobrir.
Dois conselhos de Fieggen para os pais que lutam com este ensinamento e ensinar as crianças a amarrarem os sapatos:
Use laços de cores diferentes para ajudar as crianças que têm dificuldade em distinguir direita e esquerda e faça marcas nos amarrilhos de modo que os pequenos entendam quais são os pontos em que devem manter as mãos e as partes dos laços que devem ser alineadas.
Nenhum problema social é mais universal do que a opressão da criança. Para não errar nenhuma palavra desta frase, olho para cima, onde a citação de Montessori está pendurada, em minha lousa de estudo. Ela fica lá, para me lembrar todos os dias: hoje, você vai encontrar crianças, e hoje você vai encontrar adultos que ainda não pararam para pensar nas crianças. Liberte-as, permita que se libertem.
Nós, Montessorianos, vivemos em uma posição privilegiada e de grande responsabilidade:
por um lado, temos um conhecimento raro, compartilhado por poucos, que nos permite entender a vida, a civilização, a história e o ser humano de uma forma especial, que beira ou transborda o encanto e a magia.
Por outro lado, está em nossas mãos e em nossas vozes fazer o século da criança. Montessori acreditou que o século da criança seria o XX. Mas não foi. O XX foi o século da Guerra. Está mesmo em nossas mãos cuidar para que este século termine com a libertação das crianças. Felizmente, isso parece provável.
Hoje, mais do que em qualquer momento da história, percebemos as diversas formas de opressão: a mulher, o negro, o pobre, o portador de deficiências ou necessidades especiais, todos estão sendo mais e mais notados, melhor e melhor vistos por si e pelos seus outros.
As lutas sociais ganham cada vez mais corpo e a compaixão ganha cada vez mais espaço no mundo, como valor pessoal, filosófico e político. Nosso tempo é um tempo de sorte para quem luta pela paz – segundo Montessori, é isso que fazemos.
É claro que nosso papel, portanto, é o absurdo. Nosso papel é o extremo e o inaceitável. Montessori disse que todo o seu método começou com uma heresia. Em retrospecto, podemos contar várias: crianças com Necessidades Educacionais Especiais podiam aprender; crianças podiam aprender sozinhas; crianças podiam ser respeitadas; crianças podiam ser deixadas em liberdade; a ajuda que pensamos dar é em verdade obstáculo ao desenvolvimento; o adulto é um tirano.
Não podemos, hoje, ter medo das heresias de Montessori.
Elas são urgentes como eram em 1907. E hoje, especialmente nas partes do mundo mais ligadas às lutas sociais, essas heresias, com algum esforço, podem encontrar espaço para crescer, florescer e frutificar. Assim, é uma série de heresias que quero propor aqui, listando maneiras por meio das quais oprimimos crianças. Como qualquer lista, ela será incompleta, e como qualquer lista, será mais absoluta, talvez, do que devesse.
Assim mesmo, desejo a propor.
Em nossa luta para libertar a criança do adulto precisamos pensar e repensar coisas, atitudes. Com a humildade (Montessori disse a humilhação mesmo) de aceitarmos quando estamos errados, e quando aquilo que nos parecia natural, até mesmo necessário, se mostra potencialmente errado, potencialmente desrespeitoso e opressor.
Então, à lista. Ela será pequena, mas eu sei que nos comentários ela poderá ficar muito maior, com a contribuição de todos vocês.
1. Nós tocamos crianças sem o convite delas.
Isso nos é vetado pelo primeiro princípio para educadores montessorianos, listado pela própria Maria Montessori. Mas nem sempre é um princípio que respeitamos, e nós tocamos crianças na escola, na rua, nas casas de outras pessoas sem que elas nos convidem de nenhuma forma.
Isso reforça a crença de que o corpo de um ser humano pertence a quem quiser tocá-lo. Nós sabemos as trágicas consequências desse tipo de crença.
