Investindo no Futuro: A Educação de Qualidade em 2026 Começa com uma Visita à Escola Prisma!

Investindo no Futuro: A Educação de Qualidade em 2026 Começa com uma Visita à Escola Prisma!

Investindo no Futuro: A Educação de Qualidade em 2026 Começa com uma Visita à Escola Prisma! | Descubra como nossa abordagem única prepara seu filho(a) para o sucesso acadêmico e para a vida, com acolhimento e uma comunidade que se importa. À medida que o ano avança e nos preparamos para 2026, a decisão sobre o futuro educacional dos seus filhos está em foco para pais em Juazeiro e região, incluindo Petrolina.

Sabemos o quanto é crucial proporcionar uma educação de qualidade que ofereça um começo sólido para a vida. É por isso que a Escola Prisma, em Juazeiro da Bahia, se dedica a uma educação excepcional que prepara as crianças não apenas para o sucesso no ensino fundamental e além, mas para serem cidadãos completos.

A Base do Sucesso: Nossa Educação Infantil de Qualidade

A Educação Infantil é o alicerce onde a curiosidade, a criatividade e a paixão pelo aprendizado são firmemente estabelecidas. Na Escola Prisma, nossa abordagem é guiada pelo renomado Método Montessori, que cria um ambiente de aprendizado acolhedor e estimulante, onde seu filho(a) se sente seguro para explorar, descobrir e desenvolver seu potencial único desde os primeiros anos.

Rumo a um Futuro Brilhante: Nosso Ensino Fundamental Excepcional

Conforme seu filho(a) cresce, a necessidade de uma educação sólida que o prepare para os desafios do Ensino Fundamental e, posteriormente, para a vida adulta, torna-se ainda mais evidente. Na Escola Prisma, oferecemos um ensino fundamental que equilibra o desenvolvimento acadêmico robusto com um forte enfoque no crescimento social e emocional. Nossos alunos são incentivados a pensar criticamente, colaborar e se tornar indivíduos autônomos.

Por Que a Escola Prisma em Juazeiro-BA É a Melhor Escolha para Seu Filho(a)?

Nossos diferenciais são a chave para uma educação transformadora:

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  • A Abordagem Montessori que Transforma: Nosso Método Montessori permite que as crianças explorem seu potencial máximo de forma envolvente e significativa. É um aprendizado que respeita o ritmo individual, estimula a autoeducação e acende a chama da curiosidade.
  • Desenvolvimento Social e Emocional Profundo: Vamos além do acadêmico. Valorizamos imensamente o crescimento socioemocional, ensinando habilidades essenciais como empatia, respeito, responsabilidade e colaboração, fundamentais para a vida em sociedade.
  • Comunidade Acolhedora e Unida: A Escola Prisma é mais do que uma instituição de ensino; é uma verdadeira comunidade. Pais, alunos e educadores trabalham juntos para criar um ambiente de apoio, onde todos se sentem parte e a parceria com a família é valorizada a cada passo.

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Acreditamos que cada criança é única, e estamos comprometidos em ajudá-las a alcançar seu pleno potencial. Não deixe para depois: dê a seu filho(a) o presente de uma educação transformadora para 2026!

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NOSSO PROPÓSITO, MISSÃO, VISÃO E VALORES

 

EaD Educação a Distância

EaD Educação a Distância

EaD Educação a distância (em inglês: distance education) é uma modalidade de educação mediada por tecnologias em que discentes e docentes estão separados espacial e/ou temporalmente, ou seja, não estão fisicamente presentes em um ambiente presencial de ensino-aprendizagem.

EaD História

A EaD, em sua forma empírica, é conhecida desde o século XIX. Entretanto, somente nas últimas décadas passou a fazer parte das atenções pedagógicas. A EaD surgiu da necessidade do preparo profissional e cultural de milhões de pessoas que, por vários motivos, não podiam frequentar um estabelecimento de ensino presencial, e evoluiu com as tecnologias disponíveis em cada momento histórico, as quais influenciam o ambiente educativo e a sociedade.

A EaD também é considerada um recurso que contempla as necessidades de desenvolvimento da autonomia do aluno. O desenvolvimento da autonomia é considerado, por teóricos tais como Jean Piaget e Constance Kamii, peça chave do processo de aprendizagem, no qual o aluno é o foco e o professor possui papel secundário, pois apenas orienta o aluno que por sua vez escolhe o ritmo e a maneira como quer estudar e aprender, de acordo com suas necessidades pessoais.

Os séculos XVII e XVIII

Com a Revolução Científica iniciada no século XVII, as cartas comunicando informações científicas inauguraram uma nova era na arte de ensinar. Um primeiro marco da educação a distância foi o anúncio publicado na Gazeta de Boston, no dia 20 de março de 1728, pelo professor de taquigrafia Cauleb Phillips.

O século XIX

Em 1833, um anúncio publicado na Suécia já se referia ao ensino por correspondência, e na Inglaterra, em 1840, Isaac Pitman sintetizou os princípios da taquigrafia em cartões postais que trocava com seus alunos. No entanto, o desenvolvimento de uma ação institucionalizada de educação a distância teve início a partir da metade do século XIX.

