A prática da leitura é essencial nas primeiras séries
Proporcionar a uma criança o acesso à leitura é muito mais do que contribuir para a formação de um futuro leitor, mas sim uma forma de potencializar nelas a criatividade, despertar a imaginação, estimular o senso crítico, entre outros benefícios.
Em função disso, é que o ato de democratizar o acesso à literatura no Ensino Fundamental é considerado fundamental para viabilizar o desenvolvimento da criança. De acordo com números da 5º edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, de 2020, o país tem aproximadamente 100 milhões de leitores, número que corresponde a 52% da população brasileira.
Desse montante citado anteriormente, 61,2 milhões de leitores não são estudantes, indicador que demonstra que a margem de alunos que não têm o hábito de ler está cada vez mais estreita, fato que deixa em evidência a necessidade de se investir em políticas públicas com esse enfoque.
A leitura no ensino fundamental promove diferentes benefícios para os estudantes: exercitar o cérebro, estimular a criatividade e ajudar na memorização estão entre as vantagens. Mas, para que se torne um hábito, é importante as escolas realizaremmaisatividades para aumentar o contato dos pequenos com a leitura.
Existem várias ideias utilizadas pelos educadores para reforçar a leitura no ensino fundamental. Via de regra são aplicados projetos interdisciplinares, uso de gêneros literários variados, contação de histórias, realização de trabalho escolar que requer a leitura de uma obra, além de outras formas de incentivo a essa prática. Mas, qual é a importância em realizar?
Importância da leitura no ensino fundamental | benefícios
A importância da leitura no ensino fundamental está ligada a diversos benefícios, um deles remete a expansão do vocabulário. Quanto mais a criança lê, mais palavras aprenderá e isso também potencializa a habilidade comunicativa. Por isso, é indispensável promover o estímulo da leitura ainda na infância.
Pensando nisso, separamos abaixo alguns dos benefícios de você incluir esse hábito importante da leitura no ensino fundamental e explorar bastante a criatividade. Veja logo abaixo:
Criatividade
Ler faz com que nossa mente possa ir além, imaginar, criar… e tudo isso contribui muito para o desenvolvimento. Quem nunca leu um livro e depois quando foi assistir o respectivo filme ficou frustrado? Isso acontece porque o filme nunca retratará as coisas como imaginamos inicialmente, pois cada um imagina de uma forma diferente.
E isso é o mais legal, não ter limites para a imaginação e dessa forma contribuir para aflorar a criatividade que existe em cada um de nós e também os sentidos.
Aprendizado
A leitura promove o aprendizado constante mesmo nos momentos de lazer, isso porque os livros são uma rica fonte de conhecimento. Ler faz com que aprendamos sem nem perceber e isso é o mais mágico desse mundo. Durante as férias ficamos muito tempo longe dos estudos, e para manter o cérebro ativo, os livros são opções ideais.
Por meio dos livros conseguimos ampliar o vocabulário, implementar novas formas de se expressar, enfim, trazer benefícios para uma melhor comunicação com as pessoas, uma melhor escrita etc.
Outros mundos
O hábito de ler nos transporta a outras realidades, nos faz mais humanos também, nos permite colocar-nos no lugar de determinado personagem, sentir junto com ele as situações, criar empatia, admiração, repugnância entre outros.
Ter essa experiência traz também mais maturidade, pois a partir dela conseguimos trazer para o dia a dia o sentimento de respeitar “mundos diferentes dos nossos”, saber que não só nos livros há realidades diferentes das que vivemos, mas entender que assim é também a vida. Além disso, pode nos trazer muitos ensinamentos de como lidar com determinadas situações, problemas…
Mais um benefício da leitura no ensino fundamental diz respeito ao aumento da capacidade de concentração. Isso porque fazer a leitura de textos, todos os dias, dentro de 15 a 20 minutos, permite que as pessoas de diferentes faixas etárias, inclusive crianças, tenham mais foco. Outra vantagem remete à obtenção de novos conhecimentos, ou seja, quanto mais os pequenos exercem a leitura, mais aprendizado podem adquirir.
Educação para a Vida | Aqui na Escola Prisma com o Método Montessori é a criança quem define seu próprio ritmo de aprendizagem. Conhecer a criança: identificar suas características, seu potencial, suas necessidades. Ter a certeza de que ela aprende fazendo.
Nosso fazer pedagógico:
Nós escolhemos como ferramenta de trabalho o Sistema Montessori, Criado na Itália, pela Dra. Maria Montessori, no início do século passado, mas tão atual, que hoje se espalha em milhares de escolas por todas as partes do mundo.
Situado em uma tranquila e arborizada rua no bairro de Santo Antônio na cidade de Juazeiro-BA, começamos nossas atividades em fevereiro de 1994, com a Educação Infantil.