2. Nós proibimos crianças de desempenharem ações perfeitamente razoáveis.
O motivo pelo qual fazemos isso geralmente é que estamos cansados ou que tememos que elas façam um estrago quando tentarem fazer o que querem. Nosso medo da incompetência alheia não deveria inibir o trabalho das crianças.
Novamente aqui, sabemos que a desconfiança sobre a competência de alguém que é diferente de mim só porque esse alguém é diferente de mim pode ter consequências muito ruins.
3. Nós rimos das contribuições sérias das crianças.
Sob o pretexto da fofura, nós gargalhamos frente à argumentação infantil séria. Qualquer adjetivo é cultural (o que não quer dizer que suas consequências sejam todas ruins ou que as consequências da crença não sejam neurológicas): achar crianças fofas, engraçadinhas, divertidas ou incríveis é cultural.
Nós podemos achar qualquer coisa. Mas não podemos rir diante de uma criança que, seriamente, busca conversar conosco ou contribuir para uma discussão.
4. Nós falamos com as crianças de formas que jamais falaríamos com adultos.
Damos ordens a nosso bel prazer, chamamos as crianças por adjetivos diversos, gritamos, perdemos a calma com rapidez, somos estúpidos, humilhamos e ofendemos. De acordo com os últimos capítulos de Mente Absorvente, as notas escolares entrariam no grupo das humilhações.
Nós não falaríamos com adultos assim (eu espero que não) e não podemos falar com crianças assim. Esse item também vai contra o décimo princípio de Montessori.
5. Nós não consideramos crianças como seres humanos normais.
Não existem (ainda bem!!!) programas de televisão sobre técnicas opressivas para fazer adultos comerem pratos com cinco ingredientes, sem ver TV, até o final. Existem dicas, conselhos, e eles têm como foco a saúde, simplesmente, não o ser inteiro.
Programas de TV sobre alimentação e disciplina infantil diminuem a criança a um animal de estimação e fazem com seres humanos o que Dr. Pet faz com cães.
6. Nós rimos das dores das crianças e as minimizamos.
Rir das falhas das crianças é rir das falhas de um ser humano que se esforça e não consegue. É rir de alguém que dá o máximo de si e erra. É rir de alguém que aposta tudo o que tem e perde.
Dizer que não foi nada quando uma criança se machucou, se chateou ou foi ofendida é dizer que não foi nada para um ser humano que sofre, que sofreu abusos, opressões, perdas. A compaixão pede de nós que superemos a tentativa de nos livrarmos rapidamente do problema e, aceitando que foi alguma coisa lidemos com ele.
7.Nós fazemos piadas sobre crianças entre adultos e usamos adjetivos ligados à infância como ofensa.
Memes, figuras, frases, tweets e posts sobre crianças que tenham como objetivo sua ridicularização são erros graves. É diferente de rir de uma situação, como rimos de situações entre adultos. A distinção é assim: se a piada diminui a criança pelo fato de ela ser criança, está errado e é opressão.
Também está errado usar “infantil”, “criancice”, “criança”, “bebezão” e outros termos ligados à infância como termos pejorativos para humilhar adultos.
Eu não planejei quantas formas de opressão colocaria na lista. Há muitas mais do que aparecem aí. Eu escrevi quantas couberam em uma página A4 com letra e espaçamento padrão. Quando descubro uma nova forma de opressão contra a criança, fico envergonhado e pensativo. Confuso também seria um termo adequado.
É minha esperança que todos fiquemos um pouco assim, e essa pequena lista nos faça (re)pensar. Nós não precisamos concluir. Alguém disse que a revolução não é um evento de um dia só. Mas nós não podemos parar de lutar.
Disse Montessori: continuamos porque precisamos, porque é assim que é e é assim que deve ser. Continuemos.
Fonte: http://www.metodomontessori.com.br
O diabetes se caracteriza pela deficiência de produção e/ou de ação da insulina. O diabetes tipo 1 é resultante da destruição autoimune das células produtoras de insulina.