Em 1856, em Berlim, Charles Toussaint e Gustav Langenscheidt fundaram a primeira escola por correspondência destinada ao ensino de línguas. Posteriormente, em 1873, em Boston, Anna Eliot Ticknor criou a Society to Encourage Study at Home. Em 1891, Thomas. Foster iniciou em Scarnton (Pensilvânia) o International Correspondence Institute, com um curso sobre medidas de segurança no trabalho de mineração.

Em 1891, a administração da Universidade de Wisconsin aceitou a proposta de seus professores para organizar cursos por correspondência nos serviços de extensão universitária. Um ano depois, o reitor da Universidade de Chicago, William R. Harper, que já havia experimentado a utilização da correspondência na formação de docentes para as escolas dominicais, criou uma Divisão de Ensino por Correspondência no Departamento de Extensão daquela Universidade.

Por volta de 1895, em Oxford, Joseph W. Knipe, após experiência bem-sucedida preparando por correspondência duas turmas de estudantes, a primeira com seis e a segunda com trinta alunos, para o Certificated Teacher’s Examination, iniciou os cursos de Wolsey Hall utilizando o mesmo método de ensino. Já em 1898, em Malmö, na Suécia, Hans Hermod, diretor de uma escola que ministrava cursos de línguas e cursos comerciais, ofereceu o primeiro curso por correspondência, dando início ao famoso Instituto Hermod.

EaD na História Moderna

No final da Primeira Guerra Mundial, surgiram novas iniciativas de ensino a distância em virtude de um considerável aumento da demanda social por educação. O aperfeiçoamento dos serviços de correio, a agilização dos meios de transporte e, sobretudo, o desenvolvimento tecnológico aplicado ao campo da comunicação e da informação influíram decisivamente nos destinos da educação a distância.

Em 1922, a União Soviética organizou um sistema de ensino por correspondência que em dois anos passou a atender 350 mil usuários. A França criou em 1939 um serviço de ensino por via postal para a clientela de estudantes deslocados pelo êxodo.

A partir daí, começou a utilização de um novo meio de comunicação, o rádio, que penetrou também no ensino formal. O rádio alcançou muito sucesso em experiências nacionais e internacionais, tendo sido bastante explorado na América Latina nos programas de educação a distância do Brasil, Colômbia, México, Venezuela, entre outros.

Após as décadas de 1960 e 1970, a educação a distância, embora mantendo os materiais escritos como base, passou a incorporar articulada e integradamente o áudio e o videocassete, as transmissões de rádio e televisão, o videotexto, o computador e, mais recentemente, a tecnologia de multimeios, que combina textos, sons, imagens, assim como mecanismos de geração de caminhos alternativos de aprendizagem (hipertextos, diferentes linguagens) e instrumentos para fixação de aprendizagem com feedback imediato (programas tutoriais informatizados) etc.

Atualmente, o ensino não presencial mobiliza os meios pedagógicos de quase todo o mundo, tanto em nações industrializadas quanto em países em desenvolvimento. Novos e mais complexos cursos são desenvolvidos, tanto no âmbito dos sistemas de ensino formal quanto nas áreas de treinamento profissional.

A educação a distância foi utilizada inicialmente como recurso para superação de deficiências educacionais, para a qualificação profissional e aperfeiçoamento ou atualização de conhecimentos. Hoje, cada vez mais foi também usada em programas que complementam outras formas presenciais, face a face, de interação, e é vista por muitos como uma modalidade de ensino alternativo que pode complementar parte do sistema regular de ensino presencial. Por exemplo, a Universidade Aberta oferece comercialmente somente cursos a distância, sejam cursos regulares ou profissionalizantes.

EaD no mundo

A Suécia registrou sua primeira experiência em 1833, com um curso de contabilidade. Na mesma época, fundou-se na Alemanha em 1856 o primeiro instituto de ensino de línguas por correspondência. O modelo de ensino foi iniciado na Inglaterra em 1840 e, em 1843, foi criada a Phonografic Corresponding Society.

Fundada em 1969, a Open University mantém um sistema de consultoria, auxiliando outras nações a implementar uma educação a distância de qualidade. Também no século XIX, a EaD foi iniciada nos Estados Unidos na Illinois Wesleyan University.

Já no século XX, em 1974, a Universidade Aberta Allma Iqbal no Paquistão iniciou a formação de docentes via EaD. A partir de 1980, a Universidade Aberta de Sri Lanka passou a atender setores importantes para o desenvolvimento do país: profissões tecnológicas e formação docente. Na Tailândia, a Universidade Aberta Sukhothiai Thommathirat tem cerca de 400 mil estudantes em diferentes setores e modalidades.

Criada em 1984, a Universidade de Terbuka na Indonésia surgiu para atender forte demanda de estudos superiores, e prevê chegar a cinco milhões de estudantes. Já na Índia, criada em 1985, a Universidade Nacional Aberta Indira Gandhi tem objetivo de atender a demanda de ensino superior[4].