Hoje atendemos famílias com crianças a partir de 2 anos de idade na Educação Infantil e no Ensino Fundamental I, essencialmente promovido e impulsionado pelas próprias famílias interessadas por uma educação de qualidade para seus filhos.
Nossa abordagem educacional para a Educação Infantil parte do Aprender Brincando para desenvolver as diferentes habilidades das crianças (intelectuais, emocionais, motoras e sociais), contribuindo para a expansão das suas capacidades de comunicação, interação social, domínio do espaço físico e do próprio corpo, pensamento, ética e estética.
A Escola Prisma nasceu de um sonho de uma pedagoga em oferecer às crianças uma educação de qualidade que resguarda as etapas da infância e a individualidade de cada uma dessas crianças, num ambiente contextualizado ao mundo multicultural e tecnológico.
Aqui na Escola Prisma, maturidade e precocidade são diferenciadas; a evolução particular da criança é observada criteriosamente para que todas as etapas sejam bem vivenciadas e a criança perpasse os estágios de desenvolvimento com segurança, criatividade, curiosidade e vontade de aprender.
Para tanto, nos apoiamos na metodologia montessoriana, em que o ambiente e materiais são cuidadosamente planejados para que criança desenvolva sua autonomia, inteligência e paixão permanente pela aprendizagem.
A Escola Prisma oferece um espaço privilegiado de aprendizagem e formação humana. Nossos alunos estudam em ambientes especialmente projetados para cada faixa etária, partilhamos a educação de crianças entre 02 anos e 08 anos, da educação infantil ao 5º ano do Ensino Fundamental.
Onde estamos: Na cidade de Juazeiro, no estado da da Bahia
Nosso endereço: (Faça Contato) Rua São Vicente II, sn. | Santo Antônio | Juazeiro-BA | Tel. 74 3611 3189
Nossos Horários: Horário escolar, das 07:30 ás 12:00h, e das 13:30 às 18:00h
O ensino fundamental é uma das etapas da educação básica, no Brasil. Tem duração de nove anos, sendo a matrícula obrigatória para todas as crianças com idade entre 6 e 14 anos (entre 7 e 15 anos de idade para nascidos no segundo semestre). A obrigatoriedade da matrícula nessa faixa etária implica a responsabilidade conjunta: da família ou responsáveis, pela matrícula das crianças; do Estado pela garantia de vagas nas escolas públicas; da sociedade, por fazer valer a própria obrigatoriedade.
História
Regulamentado por meio da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), em 1996, sua origem remonta ao ensino de primeiro grau, que promoveu a fusão dos antigos curso primário (com quatro a cinco anos de duração) e do curso ginasial (com quatro anos de duração), este último considerado à época como ensino secundário.
A duração obrigatória do ensino fundamental foi ampliada de oito para nove anos pelo Projeto de Lei nº 3.675/04, transformado na Lei Ordinária 11.274/2006, passando a abranger a classe de alfabetização (fase anterior à 1ª série, com matrícula obrigatória aos seis anos) que, até então, não fazia parte do ciclo obrigatório; a alfabetização na rede pública e em parte da rede particular era realizada normalmente na 1ª série. Lei posterior (11.114/05) ainda deu prazo até 2010 para estados e municípios se adaptarem.
A obrigatoriedade de matrícula para crianças de 4 e 5 anos de idade foi prevista pela Emenda Constitucional (EC) n. 59 e reafirmada pela Lei n. 12.796 (Brasil, 2013a). Considerando o encaminhamento legal e as variadas questões envolvidas na implementação da obrigatoriedade, interessou-nos saber qual a percepção das famílias a respeito da necessidade de matricular seus filhos na pré-escola, buscando reconhecer pontos positivos e/ou dificuldades decorrentes do cumprimento dessa exigência legal.
No Brasil não existe um currículo padronizado para o ensino fundamental, mas a LDB de 1996 define que é obrigatório, no ensino fundamental, o ensino de língua portuguesa, matemática, conhecimentos do mundo físico e natural, bem como da realidade social e política (especialmente a brasileira), artes, educação física e música (que pode ser trabalhada dentro das artes).
Passando agora a ser dessa maneira:
Classe de alfabetização (CA) = 1º ano
1ª série = 2º ano
2ª série = 3º ano
3ª série = 4º ano
4ª série = 5º ano
5ª série = 6º ano
6ª série = 7º ano
7ª série = 8º ano
8ª série = 9º ano
Organização
A organização do ensino fundamental divide-o, na prática, em dois ciclos. O primeiro que corresponde aos primeiros cinco anos (chamados anos iniciais do ensino fundamental) é desenvolvido, usualmente, em classes com um único professor regente. O segundo ciclo corresponde aos anos finais, nos quais o trabalho pedagógico é desenvolvido por uma equipe docente de especialistas em diferentes disciplinas. Essa forma de organização do ensino fundamental remonta à antiga divisão do ensino primário em relação ao primeiro ciclo do ensino secundário (ginasial).