O diagnóstico desse tipo de diabetes acontece, em geral, durante a infância e a adolescência, mas pode também ocorrer em outras faixas etárias.
Já no diabetes tipo 2, o pâncreas produz insulina, mas há incapacidade de absorção das células musculares e adiposas.
Esse tipo de diabetes é mais comum em pessoas com mais de 40 anos, acima do peso, sedentárias, sem hábitos saudáveis de alimentação, mas também pode ocorrer em jovens.
Confira 10 coisas que você precisa saber sobre os dois tipos mais comuns de diabetes:
O Tratamento
No tratamento do diabetes, o ideal é que a glicose fique entre 70 e 100mg/dL. A partir de 100mg/dL em jejum ou 140mg/dL duas horas após as refeições, considera-se hiperglicemia e, abaixo de 70mg/dL, hipoglicemia.Se a glicose permanecer alta demais por muito tempo, haverá mais possibilidade de complicações de curto e longo prazo. A hipoglicemia pode causar sintomas indesejáveis e com complicações que merecem atenção.
Tanto insulina, quanto medicação
Tanto insulina, quanto medicação oral podem ser usadas para o tratamento do diabetes. A insulina é sempre usada no tratamento de pacientes com diabetes tipo 1, mas também pode ser usada em diabetes gestacional e diabetes tipo 2 (quando o pâncreas começa a não produzir mais insulina em quantidade suficiente).
Prática de exercícios
A prática de exercícios pode ajudar a controlar a glicemia e a perder gordura corporal, além de aliviar o estresse. Por isso, pessoas com diabetes devem escolher alguma atividade física e praticar com regularidade, sob orientação médica e de um profissional de educação física.
A medicação oral é usada no tratamento de diabetes tipo 2 e, dependendo do princípio ativo, tem o papel de diminuir a resistência à insulina ou de estimular o pâncreas a produzir mais desse hormônio.
Carboidratos
A contagem de carboidratos se mostra muito benéfica para quem tem diabetes. Os carboidratos têm o maior efeito direto nos níveis de glicose, e esse instrumento permite mais variabilidade e flexibilidade na alimentação, principalmente para quem usa insulina, pois a dose irá variar conforme a quantidade de carboidratos.
Isso acaba com a rigidez no tratamento de antigamente, quando as doses de insulina eram fixas, e a alimentação também devia ser. É importante ter a orientação de um nutricionista.
A tecnologia pode ajudar
As tecnologias têm ajudado no tratamento do diabetes. Os aparelhos vão desde os glicosímetros (usados para medir a glicose no sangue) até bombas de infusão de insulina e sensores contínuos de monitorização da glicose.
Cuidados no Tratamento
Se o diabetes não for tratado de forma adequada, podem surgir complicações, como retinopatia, nefropatia, neuropatia, pé diabético, infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral, entre outros.Se o paciente já estiver com diagnóstico de complicação crônica, há tratamentos específicos para ajudar a levar uma vida normal.
A família pode ajudar
A educação em diabetes é muito importante para o tratamento. Não só o paciente precisa ser educado, mas também seus familiares e as pessoas que convivem com ele. Assim, o paciente pode ter o auxílio e o suporte necessários para um bom tratamento e tomar as decisões mais adequadas com base em conhecimento.
Mantenha o peso com práticas de exercícios
Muitos casos de diabetes tipo 2 podem ser evitados quando se está dentro do peso normal, com hábitos alimentares saudáveis e com prática regular de atividade física.
O fator hereditário
O fator hereditário é mais determinante no diabetes tipo 2. Ainda se estuda o que desencadeia o diabetes tipo 1 e, por enquanto, as infecções, principalmente virais, parecem ser as maiores responsáveis pelo desencadeamento do processo autoimune.No tipo 2, os casos repetidos de diabetes em uma mesma família são comuns, enquanto a recorrência familiar do diabetes tipo 1 é muito pouco frequente.