A Austrália é um dos países que mais investe em EaD, mas não tem nenhuma universidade especializada nesta modalidade. Nas universidades de Queensland, New England, Macquary, Murdoch e Deakin, a proporção de estudantes a distância é maior ou igual à de estudantes presenciais.

Na América Latina programas existentes incluem o Programa Universidade Aberta, inserido na Universidade Autônoma do México (criada em 1972), a Universidade Estatal a Distância da Costa Rica (de 1977), a Universidade Nacional Aberta da Venezuela (também de 1977) e a Universidade Estatal Aberta e a Distância da Colômbia (criada em 1983).

EaD no Brasil

No Brasil, desde a fundação do Instituto Radiotécnico Monitor, em 1939, hoje Instituto Monitor, depois do Instituto Universal Brasileiro, em 1941, e o Instituto Padre Reus em 1974, várias experiências de educação a distância foram iniciadas e levadas a termo com relativo sucesso. As experiências brasileiras, governamentais e privadas, foram muitas e representaram, nas últimas décadas, a mobilização de grandes contingentes de recursos.

Os resultados do passado não foram suficientes para gerar um processo de aceitação governamental e social da modalidade de educação a distância no país. Porém, a realidade brasileira já mudou e o governo brasileiro criou leis e estabeleceu normas para a modalidade de educação a distância no país.

Em 1904, escolas internacionais, que eram instituições privadas, ofereciam cursos pagos, por correspondência. Em 1934, Edgard Roquette-Pinto instalou a Rádio-Escola Municipal no Rio de Janeiro no projeto para a então Secretaria Municipal de Educação do Distrito Federal dirigida por Anísio Teixeira integrando o rádio com o cinema educativo (Humberto Mauro), a biblioteca e o museu escolar numa pioneira proposta de educação a distância.

Estudantes tinham acesso prévio a folhetos e esquemas de aulas. Utilizava também correspondência para contato com estudantes. Já em 1939 surgiu em São Paulo o Instituto Monitor, na época ainda com o nome Instituto Rádio­ Técnico Monitor. Dois anos mais tarde surge a primeira Universidade do Ar, que durou até 1944. Entretanto, em 1947 surge a Nova Universidade do Ar, patrocinada pelo SENAC, SESC e emissoras associadas.

Durante a década de 1960, com o Movimento de Educação de Base (MEB), Igreja Católica e Governo Federal utilizavam um sistema rádio-educativo: educação, conscientização, politização, educação sindicalista, etc.. Em 1970 surge o Projeto Minerva, um convênio entre Fundação Padre Landell de Moura e Fundação Padre Anchieta para produção de textos e programas.

Dois anos mais tarde, o Governo Federal enviou à Inglaterra um grupo de educadores, tendo à frente o conselheiro Newton Sucupira: o relatório final marcou uma posição reacionária às mudanças no sistema educacional brasileiro, colocando um grande obstáculo à implantação da Universidade Aberta e a Distância no Brasil.

Na década de 1970, a Fundação Roberto Marinho começou a oferecer o telecurso, um programa de educação supletiva a distância para ensino fundamental e ensino médio. Essa foi uma maneira de incluir para educar, disponibilizando aulas transmitidas através da emissora de televisão Rede Globo para milhares de brasileiros que precisavam concluir o ensino básico, já que a televisão era o principal meio de comunicação no Brasil, com a maior cobertura.

Entre as décadas de 1970 e 1980, fundações privadas e organizações não-governamentais iniciaram a oferta de cursos supletivos a distância, no modelo de teleducação, com aulas via satélite complementadas por kits de materiais impressos, demarcando a chegada da segunda geração de EaD no país.

A maior parte das Instituições de Ensino Superior brasileiras mobilizou-se para a EaD com o uso de novas tecnologias da comunicação e da informação somente na década de 1990. Em 1992, foi criada a Universidade Aberta de Brasília (Lei 403/92), podendo atingir três campos distintos: a ampliação do conhecimento cultural com a organização de cursos específicos de acesso a todos, a educação continuada, reciclagem profissional às diversas categorias de trabalhadores e àqueles que já passaram pela universidade; e o ensino superior, englobando tanto a graduação como a pós-graduação.

Em 1994, teve início a expansão da Internet no ambiente universitário. Dois anos depois, surgiu a primeira legislação específica para educação a distância no ensino superior. As bases legais para essa modalidade foram estabelecidas pela Lei de Diretrizes e Bases na Educação Nacional n°9.394, de 20 de dezembro de 1996[6], regulamentada pelo decreto n°9.057[8], de 25 de maio de 2017, e a Portaria Normativa n° 11, de 20 de junho de 2017.

Revogando as normativas anteriores e estabelecendo novas regras para a educação a distância no Brasil, como abertura de novas Instituições de Educação Superior, expansão de Polos e funcionamento dos cursos na modalidade EaD.

Tecnologias

Na educação a distância, professores e alunos estão conectados, interligados, por tecnologias da informação e comunicação (TICs) chamadas telemáticas, como a internet e em especial as hipermídias, mas também podem ser utilizados outros recursos de comunicação, tais como carta, rádio, televisão, vídeo, CD-ROM, telefone, fax, celular, iPod, notebook etc.