Nos primeiros anos, as crianças e adolescentes são estimulados através de atividades lúdicas, jogos, leituras, imagens e sons, principalmente no primeiro nível. Através dos vários processos pedagógicos, busca-se conduzir a criança ao conhecimento do mundo pessoal, familiar e social.
Nos anos finais, adolescentes aprofundam os conhecimentos adquiridos no ciclo anterior e iniciam os estudos das matérias que serão a base para a continuidade no ensino médio. Esta é uma fase delicada e repleta de mudanças, em que jovens começam a buscar sua autonomia, e isso deve ser também contemplado em sala de aula.
Esta passagem do Ensino fundamental 1 para o Ensino fundamental 2, especificamente do 5º para o 6º ano, tem sido motivo de preocupação de pais e de atenção de pesquisadores e pesquisadoras, como Ludimila Maria da Silva Reis e Marlice de Oliveira e Nogueira, da Universidade Federal de Ouro Preto. Segunda suas pesquisas, esta transição permeia áreas da vida dos estudantes, que vão além de uma formatura e de uma despedida do ensino fundamental 1. Os alunos passam a enfrentar grandes mudanças, interna e externamente.
Na escola, o sistema deixa de ser de unidocência (apenas um professor por turma), para a pluridocência (um professor por matéria). Essa nova dinâmica dentro de sala exige um novo olhar atencioso dos pais e da equipe escolar, pois faz com que os discentes entrem em contato com cinco a seis professores por dia, e isso traz um impacto significativo em sua forma de aprender, pois cada professor tem conteúdos, didáticas, cobranças e relacionamentos diferentes.
Além disso, a criança precisa de apoio em casa e na instituição, para que não se sinta sobrecarregada ou perdida. É necessário que haja empatia e paciência nesta transição.
Divisões
A educação básica brasileira é formada por diferentes etapas com diferentes objetivos para cada ano. O ensino fundamental é dividido em anos iniciais e anos finais.
Anos iniciais
Os anos iniciais do ensino fundamental são formados pelos anos do 1º ao 5º. O aluno participa nas diferentes atividades para se desenvolverem a nível motor, cognitivo, social, entre outros aspetos. Durante estes anos é iniciado o processo de alfabetização do estudante. O educador dos anos iniciais, além de alfabetizador, tem a oportunidade de desenvolver os saberes logo no início da educação formal.
1° ano do ensino fundamental I
É uma etapa que proporciona a escrita e a matemática, fazendo com que o aluno desenvolva várias formas de comunicação, ajudando a sua expressão, e compreensão do ambiente natural e social.
2° ano do ensino fundamental I
Tem como foco ensinar as crianças a ler e a escrever e a melhorar a fluência da leitura e as capacidades de escrita. Na matemática, o objetivo é proporcionar aos alunos capacidades ordenar e compreender a numeração.
3°ano do ensino fundamental I
Para além dos objetivos dos outros dois anos, a compreensão de estrutura, coerência e coesão do texto também são tratados. Na matemática, são abordados os conceitos da adição, subtração e multiplicação.
4° ano do ensino fundamental I
São aperfeiçoados os conhecimentos adquiridos na área da linguagem. Na área da matemática, ocorre o método das quatro operações, a interpretação e resolução de problemas, é realizada a análise de gráficos e tabelas, desafios lógicos e o estudo da geometria e das frações. Para além disto, estuda-se ainda educação financeira.
5° ano do ensino fundamental I
Neste ano pretende-se aprofundar conceitos dos anos anteriores.
Anos finais
Os anos finais do ensino fundamental, também chamado de Ensino Fundamental II, é a segunda e última divisão do ensino fundamental no sistema educacional brasileiro. Essa etapa, que é composta pelo 6º, 7º, 8º e 9º Ano, é marcada por um maior aprofundamento e complexidade nos conteúdos aprendidos e certas mudanças na forma de aprendizagem.
Tanto os Anos Iniciais e os Anos Finais do Ensino Fundamental foram definidas conforme a RESOLUÇÃO Nº 3, DE 3 DE AGOSTO DE 2005, envolta da mesma época em que ocorria outras mudanças na educação, como a implementação do 9º ano.
Diferenças entre anos iniciais e anos finais
Algumas mudanças que ocorrem entre as duas divisões são:
Um professor especialista para cada disciplina, ao invés de um só professor generalista que ministrava todas elas;
Em certas escolas, alunos cursando os Anos Finais e os Anos Iniciais se estabelecem em espaços ou tempos diferentes durante o intervalo;
Maior complexidade e aprofundamento nos conteúdos ensinados;
Escola de Educação Infantil em Juazeiro – BA: história, conceito e prática na Educação Infantil
Maternal, jardim de infância, pré-escola. Ao longo da história foram muitos os nomes para esse período de atendimento à criança pequena que é anterior à fase de alfabetização. A verdade é que os nomes mudaram junto com a reformulação do que, afinal de contas, é educação infantil.
