Educação de ROBÓTICA para crianças

Educação de ROBÓTICA para crianças

Saiba a importância de investir na educação de robótica para crianças

Sabia que aulas de robótica para crianças estão sendo cada vez mais utilizadas para melhorar o aprendizado? Diferente do que muitos pensam, a robótica não está apenas ligada a cientistas superinteligentes ou a cálculos complicadíssimos, mas principalmente ao estímulo da criatividade e do raciocínio lógico nos pequenos.

Além disso, com o avanço tecnológico cada vez mais veloz, é importante que as crianças aprendam a lidar com a tecnologia de forma produtiva desde cedo. Além de prepará-las para a vida em um mundo digital, aulas de robótica também as capacitam para o mercado de trabalho do futuro. Já há inclusive as chamadas profissões do futuro, que precisarão muito de profissionais qualificados dessas áreas.

Quer entender mais sobre o assunto? Continue a leitura!

 

O que é robótica?

É bem provável que, ao pensar em um robô, imaginemos a figura humanizada de uma máquina, como em um filme de ficção futurista. Mas, hoje em dia, a robótica tem uma ampla gama de atuação e está presente nas indústrias, nos laboratórios de pesquisa e até mesmo em nossas casas.

A robótica é a ciência que estuda a elaboração, montagem e programação de robôs para execução de tarefas de forma automática. Robôs são principalmente utilizados em tarefas que necessitam de precisão e eficiência ou que sejam impossíveis para seres humanos, como operações no fundo do mar ou no espaço sideral.

Sendo uma área multidisciplinar, a robótica busca o desenvolvimento e a integração de técnicas e algoritmos para a criação de robôs. Para isso, é necessário envolver matérias como engenharia mecânica, engenharia elétrica, inteligência artificial, entre outras.

E o resultado dos protótipos da robótica é um mundo cada vez mais moderno e tecnológico, com processos cada vez mais facilitados e atividades melhores cumpridas em prol da indústria, da saúde, da educação e muito mais!

 

Quais seus benefícios?

Por meio de aulas de robótica para crianças, diversos benefícios vêm à tona! Seu filho, por exemplo, será estimulado a ser mais criativo e a ter um melhor raciocínio lógico. A matemática também poderá ser ensinada de uma forma muito mais divertida e lúdica.

Outro ponto bacana que a robótica oferece é o desenvolvimento pessoal. Isso porque, antes de executar um projeto, as crianças precisam focar no planejamento da tarefa. Além disso, para pôr tudo em prática, vão precisar ser organizadas e ainda trabalhar em equipe. E todos esses atributos são muito importantes também na vida adulta!

 

Quais são as profissões do futuro?

Além de todos os benefícios imediatos que as crianças têm ao aprender robótica, há outra grande vantagem em longo prazo: elas serão melhor preparadas para as profissões do futuro. Sabemos que a tendência do mundo é de sempre se atualizar ainda mais, mas, para isso, haverá a necessidade de pessoas habilitadas a lidar com os assuntos tecnológicos. E a robótica é um deles!

Com um curso de robótica, as crianças podem aprender desde cedo sobre programação, por exemplo, que é um grande pré-requisito para muitas profissões futuras. Conheça algumas delas abaixo:

  • Desenvolvedor de automação e robótica: É o profissional que cuida da execução de projetos automatizados. Também é responsável por programar, supervisionar e otimizar robôs;
  • Engenheiro de serviços: Faz vistorias de propostas de novos negócios, cuida do planejamento estratégico e operacional e também monitora parcerias estratégicas para execução dos serviços;
  • Engenheiro de testes: responsável por conduzir testes em softwares de produtos e checar se todo o sistema funciona bem.

Como podemos notar, o ensino de robótica para crianças é muito vantajoso, tanto em curto quanto em longo prazo. Além de serem estimulados, seus filhos estarão preparados para um futuro de sucesso! Mas, para dar o primeiro passo e escolher um curso de robótica para crianças, é preciso conhecer a melhor escola do ramo — e nesse assunto, é a Ctrl+Play que pode te ajudar!

 

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A importância da atuação da família no desenvolvimento de habilidades socioemocionais nas crianças

A importância da atuação da família no desenvolvimento de habilidades socioemocionais nas crianças

Preocupar-se com os filhos é algo natural na vida da família. Pais sonham com as conquistas que seus filhos terão no futuro, almejam um futuro brilhante e desejam as mais belas vitórias para suas crianças. Criam uma rotina tão ou mais agitada quanto a de grandes executivos, com aulas de línguas, esportes, artes e outras, para que estejam preparados para o mercado de trabalho.

Buscam proteger seus filhos de todos e quaisquer riscos, tentam poupar suas crianças de todas as frustrações, presenteiam, e sem perceber, muitas vezes buscam criar um mundo artificial para seus filhos viverem, mas não percebem que dessa forma estão deixando que seus filhos aprendam, verdadeiramente, como é o mundo real.

As famílias têm intenções excelentes para com seus filhos, mas não enxergam que não é preciso idealizar para conseguir educa-los para atender a única necessidade que realmente é importante que é formar futuros adultos conscientes, felizes e capazes de conquistar o próprio sucesso, a educação de suas emoções.