Veja algumas das tecnologias usadas na EAD.

  • Antena parabólica domiciliar
  • Material didático via correspondência
  • Televisão portátil
  • Televisor doméstico – tecnologia básica da EaD
  • Notebook – tecnologia atual para expandir o EaD
  • Aparelho de Fax. Auxílio ao EaD
  • Celulares modernos tornam-se aplicativos para EaD
  • Aplicativos destinados ao EaD
  • Tablet

Aspecto ideológico

A EaD caracteriza-se pelo estabelecimento de uma comunicação de múltiplas vias, suas possibilidades ampliaram-se em meio às mudanças tecnológicas como uma modalidade alternativa para superar limites de tempo e espaço. Seus referenciais são fundamentados nos quatro pilares da Educação do Século XXI publicados pela UNESCO, que são: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver juntos e aprender a ser.

Assim, a Educação deixa de ser concebida como mera transferência de informações e passa a ser norteada pela contextualização de conhecimentos úteis ao aluno. Na educação a distância, o aluno é desafiado a pesquisar e entender o conteúdo, de forma a participar da disciplina.

Sistemática

O Ensino a Distância (EAD), embora forneça uma gama de ferramentas tecnológicas que estreite laços e minimizem obstáculos antes intransponíveis pelas distâncias físicas e o tempo real, é um espaço onde interagem pessoas com diversas necessidades que são mediadas por outras, que de igual modo, estão envolvidas no processo de ensino e aprendizagem.

É nessa perspectiva, que assumem fundamental importância nesse processo, professores e tutores de apoio presencial, como facilitadores engajados no processo educativo proposto pela EAD.

De acordo com Preti (1996), respeitando a autonomia da aprendizagem de cada aluno, o professor e o tutor aparecem como grandes responsáveis pela efetivação do curso em todos os níveis, e estará constantemente orientando, dirigindo e supervisionando o processo de ensino-aprendizagem dos alunos.

Portanto, esse papel apresenta-se ampliado, não se limitando a aspectos de apoio logístico e burocrático dos cursos, uma vez que estes aparecem na pesquisa, como profissionais multidisciplinares, também responsáveis pela recorrente motivação e acolhimento, capazes de estimular laços de pertencimento dos alunos EAD com seus cursos e polos de apoio presencial.

Assim sendo, o papel do professor não pode se limitar apenas a determinadas tarefas que podemos considerar engessadas, o papel deste profissional se amplia, devendo ter o papel de motivador. Nesta perspectiva, Rosini (2007) complementa que é função básica para um bom modelo de EAD, lidar com a geração de conhecimento, sua preocupação permanente é o modo como esse conhecimento é apreendido e incorporado pelos alunos. Professores e tutores nesse meio, são agentes motivadores e orientadores que acompanham esse processo e traçam as melhores alternativas para êxito dos alunos.

Por fim, segundo Silva et all (2014), o modelo de Educação a Distância impõe o aprimoramento de técnicas e estratégias que possam fortalecer e manter os alunos em permanente foco. Respeitando a importância de todos os agentes do processo educativo no ensino EAD, ressalta-se o papel do professor e do tutor presencial, como mediadores pedagógicos e não apenas como facilitadores dos processos administrativos e burocráticos relacionados aos cursos. Desta forma, esses agentes funcionam como o elo de ligação entre o sistema EAD, instituição e corpo discente.

Metodologias utilizadas

No ensino a distância não deve haver diferença entre a metodologia utilizada no ensino presencial. As metodologias mais eficientes no ensino presencial são também as mais adequadas ao ensino a distância. O que muda, basicamente, não é a metodologia de ensino, mas a forma de comunicação.

Isso implica afirmar que o simples uso de tecnologias avançadas não garante um ensino de qualidade, segundo as mais modernas concepções de ensino. As estratégias de ensino devem incorporar as novas formas de comunicação e, também, incorporar o potencial de informação da Internet.

A Educação apoiada pelas novas tecnologias digitais foi enormemente impulsionada assim que a banda larga começou a se firmar, e a Internet passou a ser potencialmente um veículo para a comunicação a distância.

A EaD caracteriza-se pelo estabelecimento de uma comunicação de múltiplas vias, suas possibilidades ampliaram-se em meio às mudanças tecnológicas como uma modalidade alternativa para superar limites de tempo e espaço.

A UNESCO publicou um documento que orienta a aprendizagem móvel ou m-learning, Diretrizes de políticas para a aprendizagem móvel, neste documento, é possível entender melhor o assunto da aprendizagem móvel.

Ambientes virtuais de aprendizagem (AVA)

O ambiente virtual de aprendizagem ou LMS (Learning Management System) é um software baseado na Internet que facilita a gestão de cursos no ambiente virtual. Existem diversos programas disponíveis no mercado de forma gratuita ou não. O Blackboard é um exemplo de Ambiente Virtual de Aprendizagem – AVA pago e o Moodle é um sistema gratuito e de código aberto.