As alterações vieram na medida em que a sociedade evoluiu, que a infância ganhou a atenção dos estudiosos e que a criança passou a ser vista como um indivíduo com direitos. A percepção de que a creche ou a escola são espaços apenas para cuidados com a criança foi sendo deixada de lado e substituída pelo conceito de educação.
Nas últimas décadas, diversos pesquisadores estudaram o tema e trouxeram propostas diferenciadas para a educação nesse estágio. Mas, independente da linha teórica, permanece a concepção de que esse é um “período de ouro”, que deve ser explorado ao máximo. Isso porque boa parte dos aprendizados obtidos e cuidados recebidos nessa fase serão essenciais para o desenvolvimento da criança no restante de sua vida.
Você conhece a história da educação infantil no Brasil?
Pode parecer chato voltar décadas atrás para falar da origem da educação infantil, mas, acredite, saber como tudo começou pode ser muito útil para entender o lugar que ela ocupa na nossa sociedade hoje. A verdade é que a história da educação de crianças no nosso país está ligada a um acontecimento importante no Brasil, que é a entrada das mulheres no mercado de trabalho. Isso aconteceu com mais força por volta da década de 40.
Sem ter com quem deixar as crianças, as mulheres recorriam às “criadeiras”, que eram mulheres que cuidavam de muitas crianças ao mesmo tempo e, na maioria das vezes, em condições precárias de higiene. Dessa forma, as creches surgiram como uma medida de sanitização, como um “mal necessário” para substituir as criadeiras, que eram vistas como as principais causas da mortalidade infantil.
Esse começo foi um dos motivos pelos quais a creche ficou tanto tempo associada à ideia de assistencialismo. Nas décadas de 70 e 80 essa realidade começou a mudar com o surgimento de estudos e novas concepções sobre a infância. O primeiro grande marco na história da educação infantil veio com a Constituição de 1988, que reconheceu – pela primeira vez – a creche e a pré-escola como parte do sistema educacional no país.
Em 1996 outro marco importante veio com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), que constituiu a educação infantil como dever dos municípios e estabeleceu sub-faixas: creche para crianças de 0 a 3 anos e pré-escola para crianças de 4 a 6 anos. Essa lei elevou a educação infantil ao status de primeira etapa da educação básica, exigindo uma articulação dela com o ensino fundamental.
Afinal, o que é educação Infantil?
Depois de entender o histórico da educação infantil no Brasil fica mais fácil defini-la como a primeira etapa da educação básica e, portanto, um direito da criança. De acordo com a LDB, essa fase da educação tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança “em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade”.
Fica claro que há um entendimento que educação infantil engloba, num sentido mais amplo, toda forma de educação que a criança receberá na família, na comunidade, na sociedade e na cultura em que vive. Mas, a escola tem um papel essencial nesse processo por ser uma instituição inteiramente voltada para o desenvolvimento dessa criança.
Embora tenha sido necessário o combate à visão assistencialista vinculada à creche é importante ressaltar que não se pode excluir a função de cuidado da educação infantil.
A criança precisa de cuidados básicos como higiene, alimentação saudável e momentos de repouso e, por isso, é impossível separar a educação e o cuidado nessa faixa etária. Veja aqui algumas dicas para estimular hábitos de higiene para crianças.
Portfólio: o que não pode faltar?
Para atender a orientação da LDB e criar um portfólio que promova o desenvolvimento integral da criança é preciso incorporar atividades que considerem as diferentes capacidades e habilidades dela. É na educação infantil que a criança vai conhecer seu próprio corpo, entender os limites de si e do outro, ampliar suas relações sociais e aprender as diferentes linguagens verbais e corporais para se comunicar.
É primordial que a escola acolha as vivências dessa criança e os conhecimentos que ela traz consigo, de acordo com seu ambiente familiar e sua cultura. Toda essa bagagem que a criança carrega deve ser articulada com as propostas pedagógicas, de forma que seu universo de experiências seja ampliado.
Seis direitos de aprendizagem e desenvolvimento
De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), o portfólio da escola de educação infantil deve contemplar seis direitos de aprendizagem e desenvolvimento. Confira cada um deles:
Conviver com outras crianças e adultos;
Brincar cotidianamente de diversas formas e em diferentes espaços;
Participar ativamente do planejamento das atividades propostas pelo educador;
Explorar movimentos, gestos, sons, formas, texturas, cores, palavras, emoções, transformações, relacionamentos, histórias, objetos e elementos da natureza;
Expressar suas necessidades, emoções, sentimentos, dúvidas, hipóteses, descobertas, opiniões e questionamentos;
Conhecer-se e construir sua identidade pessoal, social e cultural.