O diabetes ainda não tem cura
Ainda não há cura para o diabetes. Porém, estão sendo realizados estudos que, no futuro, podem levar à cura. Para o diabetes tipo 1, está sendo estudada a terapia com células-tronco em pacientes recém-diagnosticados.Já para o diabetes tipo 2, os estudos com a cirurgia de redução de estômago (gastroplastia) têm mostrado aparentes bons resultados, mesmo em pacientes que não estão acima do peso. Salienta-se que esses métodos ainda são absolutamente experimentais.
A Pedagogia Montessoriana ou Método Montessori foi desenvolvida por volta de 1907, por Maria Montessori, primeira mulher da Itália diplomada em medicina. Além de médica, Maria Montessori era educadora e seu método propunha a criação de um ambiente de aprendizado mais criativo. Veja abaixo como criar um Quarto Montessoriano!
Quarto Montessoriano: Veja como criar um ambiente que estimula o aprendizado de seus filhinhos!
Seu trabalho enfatiza a importância de se criar um ambiente adequado para o desenvolvimento da criança, capaz de permitir a livre expressão de suas capacidades. Em um ambiente rico e estimulante, a criança torna-se capaz de aprender sozinha por meio de suas próprias experiências, desenvolvendo-se assim de forma espontânea, criativa e saudável.
Desta forma, Maria Montessori acreditava que a casa não deve ser para crianças, mas das crianças, ou seja, não organizada para sua chegada, mas estruturada a partir de sua criação. Assim, quando pensamos em uma decoração montessoriana, temos que ter em mente que a proposta é fazer um quarto pensado para o bebê e não para uso de adultos.
Também é importante ter uma perspectiva que vai além da aparência puramente decorativa. A prioridade é a liberdade que a criança deve ter. E este ponto é de fundamental importância, para o desenvolvimento da criatividade na criança.
Lembre-se: esse ambiente tem que ser pensado de forma que a criança fique segura e livre ao mesmo tempo. Tomadas e objetos pontiagudos devem ficar fora do alcance da criança. O objetivo do quarto montessoriano é promover a autonomia dos pequenos, para que a criança cresça com mais independência, mas ainda é preciso monitorá-la com frequência.
Quarto montessoriano: Acessibilidade, entenda o conceito!
Você já ouviu falar sobre o conceito Montessori? Ele foi criado por Maria Montessori, uma médica e educadora italiana no século XX, e nunca esteve tão atual. A proposta desse método é estimular a criatividade e a autonomia das crianças, para que se expressem e aprendam por meio da liberdade.
Segundo a linha, os ambientes devem ser adaptados para os pequenos da maneira como eles enxergam o mundo – e tudo isso pode ser também aplicado na hora de montar o quartinho do filhote.
Proposta de decoração do quarto montessoriano
A proposta de decoração montessoriana defende que é preciso tentar fazer com que tudo esteja ao alcance da criança e no seu campo visual, para que ela tenha acesso livre a todos os objetos e desenvolva autonomia. Para isso, use sempre muitas estantes baixas, cadeiras e mesas proporcionais ao seu tamanho e camas baixas, além de quadrinhos na parede e enfeites em geral.
Ao invés de camas altas, colchões no chão oferecem maior autonomia para as crianças – que podem deitar e levantar quando quiserem. Dispor os brinquedos de forma que elas possam pegá-los para brincar também é importante, dessa maneira, além do conceito de autonomia, o da organização também é trabalhado (afinal, os pequenos conseguirão guardar seus próprios objetos).
A ideia principal é que os filhotes explorem seu dormitório, para que cresçam livres e autoconfiantes.
Para ajudar você entender o que falamos neste post, selecionamos algumas fotos que mostram como o método pode ser aplicado nos quartos infantis. Veja e saiba mais um pouco sobre como montar o quarto Montessoriano para seus filhos!