Todo o conteúdo, interação entre os alunos e professores são realizado dentro deste ambiente. De acordo com Clark e Mayer(2007), os ambientes virtuais são elementos fundamentais na tarefa de ensino, porém carecem de suporte pedagógico adequado em relação ao processo de aprendizagem.

O professor como mediador na EaD

Nesse processo de aprendizagem, assim como no ensino regular o orientador ou o tutor da aprendizagem atua como “mediador”, isto é, aquele que estabelece uma rede de comunicação e aprendizagem multidirecional, através de diferentes meios e recursos da tecnologia da comunicação, não podendo assim se desvincular do sistema educacional e deixar de cumprir funções pedagógicas no que se refere à construção da ambiência de aprendizagem.

Essa mediação tem a tarefa adicional de vencer a distância física entre educador e o educando, que deverá ser autodisciplinado e automotivado para que possa superar os desafios e as dificuldades que surgirem durante o processo de ensino-aprendizagem.

Hoje se tem uma educação diferenciada como: presencial, semipresencial e educação a distância. A presencial são os cursos regulares onde professores e alunos se encontram sempre numa instituição de ensino. A semipresencial, acontece em parte na sala de aula e outra parte a distância, utilizando tecnologia da informação[12].

As pessoas se deparam a cada dia com novos recursos trazidos por esta tecnologia que evolui rapidamente, atingindo os ramos das instituições de ensino. Falar de educação hoje, tem uma abrangência muito maior, e fica impossível não falar na educação sem nos remetermos à educação a distância, com todos os avanços tecnológicos proporcionando maior interatividade entre as pessoas. Utilizando os meios tecnológicos a EaD veio para derrubar tabus e começar uma nova era em termos de educação.

Esse tipo de aprendizagem não é mais uma alternativa para quem não faz uso da educação formal, mas se tornou uma modalidade de ensino de qualidade que possibilita a aprendizagem de um número maior de pessoas.

Antes a EaD não tinha credibilidade, era um assunto polêmico e trazia muitas divergências, mas hoje esse tipo de ensino vem conquistando o seu espaço. Porém, não é a modalidade de ensino que determina o aprendizado, seja ela presencial ou a distância, aprendizagem se tornou hoje sinônimo de esforço e dedicação de cada um.

Perspectivas atuais

Cabe às instituições que promovem o ensino a distância buscar desenvolver seus programas de acordo com os quatro pilares da educação, definidos pela Unesco.

Aprender a conviver diz respeito ao desenvolvimento da capacidade de aceitar a diversidade, conviver com as diferenças, estabelecer relações cordiais com a diversidade cultural respeitando-a e contribuindo para a harmonia mundial.

No Brasil, em 2018, do total de 8,3 milhões de universitários em instituições públicas e privadas, o porcentual de matriculados na EaD é de 21,2% (em 2008 era 7%), índice que avança para 46,8% nos cursos de licenciatura. Em 2023, projeções da Abmes indicam que será equivalente o número de ingressantes nas duas modalidades, com leve decréscimo no presencial.

E-learning

O termo e-Learning é fruto de uma combinação ocorrida entre o ensino com auxílio da tecnologia e a educação a distância. Ambas modalidades convergiram para a educação online e para o treinamento baseado em Web, que ao final resultou no e-Learning.

O e-Learning configura-se como uma ferramenta importante para estudantes e professores porque permitem que a informação seja transmitida e atualizada rapidamente, o que possibilita a criação de comunidades virtuais de aprendizagem para favorecer a comunicação individual ou grupal, facilitar um acesso mais flexível aos materiais educativos e permitir a autoaprendizagem, para que o indivíduo se torne o centro de seus próprios conhecimentos.

Aplicações

Existem diversas aplicações da educação a distância. O ensino de ciências jurídicas e língua portuguesa já possuem aplicações bastante fundamentadas. Em 2006 foi lançado o projeto wikiversidade, ainda em fase experimental. Trata-se de um grande projeto de ensino colaborativo mediado pela internet com várias aplicações inclusive o nível superior.

Ensino jurídico a distância

O ensino jurídico a distância é o ensino da ciência do Direito a Distância, ou a aplicação da educação a distância a esta ciência.

O ensino jurídico por transmissão de imagens via satélite é largamente utilizado no Brasil por empresas de ensino jurídico, que erigem canais de TV digital via satélite para transmitir aulas para todo o território. Estas aulas tem o objetivo principal de preparação para concursos públicos, sendo uma área comercialmente lucrativa, visto que o ensino jurídico nas universidades nem sempre é de bom nível.

O ensino jurídico a distância é pouco utilizado pelas universidades brasileiras como alternativa e auxílio na formação dos estudantes para a vida prática profissional. É inegável a vantagem que existiria na associação de universidades públicas e particulares para a produção e distribuição de conteúdo jurídico.

Língua portuguesa

O professor Sérgio Guidi foi um dos pioneiros no ensino a distância público no Brasil. De 1988 a 1993 o professor de Língua Portuguesa da Universidade Católica de Santos, em São Paulo, manteve cursos de atualização em Português Instrumental a Distância. Destinava-se a profissionais que tinham na língua portuguesa ferramenta de trabalho mas, em razão da ocupação laboriosa não podiam frequentar uma escola regular.