Cinco campos de experiências
A Base também propõe cinco campos de experiências que definem os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento. Eles são:
“o eu,
o outro e o nós”;
“corpo, gestos e movimentos”;
“traços, sons, cores e formas”;
“escuta, fala, pensamento e imaginação”
e “espaços, tempos, quantidades, relações e transformações”.
De acordo com o documento, esses campos levam em consideração os saberes e conhecimentos fundamentais a ser propiciados às crianças, assim como a associação deles com suas experiências anteriores.
Educação Montessoriana na Primeira Infância | Do estímulo apresentado às crianças ao modo de impor limites, passando pelo papel do professor, entenda melhor o Método Montessori de ensino.
“Ajuda-me a fazer sozinho”. O lema, cravado pela médica e educadora italiana MariaMontessori, é uma bela síntese do método de ensino criado por ela e que, por isso, foi batizado com seu sobrenome.
A educação montessoriana baseia-se na autonomia dos alunos, mas com a observação e o auxílio pontuais do professor nos momentos necessários.
Venha entender melhor como ela funciona e por que está tão em alta – até o príncipe George e a princesa Charlotte, do Reino Unido, estudam em escolas montessorianas.
Conversamos com Dayse Canano, psicóloga especializada no Método Montessori, diretora e coordenadora da Escola Petra do Rio de Janeiro, e com Katia Beltrame, coordenadora pedagógica de educação infantil do Colégio Sion de Curitiba, para desvendar esse universo.
Princípios montessorianos
Antes de irmos para o ensino em si, é legal entender que Maria Montessori definiu três princípios para o método. Eles têm tudo a ver com o que ocorre em sala de aula.
Paz
O aluno montessoriano é educado para ser um cidadão do mundo, que respeite a sociedade. Todo o conhecimento tem aplicação para o bem-estar comum fora dos muros da escola;
Ciência
É provado pela ciência que a criança tem fases evolutivas – e elas são respeitadas pela pedagogia montessoriana. Nenhuma etapa deve ser pulada;
Harmonia
O ensino montessoriano tem como objetivo a harmonia das pessoas com a natureza, o que significa a harmonia com a própria vida.
Estímulo é tudo
As salas de aula e os materiais didáticos montessorianos são coloridos e estimulantes, um verdadeiro convite ao saber. Isso não é à toa, como explica Katia: “Na educação infantil, o norteador é a educação dos sentidos.
É uma fase em que as crianças estão bem abertas para a exploração sensorial, então o ambiente é todo preparado para esse trabalho, porque o sensorial é muito importante. A partir dele vêm o domínio de si, o respeito pelo ambiente”.
Dayse afirma que o mobiliário montessoriano, específico para o tamanho das crianças, é cientificamente preparado. “Há mesas únicas, mesas duplas, mesas para grupos e circulares, para o lanche.
As estantes ficam em uma altura adequada para elas e não têm portas”, detalha. “A disposição de tudo é organizada pelo professor de acordo com as necessidades do grupo. Nada é fixo”.
O papel do professor no ensino Montessoriano
Diante dessa organização e dos materiais à sua disposição – selecionados criteriosamente pelo professor, sempre de acordo com as necessidades e interesses da turma –, a criança tem a livre escolha de trabalhar com o que mais lhe interessar. O que está longe de ser uma atividade “solta”.
“O professor observa e acompanha tudo e atua como um mediador entre a criança, o material e o ensinamento que resulta dessa interação”, esclarece Katia. Dayse complementa: “O professor é o guia que vai junto. Ele dá crédito ao potencial da criança”.
Ajuda nessa dinâmica os materiais serem autocorretivos
Um jogo de encaixe, por exemplo, só funciona se as peças forem colocadas nos lugares corretos; ao notar isso, a crianças vai, entre erros e acertos, conseguir concluí-lo e passar naturalmente para as próximas etapas do aprendizado.
“Cada material tem um objetivo, que é levar ao interesse pelo material seguinte”, sintetiza Dayse.
A estas alturas, muitos pais podem pensar: “Mas e se meu filho ou minha filha ‘cismar’ com em um material e não quiser largar dele? Como vai evoluir?”.
Segundo as especialistas, não há risco disso acontecer, devido à própria natureza investigativa humana e ao fato de o método não colocar obstáculos na livre interação entre as crianças.
Como Katia coloca, “uma criança acaba puxando a outra para as novidades e os professores mediam os interesses, auxiliando nessa evolução”.
Como ficam os limites diante dessa liberdade toda?
A liberdade de aprender não impede que os limites sejam muito bem estabelecidos no MétodoMontessori.
Especialmente no Ensino Infantil, o professor atua com psicologia e gentileza nos momentos certos, mostrando que determinado comportamento não é socialmente aceito – o que é bem assimilado pela criança, já que ela está em um ambiente e uma filosofia que prega o respeito entre todos, como dito anteriormente.