Os espelhos
Os espelhos que são usados na proposta do quarto Montessoriano servem para que as crianças possam se conhecer melhor. Mas não se esqueça: é muito importante que o objeto seja de acrílico e esteja bem fixado na parede para que assim não oferecer nenhum riscos aos pequenos.
A importância dos livros
Todos nós sabemos da importância que os livros desempenham na educação de todos nós, principalmente na educação infantil. Então, para estimular ainda mais essa atividade tão importante que é a leitura, deixe os livros ao alcance dos pequenos.
O colchão no chão
Se você não acha legal e não quer colocar o colchão diretamente no chão, você pode optar por um estrado ou ou até mesmo um tapete de EVA embaixo do colchão.
Tudo na altura das crianças
Repare como a disposição dos objetos está sempre na altura das crianças. Além dos tradicionais brinquedos, você também pode colocar diversos objetos da casa (utensílios de cozinha que não oferecem nenhum risco aos pequenos, como colheres de pau, copos de plástico entre outros) para que assim os pequenos possam explorar da várias maneiras.
Escola PrismaPor um Mundo Melhor | Onde a auto-descoberta acontece.
Vacinação contra o HPV, Proteção para a menina, saúde para a mulher!
A infecção pelo HPV é a principal responsável pelo câncer do colo de útero. A cada ano, no Brasil, surgem 15 mil novos casos e 5 mil mulheres morrem. A vacina é a principal forma de prevenção, por isso é importante que toda a menina de 9 a 13 anos receba as três doses da vacina HPV. Ela é segura, de graça e está incluída no Calendário Nacional de Vacinação. Atenção: meninas que ainda não foram vacinadas, devem procurar uma Unidade de Saúde do SUS para receber a vacina, (Vacinação contra o HPV).
#VacinaHPV #ProteçãoPraMenina #SaúdePraMuher Vacinação contra o HPV
São vírus capazes de infectar a pele ou as mucosas. Há mais de 150 diferentes tipos de HPV – 40 deles podem infectar o trato genital. Alguns tipos de HPV podem provocar câncer e outros podem causar verrugas genitais.
Existem 12 tipos identificados como de alto risco (HPV tipos 16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 56, 58 e 59) que têm probabilidade maior de persistir e estarem associados a lesões pré-cancerígenas. O HPV de tipos 16 e 18 causam a maioria dos casos de câncer do colo de útero em todo mundo (cerca de 70%). O câncer do colo de útero é uma doença grave que pode levar ao óbito. No Brasil, é a terceira maior causa de morte entre as mulheres.
A vacina HPV quadrivalente confere proteção contra HPV 6, 11, 16 e 18, ou seja, abrange os dois principais tipos responsáveis pelo câncer do colo de útero. Com isso, a fim reforçar as atuais ações de prevenção do câncer do colo de útero, o Ministério da Saúde, com as Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde, dá continuidade à estratégia de vacinação contra o HPV.
Essa vacina foi incluída no Calendário Nacional de Vacinação do SUS em março de 2014, tendo como população-alvo as meninas de 11 a 13 anos de idade. Neste ano de 2015, a oferta da vacina foi ampliada para as meninas na faixa etária de 9 a 13 anos de idade.
O Ministério da Saúde adota o esquema vacinal estendido, composto por três doses (0, 6 e 60 meses), e a estratégia de vacinação mista, ou seja, a vacinação poderá ocorrer nas Unidades de Saúde do SUS e em parceria com as secretarias de saúde e educação.
Perguntas mais frequentes
1. O que é o HPV?
O papilomavírus humano (HPV) é um vírus que infecta a pele e mucosas e pode causar câncer do colo de útero e verrugas genitais. Os tipos 16 e 18 causam em torno de 70% dos casos de câncer do colo de útero Já os tipos 6 e 11 são encontrados na maioria das verrugas genitais.
2. Como ocorre o contágio?
O vírus HPV é altamente contagioso, sendo possível contaminar-se com uma única exposição, e a sua transmissão acontece por contato direto com a pele ou mucosa infectada. A principal forma é pelo contato sexual, mas também pode ser transmitido de mãe para filho durante o parto. Embora seja raro, o vírus pode propagar-se também por meio de contato com a mão.