Através do sistema MINITEL, que no Brasil era chamado videotexto, dez capítulos de atualização na língua portuguesa foram criados como: grafia correta de palavras, acentuação gráfica, uso correto de expressões. Certificados eram emitidos para todo o país. Na Universidade Católica a elaboração dos conteúdos ficava a cargo do Laboratório de Telemática, fechado em 1995 pelo então diretor da Faculdade de Comunicação, professor Marco Antonio Batan.

O ensino de física a distância

Quando usamos a sigla E.A.D. para descrever uma modalidade de ensino, geralmente, junto dela ela, notamos dúvidas e até mesmo um certo preconceito. Ao conhecermos uma nova tecnologia que nos faz vislumbrar novas possibilidades do seu emprego na educação, normalmente se passa por três fases: A euforia inicial de um universo de possibilidades de sua aplicação em sala de aula; a depressão subsequente, muitas vezes, pela falta de aplicabilidade prática e de recursos para aplicação do mesmo; A fase pragmática que revê a aplicação da tecnologia de forma mais adequada e criteriosa.

Fonte: Wikipedia

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Dois Bilhões para Montessori

Dois Bilhões para Montessori

Como seria se todas as crianças pudessem passar por escolas montessorianas? Esta semana, talvez tenhamos dado um passo nessa direção.

Jeff Bezos, fundador da Amazon e ex-aluno de uma escola montessoriana, se comprometeu a dedicar us$2.000.000.000,00 para famílias sem-teto e para a construção de “escolas de alta qualidade inspiradas em Montessori”.

Considerando que metade desse valor vá para Montessori, se fosse exclusivamente para a formação de professores de alta qualidade, seria possível formar 250.000 professores, o suficiente para quase nove milhões de crianças.

Em seu comunicado sobre a notícia, a American Montessori Society disse:

Nós defendemos que esta é uma oportunidade para aumentar a percepção pública de Montessori, especialmente entre um grande leque de tomadores de decisão, incluindo aqueles responsáveis pelas políticas públicas de educação e os repórteres que têm entrado em contato com nosso escritório depois do comunidado do Sr. Bezos, para saberem mais.

A Amazon, empresa fundada por Jeff Bezos, tem sido duramente criticada por práticas abusivas contra seus funcionários. A doação de Jeff Bezos não deve apagar isso. Um outro problema, levantado por várias vozes relevantes em Montessori, é que nenhuma organização montessoriana foi contatada por Bezos, o que nos leva a crer que seja possível que as escolas inspiradas em Montessori não incluam professores com formação de alta qualidade – a parte mais importante da escola.

Vamos torcer para que o contato que as organizações estão fazendo, em grupo, com Bezos, conduza a uma excelente utilização da verba que, se fosse usada meio a meio para formações e compra de materiais, permitiria atender mais de cinco milhões de crianças pequenas.

 

“A preparação que nosso método exige do professor é o auto-exame, a renúncia à tirania. Deve expelir do coração a ira e o orgulho, deve saber humilhar-se e revestir-se de caridade. Estas são as disposições que seu espírito deve adquirir, a base da balança, o indispensável ponto de apoio para seu equilíbrio. Nisso consiste a preparação interior, o ponto de partida e a meta.” Maria Montessori, em A Criança

Escrito por gabrielmsalomao

Escola Montessori: O que você precisa saber

Escola Montessori: O que você precisa saber

Instituição baseada no método foi a escolha de William e Kate Middleton para o pequeno George, 2 anos

Foi a italiana Maria Montessori quem desenvolveu a metodologia de ensino que leva seu nome, para colocar em prática os preceitos filosóficos nos quais acreditava. Maria se formou em medicina e, ainda jovem, foi trabalhar com crianças que tinham necessidades especiais. A partir dessa experiência, desenvolveu um novo método pedagógico, que foi aplicado primeiro em escolas de educação infantil na Itália e depois se espalhou para o mundo.

 

Quais são os princípios montessorianos

Há três itens básicos que caracterizam a filosofia montessoriana:

  • Educação para a paz:
    o que não significa um pacifismo subserviente, mas ativo, da construção de um cidadão que participe da sociedade e que trabalhe com foco no bem-estar comum. A escola montessoriana não se preocupa apenas em dar conhecimento, mas em como esse conhecimento vai ser utilizado na sociedade.

 

  • Educação é ciência:
    a pedagogia deve se basear em preceitos científicos capazes de respeitar as leis do desenvolvimento da criança e suas fases evolutivas.

 

  • Educação cósmica:
    o respeito à estreita relação entre a natureza e a sociedade humana, mantendo a harmonia da vida. É um princípio relacionado à espiritualidade, mas sem nenhuma conexão religiosa.

 

 

Na prática, como isso funciona?

Existe um ingrediente fundamental na metodologia de ensino montessoriana, que é a  autoeducação.