“Os alunos obedecem não porque são reprimidos, mas porque alguém – o professor – conversa e explica os motivos pelos quais eles não devem ter atitudes que prejudiquem a harmonia e a paz”, diz Dayse.
Até nisso as crianças se autorregulam. “As regras são combinadas entre professor e alunos constantemente, a turma incorpora isso e elas próprias se corrigem quando alguma sai dos eixos. O perfil de respeito é muito forte”, acrescenta Katia.
Avaliação não é sinônimo de notas
O que rege os boletins montessorianos são conceitos – e não notas! A avaliação é diária, com anotações sobre os avanços pedagógicos, a relação com os outros e com o mundo.
São feitos pareceres descritivos sobre o que o aluno conquistou, o que está desenvolvendo e o que ainda falta atingir.
Isso é o que se apresenta para os pais. Claro que, por uma questão de exigências burocráticas, os conceitos são convertidos em notas para possibilitar as devidas certificações, mas elas – as notas – não fazem diferença na avaliação contínua do Ensino Infantil.
A continuidade do Método Montessori após o Ensino Infantil
No Brasil, existem poucas escolas que seguem o MétodoMontessori até o Ensino Médio. O que normalmente se vê é o método ir até o Ensino Fundamental e acabar por aí.
Mesmo que a etapa seguinte siga outra filosofia de ensino, o que fica da montessoriana nos alunos é para sempre – e aqui estamos falando de capacidade de aprendizado.
Tanto Katia quando Dayse contam que ex-alunos das escolas onde trabalham são campeões de olimpíadas de áreas variadas do conhecimento e sempre demonstram gratidão pela base humana e harmônica que tiveram.
Dayse avisa aos pais que, ao escolher o ensino montessoriano, “estão colocando os filhos em uma escola libertadora”. E Katia resume, para finalizar: “É uma educação para a vida”.
O que são habilidades socioemocionais e qual sua importância?
As habilidades socioemocionais estão ganhando cada vez mais relevância no ambiente de trabalho. O profissional do futuro precisará saber lidar com os desafios, analisar dados, gerenciar suas emoções e trabalhar de forma colaborativa com outras pessoas.
E qual é o papel do educador nesse processo? O professor precisa entender que o processo de ensino-aprendizagem deve ir além de materiais básicos como Matemática e Português.
A escola do futuro já está modificando suas atividades para unir teoria e prática, desenvolver o ser humano como um todo e favorecer as relações interpessoais.
O que são as habilidades socioemocionais?
As habilidades socioemocionais envolvem aptidão para lidar com desafios, ter habilidade para dialogar com os outros e saber entender e administrar os próprios sentimentos. Dessa forma, o indivíduo aprende a gerenciar melhor as situações do cotidiano e a trazer resultados para o local em que atua.
Por isso, está cada vez mais em evidência a necessidade de ter habilidades socioemocionais no ambiente de trabalho. As empresas buscam profissionais com inteligência emocional para lidar com os problemas, gerenciar equipes e atender clientes.
O que fazer para chegar lá? Essa habilidade pode ser trabalhada ao longo da vida do indivíduo, no ambiente escolar e familiar. Por isso, é tão importante propiciar novas experiências, o trabalho colaborativo e a consciência sobre “quem eu sou” ao longo do percurso escolar.
Por que as habilidades socioemocionais são importantes?
Elas são necessárias no dia a dia do indivíduo, bem como no ambiente de trabalho. Afinal, é sempre importante ter um colaborador capaz de lidar consigo e compreender o outro para tomar decisões dentro da empresa. Portanto, ter habilidades socioemocionais torna-se imprescindível para que o professor as reconheça e também é uma inteligência importante de ser desenvolvida no aluno.
O novo profissional precisará ser capaz de se adaptar às mudanças do cotidiano cada vez mais rápido, gerir projetos e aliar conhecimento técnico ao conhecimento humano. Por tudo isso, faz-se necessário desenvolver as habilidades socioemocionais desde criança.
Qual é a diferença entre inteligência cognitiva e inteligência socioemocional?
A habilidade de lidar com as emoções se tornou um assunto em alta no mercado de trabalho após o lançamento do livro “Inteligência Emocional”, de Daniel Goleman. O psicólogo estudou as emoções e a capacidade de aprendizado das pessoas de acordo com os seus níveis de inteligência:
inteligência cognitiva, avaliada pelo quoeficiente de inteligência (Q.I.). Ela representa a intelectualidade e a capacidade de raciocínio lógico, que até então era considerada a característica mais importante dos indivíduos;
inteligência emocional, avaliada pelo quoeficiente emocional (Q.E). Ela considera diferentes habilidades do ser humano como o controle de suas emoções, automotivação, facilidade para se relacionar com as outras pessoas, entre outros.