3. O que é câncer do colo de útero?
É o crescimento anormal de células no colo do útero. Essas alterações têm como principal causa a infecção por alguns tipos de HPV.
4. Quais são as formas de prevenção do câncer do colo de útero?
A vacinação contra o HPV é a forma mais eficiente de se proteger contra o câncer do colo de útero. Para prevenir, é preciso vacinar as adolescentes de 9 a 11 anos. É importante seguir fazendo o exame preventivo (Papanicolau) na vida adulta (idade entre 25 e 64 anos).
5. Como será Vacinação contra o HPV?
A vacina HPV estará disponível para adolescentes entre 9 e 11 anos, nas Unidades de Saúde do SUS ou nas escolas. A adolescente deverá tomar 3 doses da vacina. A primeira dose estará disponível em março de 2015, a segunda, em setembro de 2015, e a terceira será agendada para 60 meses após a data da primeira dose. Destaca-se que as meninas de 12 a 13 anos que ainda não foram vacinadas devem procurar uma Unidade de Saúde do SUS para tomar a vacina. É preciso completar o esquema vacinal, pois só com a segunda dose a adolescente estará protegida. Será utilizada a vacina quadrivalente HPV, que confere proteção contra quatro tipos (6, 11, 16 e 18).
6. Por que a Vacinação contra o HPV na adolescência?
Estudos mostram que a vacina tem maior eficácia se for administrada em adolescentes que ainda não foram expostas ao vírus, pois, nessa idade, há maior produção de anticorpos contra o HPV que estão incluídos na vacina.
7. Estatísticas sobre o HPV
100 países já utilizam a vacina HPV.
180 milhões de doses já foram aplicadas desde 2006.
5 milhões de meninas no Brasil foram vacinadas em 2014.
70% dos casos de câncer do colo de útero.
15 mil casos de câncer do colo de útero no Brasil.
5 mil óbitos de câncer do colo de útero no Brasil
8. Posso ter alguma reação depois de tomar a vacina HPV?
A (Vacinação contra o HPV) vacina HPV é uma vacina muito segura, desenvolvida por engenharia genética. Pode, raramente, ocasionar reações como dor, inchaço e vermelhidão no local da aplicação. Ocasionalmente, podem ocorrer dor de cabeça, mal estar e desmaios (síncope), que são relacionados à ansiedade ou ao medo da aplicação da vacina – reação mais comumente apresentada em adolescentes. O importante é que, depois, todas ficam bem. A síncope mais frequente é a síncope vasovagal, comum em pessoas com alguma particularidade emocional, geralmente desencadeado por dor intensa, medo da injeção ou um choque emocional súbito, por exemplo. Até o momento, não há conhecimento de nenhum efeito colateral grave relacionado à Vacinação contra o HPV.
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O método Montessori é um método educacional criado por uma médica chamada Maria Montessori, ele é utilizado em escolas de todo mundo com crianças desde o berçário ate o ensino médio. O método estimula o desenvolvimento, a independência e preza o respeito pelos limites de cada criança, deixando acontecer tudo ao seu tempo. Acreditam que dessa forma ocorre o desenvolvimento natural físico, psicológico e social de cada criança.
Existem alguns pontos que são determinados como essenciais para conter numa escola com método Montessori, que são:
Total liberdade para o aluno escolher qual atividade quer fazer, dentre as propostas colocadas na sala.
Sala de aula com alunos de faixa etárias diferentes de 3 a 6 anos de idade
Total liberdade para o aluno se movimentar dentro da sala de aula
Professores treinados e preparados para desenvolver o método Montessori são peça fundamental para alcançar o foco do método aplicando juntamente com os materiais educacionais e atividades desenvolvidas por Maria Montessori e seus colaboradores montessorianos.