É a criança quem define seu próprio ritmo de aprendizagem, ou seja, é ela quem diz quando está pronta para o próximo passo. Como? Tendo à sua disposição diversos materiais que vão se tornando cada vez mais complexos à medida que ela demonstra interesse. O ensino das cores é um exemplo disso.

O primeiro material ao qual a criança tem acesso contém apenas as cores primárias: azul, amarelo e vermelho. Depois de ter interagido o suficiente, ela passa para um segundo material, com onze cores.

Quando se sentir preparada, interage com um terceiro material, com mais cores ainda, organizadas de acordo com uma gradação. É assim, passo a passo, que o conhecimento vai se aprofundando.

Nesse processo os materiais disponíveis são de suma importância e muitos deles foram desenvolvidos pela própria Maria Montessori. O mais famoso é o cubo dourado, que materializa o sistema decimal. A ideia é que a criança possa manipular, sentir as diferenças entre unidade, dezena e centena – em termos de tamanho, de peso, de visão, adquirindo uma noção matemática por meio de uma experiência concreta.

 

Outro ingrediente fundamental para a autoeducação é construir um ambiente que propicie a aprendizagem e a vivência. Por isso, na sala de aula, tudo fica ao alcance dos pequenos – mas de forma organizada, é claro. Existe a estante da linguagem, a estante da matemática e os materiais sensoriais.

E em cada espaço desses, tudo fica arrumado de acordo com o grau de dificuldade. Quanto mais ao alto – no máximo na altura da criança – e à esquerda, mais fácil é o material, e quanto mais a direita e mais baixo, mais difícil. Essa sequência de dificuldade acompanha a lógica da própria escrita (que vai da esquerda para a direita), fazendo com que a criança entenda o espaço de uma forma bastante intuitiva.

O que está mais alto, na altura dos olhos da crianças, é o que ela enxerga primeiro. À medida em que progride, ela precisa se abaixar para acessar lições mais complexas.

 

Também por causa da autoeducação, as crianças são divididas em grupos, nos quais convivem com colegas de idades diferentes. Geralmente, as crianças ficam juntas de 1 a 3 anos, de 3 a 6, de 6 a 9 e de 9 a 12 anos e assim por diante.

Isso porque o desenvolvimento não acontece de forma homogênea entre todas as crianças e as necessidades de cada uma variam de acordo com esse processo. Assim, elas podem conviver com outras crianças, com até 3 anos de diferença, que podem estar sintonizadas com as mesmas necessidades dela.

Outro ponto importante é que as escolas montessorianas adotam um currículo multidisciplinar, o que quer dizer que por meio de uma só experiência é possível trabalhar diferentes disciplinas. Ao aprender ritmo, aprende-se música e matemática junto, por exemplo.

 

E qual é o papel do professor?

Como é a própria criança que escolhe em que estação quer estar, o professor é, antes de tudo, um observador, treinado para perceber como a criança interage com o material.

“Em espanhol, no lugar de ‘professor’, as pessoas falam em ‘guia Montessori’, eu gosto muito desse termo”, comenta a diretora pedagógica do colégio Prima (SP), Edimara de Lima . Quando a criança não sai do mesmo material, cabe ao professor observar, para investigar o motivo pelo qual isso acontece: ela tem medo do insucesso, do novo, ela não se arrisca?

É esse tipo de percepção sensível que o educador precisa ter. Quando um dos alunos chega e fica parado e não escolhe nada, também cabe ao professor convidá-lo e ajudá-lo a escolher uma atividade.

“Manter o ambiente organizado, por exemplo, também é função das crianças, mas é, principalmente, uma função do professor. Se a criança sempre encontra o material em um mesmo lugar, ela tem tendência a devolvê-lo lá”, completa Edimara.

 

Será que funciona para o meu filho?

Antes de mais nada, o tipo de escola que a criança vai frequentar deve ser uma escolha da família. Edimara diz que quando perguntam a ela se o método Montessori é bom para qualquer criança, ela responde que sim, mas faz uma ressalva: “A escola tem que ser coerente com os valores e objetivos da família.

Uma criança de uma família mais rígida, pouco flexível, não vai se dar tão bem em uma escola montessoriana”, aconselha. É preciso olhar a escola como algo que vai muito além do projeto cognitivo. É preciso se perguntar que tipo de homens essa escola está formando, qual é a filosofia por trás do ensino.

Para o Montessori, não é importante o primeiro lugar na Fuvest, uma pontuação enorme no Enem… Estamos preocupados em formar gente que saiba escolher, que assuma suas escolhas, que tenha o bem comum sempre como o norte da sua vida.”, afirma Edimara.

Para ela, o que vai contar no futuro para quem passou por uma escola montessoriana é justamente a liberdade de fazer suas próprias escolhas. “A diferença do Montessori não está tanto no nível cognitivo, mas acho que são jovens que sabem sustentar e justificar suas escolhas. Sabem que uma escolha demanda uma responsabilidade e isso vai de uma série de outras posturas”, resume.

Por Naíma Saleh

 

 

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Cinco Atitudes de Professores Montessorianos que Podemos Adotar em Casa

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Os Professores Montessorianos passam por uma formação profissional extensa e exigente!