Ter as duas inteligências bem desenvolvidas é essencial para um profissional ter sucesso. Afinal, fica muito difícil de ter uma vida intelectual plena se a pessoa apresenta um baixo nível de inteligência emocional.
Um exemplo bem simples dessa situação é quando um jovem realiza uma prova do vestibular. A pessoa estudou bastante a vida inteira, tem conhecimento em diferentes disciplinas, mas fica tão nervosa durante a prova que acaba tirando uma pontuação baixa porque não conseguiu pensar com clareza.
Isso pode ocorrer em diferentes situações da vida das pessoas, como em uma entrevista de emprego, concurso, rotina de trabalho, reuniões corporativas e atividade em sala de aula. Logo, ter habilidade para lidar com os sentimentos e com os outros também leva à inteligência da ação.
Portanto, é primordial a escola trabalhar com as duas áreas da inteligência: a cognitiva e a emocional. Dessa maneira, os alunos conseguem desenvolver todas as habilidades necessárias para o futuro e o bom relacionamento com os outros.
A primeira proporcionará o conhecimento técnico e do mundo ao seu redor, enquanto a outra desenvolverá o sentimento de empatia, compreensão em relação ao outro, facilidade de diálogo e compaixão pelas pessoas ao longo da vida.
Em breve, segundo os estudos, a educação também abordará a inteligência do fazer, da ação. Uma atenção especial será dirigida à qualidade da ação e da vontade das crianças.
Como ajudar as crianças a desenvolverem as habilidades socioemocionais?
É papel do educador trabalhar as duas formas de inteligência em sala de aula. Afinal, ambas são necessárias na boa formação do indivíduo.
Como isso pode ser feito? Os trabalhos em equipe, por exemplo, estimulam a criatividade, o relacionamento interpessoal e o desenvolvimento do sentimento de empatia, uma vez que é necessário saber ouvir e expor sua opinião para os outros.
Esse tipo de atividade também ajuda a desenvolver um raciocínio lógico e o poder da argumentação, além da habilidade de lidar com suas emoções e saber ser contrariado. Essa situação simples já está preparando o aluno para lidar com seu ambiente de trabalho no futuro.
Também é possível desenvolver as competências socioemocionais com atividades lúdicas, como música, artes, rodas de conversa e experimentação. Por isso, algumas faculdades de pedagogia também estão desenvolvendo essas atividades durante a formação de professores.
O trabalho para pedagogos não será apenas formar cidadãos prontos para entrar em uma faculdade e aprender mais técnicas e teorias. Ele envolverá a compreensão das dificuldades de seus alunos e criatividade para realizar projetos diferenciados.
Participação dos pais nesse processo
Os pais também são fundamentais no desenvolvimento dos dois tipos de inteligência em seus filhos. Isso porque eles também são exemplos a serem seguidos pelas crianças e podem complementar o trabalho da escola.
Como assim? Se o professor estimula a participação dos alunos, o pensamento crítico e o diálogo, os pais também precisam criar um ambiente propício para o diálogo e o questionamento.
Além disso, a família também pode estimular a proatividade e participação dos filhos nas atividades dentro de casa. Essa é uma maneira de criar empatia, formar um cidadão preocupado com os outros e interessado em colocar em prática o que aprendeu.
Logo, é necessário pensar em um modelo de educação humanizada para que os professores saibam promover um ambiente propício em sala de aula para desenvolver os dois tipos de inteligência. Para complementar, é fundamental criar uma relação harmoniosa com os pais dos alunos para estimular a continuidade desse aprendizado na família.
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Escola do Meu Filho, Como Escolher? checklist para escolher a melhor opção para seu filho
Uma das grandes preocupações da família diz respeito à educação que o filho receberá na escola ao longo de seu desenvolvimento. Essa é uma questão delicada, já que, existem diferentes linhas educacionais, que promovem a aprendizagem utilizando diferentes teorias e recursos, o que pode dificultar ou facilitar o processo de decisão.
Para auxiliar nesse desafio, separamos algumas dicas que vão te auxiliar a entender como escolher a escola do filho de modo que ela seja compatível com o que você espera para o futuro dele.
Veja, a seguir, alguns pontos principais a serem avaliados!
Antes de começar a busca, reflita sobre essa pergunta: Qual tipo de educação que eu quero para o meu filho? E é preciso lembrar que não falamos só para pais e mães, estamos sim falando para a família.
Sintonia entre escola e família
O primeiro passo na hora de escolher a escola do seu filho é ter em mente que tipo de educação você gostaria que ele tivesse, uma que esteja em acordo com as crenças e valores que permeiam sua casa, pois as duas caminharão juntas.
Depois reconhecer qual a sua visão, é hora de procurar qual escola se aproxima mais do perfil que você se enquadra, mas também considere os interesses de seu filho. É preciso que os interesses e estilos conversem, como uma família que tem uma forma mais tradicional de educar, colocar seu filho para estudar em uma escola mais flexível.