Sendo os pilares do método Montessori a autoeducação, educação com ciência, educação cósmica, ambiente preparado e criança equilibrada.
Cada um desses pontos visando atender e desenvolver as crianças de forma natural, trabalhando de forma única com seu próprio esforço e de maneira que a criança tenha interesse em descobrir cada vez mais sobre aquele assunto que mais te chamou a atenção, dando liberdade e autonomia para aprender, pesquisar todos os assuntos de seu interesse.
O método Montessori vai contra todos os métodos de ensino convencionais e tradicionais, por acreditar que são métodos que forçam os limites de aprendizado e desenvolvimento das crianças.
Por isso aplicam uma forma de ensino liberal, para que a criança apresente interesse espontâneo e tenha mais sucesso nas atividades que exercer sem impor regras, prazos para realização e nenhuma cobrança, tudo no tempo da criança.
Alguns dos Ensinamentos do Método Montessori
Sensorial
No método Montessori a palavra sentir é peça fundamental do método, pois segundo Maria Montessori a criança descobria o mundo sentindo as formas, texturas, tamanhos, cheiros, sabores e barulhos. São utilizadas caixas , paredes e cestos com diversos objetos de diferentes formas e texturas e permitem que as crianças se descubram, toquem, sintam cada um deles. Com esse método sensorial acredita-se auxiliar no desenvolvimento da coordenação motora, da criatividade e da memoria da criança, dentro de outros benefícios mais.
Quarto Montessoriano
Seguindo a pedagogia montessoriana, esse método tem sido aplicado nas residências no geral e tem crescido cada dia mais. O método aplica-se em objetos de fácil alcance no quarto da criança, tornando o quarto não o quarto dos sonhos dos pais, mas sim o QUARTO DA CRIANÇA com fácil acesso a tudo e com objetos que estimularão o desenvolvimento do pequeno.
Estantes na altura da criança, brinquedos educativose interativos, quebra-cabeças, instrumentos musicais, cubos de montar, bonecas de pano e brinquedos de madeira são ótimas opções também. Quanto na hora de dormir, o método coloca o convencional berço como um limitador de crianças, pois para sair ou conseguir pegar algo precisa escala-lo ou chorar para ser retirado.
Portanto no método Montessori é aconselhado a utilização de colchões no chão ou ate mesmo uma cama baixa onde a criança consiga se levantar com facilidade e ter total liberdade de se levantar e deitar quando quiser e tiver vontade. Outro ponto é sobre a televisão, no método não é recomendada a utilização no quarto de crianças, já a utilização de aparelhos de som para o acesso a música é muito bem vindo.
Aula Montessoriana
Na aula montessoriana vários assuntos serão abordados como animais, frutas, números, artes, instrumentos musicais e mais uma infinidade de coisas, obviamente assuntos ligados à faixa etária dos alunos em aula.
Fazem atividades com movimentos físicos , trabalham a concentração das crianças e desenvolvem habilidades através de músicas além de ensina-las sobre a importância do silêncio, estimulando as crianças a escutarem os sons ao seu redor, como músicas, canto de passarinhos e ate mesmo o barulho dos carros passando na rua.
Hoje em dia o método Montessori esta sendo aplicadas e utilizadas em diversos pontos além das escolas do mundo todo, como em clinicas de psicopedagogia, casas de repouso e ate mesmo clinicas psiquiátricas, aproveitando certos métodos para o tratamento de demências e ate mesmo do Alzheimer.
O Método Montessori vai muito mais além do que citamos acima, abordam muitos outros ensinamentos e métodos para o desenvolvimento das crianças, alguns muito mais complexos, mas que valem a pena conhecer e quem sabe se adequar ao método. Hoje encontramos diversas escolas que aplicam o Método Montessori, em todas as regiões do Brasil.
Algumas escolas públicas já começam a se adequar a algumas características e funcionalidades do método que comprovadamente auxiliam o desenvolvimento das crianças de forma única.