Isso mesmo! O professor montessoriano passa por uma formação profissional extensa e exigente, e desenvolve atitudes muito diferentes das comuns com as crianças. Ele aprende a falar da forma apropriada, a respeitar esforços das crianças, a não interromper, a mediar conflitos e prevenir que eles aconteçam… é uma transformação na forma de ver o ser humano.

Claro, algumas dessas atitudes só são necessárias na escola, onde há muitas crianças o tempo todo. Mas algumas das mais importantes atitudes do professor montessoriano são, na essência, simples, e podem ser usadas em casa com sucesso, para a nossa felicidade e a da criança.

 

Neste texto, vamos ver cinco atitudes importantes dos professores montessorianos e como trazer cada uma delas para casa, para o benefício de nossos filhos.

1. Não interromper a criança. Confiar nela.

Todos os adultos interrompem as crianças mais do que deveriam. Mas os professores montessorianos fazem isso muito menos. Montessori sugeria nunca interromper uma criança em alguma coisa que ela acredita que é capaz de fazer sozinha.

Mesmo quando nós não acreditamos, precisamos confiar na criança. Se ela acredita, confiamos na criança. E muitas vezes nos surpreendemos. Em outras, precisaremos mesmo ajudar, e aí damos o mínimo de ajuda necessário para que a criança retome a crença em si e continue por si só a partir de então.

 

2. Falar baixo, devagar e olhar nos olhos.

É o oposto do que geralmente se faz com as crianças, não é? Nós falamos rápido, em pé, e repetimos rápido e várias vezes até a criança conseguir processar esse monte de ordens repetidas e obedecer, humilhada.

Professores montessorianos resistem ao impulso de acreditar que “porque eu sou adulto, a criança deve obedecer”, e se esforçam para conquistar a admiração e a vontade de ouvir da criança, com uma abordagem gentil, agradável e sedutora.

Mesmo quando precisam colocar limites, fazem isso falando devagar, baixo, e olhando nos olhos das crianças. Isso, felizmente, faz com que as crianças compreendam muito melhor o que dizemos a elas.

 

3. Mostrar de novo, e de novo, e de novo…

Montessori dizia que tínhamos de ser incansáveis na apresentação daquilo que a criança não absorveu ainda. Incansáveis. Isso quer dizer mostrar de novo, e de novo. Muitas vezes, porque convidamos nossos filhos para cozinhar por cinco vezes, no ano passado, e ele não aceitou, julgamos pelo resto dos dias que ele “não gosta de cozinhar”.

Não é verdade. Pode ser que ele não estivesse com vontade em nenhuma das cinco vezes. Pode ser que o prato não o agradasse. Pode ser que ele tivesse outra ocupação em mente. Convidamos de novo, e de novo, e de novo. Até que a criança tenha a chance de ter a experiência, vivenciar, e aprofundar-se ou não nela.

 

4. Observar, organizar e agir.

Professores montessorianos começam o dia com um plano que indica coisas que podem fazer com várias das crianças de sua sala. Esse plano pode ser esquecido ou abandonado a qualquer momento.

O que comanda os dias não é o planejamento, mas o comportamento das crianças reais (não as da tabela, não as do Pinterest). Nós, em casa, podemos observar também. Talvez não com o mesmo nível de detalhes, mas podemos olhar nossos filhos e tentar descobrir do que eles precisam, mais do que o que eles merecem, ou o que nós queremos que eles recebam.

Encontrar do que é que precisam, o que mostram precisar por meio de seus comportamentos, é a chave para uma convivência que seja pacífica e produtiva.

 

5. Corrigir o ambiente, não a criança.

Entre professores montessorianos, fala-se muito do ambiente. Uns pedem para ver fotos do ambiente do outro, e têm ideias incríveis por detalhes mínimos que viram em outros espaços. Isso acontece porque esses professores sabem que o segredo de quase todo o bem estar de uma sala está no ambiente preparado.

Os professores não tentam mudar os comportamentos das crianças, eles mudam o ambiente e o seu próprio comportamento para satisfazer as necessidades das crianças, e o comportamento muda como consequência do resto, e não por “força de vontade” ou “disciplina”.

As nossas casas não são salas montessorianas, mas é realmente possível alterar nossos ambientes para ajudar nossas crianças a viverem melhor. Se fizermos isso, teremos muito menos ocasião para querer as corrigir, inclusive.

Os professores montessorianos são profissionais da infância, mas muito daquilo que fazem é resultado de “muita observação, e muito bom senso”, como dizia Montessori, e isso todos nós podemos ter.

 

Experimente essas atitudes, com confiança e curiosidade.

Volte para dividir a alegria de uma convivência mais tranquila e as revelações do comportamento natural de seus filhos quando deixados em liberdade em um ambiente realmente preparado para eles. Espero você!

Fonte: Lar Montessori por Gabriel Salomão

 

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E você, ainda tem alguma dúvida sobre os benefícios do Método Montessori adotado por nós da Escola Prisma? Escreva sua dúvida em nossa seção de comentários que nós vamos te ajudar.

 

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