Linha pedagógica seguida pela escola
É interessante fazer uma pesquisa prévia sobre as linhas metodológicas de ensino para não cair em possíveis floreios que o orientador pedagógico possa fazer. Existem mais modelos e vertentes educacionais do que podemos imaginar, por isso é importante saber se a escola é firme quanto à sua metodologia e se ela é compatível com o que você conhece.
Mais do que conferir como a escola se autodenomina, vale a pena conversar com o diretor e o coordenador pedagógico, para entender como o projeto pedagógico é desenvolvido na prática, número de alunos por sala, se informar a respeito da equipe docente, se há investimento na educação continuada dos profissionais que ali trabalham.
Para verificar se o profissional sabe mesmo do que está falando, procure fazer perguntas práticas do tipo: “Que conteúdos meu filho vai aprender?”, “Como vocês estimulam o processo de aprendizado”, “Que tipo de atividades são oferecidas ao longo do dia?”, “Como é o tempo dedicado às brincadeiras?”.
Agenda e Comunicação da Escola
Se o seu filho ainda não fala, é muito importante verificar como acontece a comunicação da escola com os pais. Geralmente, a própria instituição oferece uma agenda na qual são marcadas observações básicas de alimentação, higiene e desenvolvimento. Além desse sistema, muitas instituições têm adotado aplicativos para celular.
Adequação às suas necessidades e prioridades
Alguns aspectos práticos devem ser levados em consideração, como o valor da mensalidade, a localização, o horário da aula, o calendário escolar, a grade curricular, a alimentação, os eventos comemorativos, entre outros detalhes que podem ser importantes para você.
O recomendável é que a família faça uma lista das prioridades e do que não pode faltar na escola, para que isso seja verificado mais facilmente na hora de buscar e pesquisar as opções de escola. É interessante que sejam feitas visitas à instituição, inclusive com seu filho, para que vocês percebam o ambiente, conheçam o espaço e vejam se tudo está dentro das suas expectativas, é importante também considerar as considerações de seu filho, isso facilitará na adaptação.
Atividades oferecidas pela Escola
As atividades oferecidas às crianças também dizem muito sobre a forma como a escola se compromete a estimular os pequenos. Normalmente, são ofertadas aulas de artes plásticas, música, educação física, além das tradicionais (motricidade, elementos da matemática, língua e literatura).
Algumas instituições vão além e disponibilizam aos seus alunos outras práticas, como horta, culinária, teatro, línguas e artes marciais.
Turnos disponíveis
Se você trabalha 8 horas e não tem com quem deixar seu filho no restante do dia, precisa avaliar seriamente o funcionamento do turno integral. Ao contrário do que muita gente pensa, possibilitar a permanência da criança em ambiente escolar durante todo o dia é uma oportunidade de incrementar seu desenvolvimento de forma sadia.
Experiência da Escola
Apesar de aquele colégio que abriu na rua onde você mora parecer ser um lugar bacana, com brinquedos novinhos e com uma proposta pedagógica interessante, não subestime o peso da experiência.
Escolas que têm mais tempo de mercado já passaram por várias tentativas-erro, encontraram sua identidade e possuem resultados comprovados. Além disso, instituições experientes costumam investir mais em professores capacitados e infraestrutura adequada.
Referências sobre a instituição
Obter informação nos dias de hoje é extremamente fácil e você deve usar isso ao seu favor. A começar pelo site, muitas instituições também divulgam seus projetos e atividades por meio das redes sociais, dessa forma você já pode ter algumas informações básicas para fazer uma primeira seleção. Mas você não deve parar por aí!
Busque opiniões e referências em seu meio de confiança, e você pode também tentar conversar com alguns pais e, principalmente, alunos no horário de entrada ou saída das crianças.
Adaptação às tendências futuras
A ideia tradicional de que escola serve apenas como local de apreensão de conteúdo tem deixado de fazer parte da nossa sociedade. Cada vez mais tendências e inovações têm aparecido e saber se a escola está aberta a elas é um ponto muito importante.
Uma das novidades do século XXI é a educação socioemocional, que acredita que o aluno deve aprender a desenvolver-se como um todo, exaltando o autoconhecimento, a resolução de conflitos, a convivência social, a inteligência emocional e as competências de relacionamento. Escolher uma escola que preza por esse tipo de educação é, sem dúvidas, um grande diferencial para o crescimento do seu filho.
Todo cuidado é pouco na hora de tomar essa decisão, afinal, grande parte da construção social e pessoal do seu filho dependerá da escola que ele frequentará ao longo de sua vida. Por isso é tão importante seguir essas dicas de como escolher a escola do filho!
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Sabe alguma outra dica para a escolha da escola para meu filho filho? Então compartilhe conosco sua opinião e experiência nos comentários abaixo!