 

A família é a principal responsável pela educação de suas crianças, ela é o porto seguro que de forma consciente e inconsciente transmite valores, crenças que naturalmente são absorvidas de acordo com os exemplos de suas atitudes e comportamentos dos adultos ao seu redor.

É dentro desse ambiente que as crianças começam a desenvolver as suas habilidades e por isso é imprescindível que sejam estimuladas, logo nos primeiros passos, a desenvolverem também as funções mais nobres de sua inteligência.

 

O melhor caminho para formarmos filhos mais inteligentes emocionalmente é começar a educa-los emocionalmente quando ainda pequenos, mas nunca é tarde para esse ato.

Preparar nossos filhos emocionalmente e desenvolver suas habilidades sociemocionais é essencialmente importante diante de uma sociedade que está mergulhada no comportamento imediatista, da superficialidade das relações, do consumismo, do egoísmo e tantos outros comportamentos que se distanciam muitas vezes do que podemos relacionar com uma vida saudável.

Da mesma forma que nos preocupamos com o bem-estar físico de nossos filhos, é preciso preocuparmos com seu bem-estar emocional, com a forma como elas protegem suas emoções e como se relacionam com o mundo ao seu redor.

 

Mas quais são essas habilidades sociemocionais? São as habilidades mais complexas da inteligência, porem não emaranhas, tais como pensar antes de agir e reagir, colocar-se no lugar do outro, capacidade de superar perdas e frustrações, a interpretação de comportamentos e sentimentos (os próprios e os dos outros), a emoção e olhar contemplativo, autoconfiança, autoestima, autocrítica, postura empreendedora entre outras.

Todas essas funções/ habilidades são capazes de levar as crianças a desenvolverem relações intra e interpessoais saudáveis, embasadas na ética, honestidade, sem esperar demais a contrapartida, que respeite as diferentes perspectivas, o debater e não impor ideias, a resolução de conflitos, o trabalho em equipe e tantas outra que contribuirão para que os filhos sejam líderes de si mesmo, que atendam às necessidades do mercado de trabalho, não apenas as técnicas como as sociais e que enfrentem de forma saudável os desafios da vida.

 

É fundamental que as famílias invistam na saúde emocional de seus filhos, contribuindo para a prevenção de depressão, estresse, ansiedade, fobias, agressividade entre outros transtornos psicológicos.

Para isso, é importante que compreenda que as crianças precisam vivenciar a sua infância, necessitam inventar, correr riscos, frustrar-se, ter tempo para brincar e se encantar com a vida. O envolvimento da família no desenvolvimento de seus filhos é essencial, pois ela é parte insubstituível na vida de seu filho

Fonte: Escola da Inteligencia por Augusto Cury

Família: união feita por afeto, confiança e respeito

Família: união feita por afeto, confiança e respeito

Quais laços formam uma família? Quais relações são construídas no seio familiar?

Uma família é formada não apenas pela relação de sangue que os membros têm, mas sim pelos laços de amor, carinho que se estabelece entre eles.

As relações que são construídas pelas pessoas nesse ambiente devem ser pautadas na confiança, mais do que isso, devem ser estabelecidas por meio da conversa, do toque, do abraço, das demonstrações de afeto, da troca de experiências e da aprendizagem que se dá entre essas ligações.

É na família que surgem os primeiros aprendizados e é dela que recebemos os exemplos para nosso comportamento e atitudes.

Ela promove a educação das gerações mais novas, das suas tradições, cultura e valores, transmite posicionamentos, opiniões e reflexões sobre o mundo e a sociedade em que vive.

A personalidade de cada indivíduo recebe forte influência da sua família. Todos somos parte de uma família, e todos carregamos em nós não apenas o DNA dela, mas um pouco do que ela é.

 

A relação pais e filhos

Desenvolver relações saudáveis entre pais e filhos é essencial dentro do ambiente familiar.

A preocupação maior dos pais deve ser desenvolver relações de amizade com seus filhos, de tornarem-se amigos e com isso despertar a admiração entre ambos.

Pais que despertam encantamento em seus filhos conseguem estabelecer relação de respeito e deixar marca eterna em seu ser.

A família é como uma planta, necessita ser regada, nutrida constantemente. Invista em tempo diário para o convívio familiar.

A presença nos momentos importantes, o acompanhamento no cotidiano escolar, o auxílio nas lições de casa, o passeio no parque, as brincadeiras nos tempos livres são atitudes que nutrem a família e que são parte das tarefas diárias de pais ídolos de seus filhos.

Os erros e as experiências de vida são outros aspectos a serem compartilhados entre os membros da família. Pais não devem sentir-se envergonhados ao pedir desculpas pelos seus erros, ou mesmo assumi-los frente aos seus filhos.

Compartilhar as próprias experiências e incentivar que seus filhos façam o mesmo contribuem para o fortalecimento das crianças frente aos desafios que surgirão ao longo da vida.

 

A importância do legado familiar

O legado que pais devem deixar para seus filhos está longe das questões financeiras, de posses, valores, bens, mas próximo da educação que deixarão com eles.

Ensine seus filhos a desenvolver habilidades socioemocionais, a desenvolver as funções nobres da mente, a falar sobre seus medos e não viver na escuridão de si mesmo, a expor suas ideias e conviver em harmonia com o outro, a ser empático e carismático em suas relações, a pensar antes de agir, a enfrentar os desafios de forma inteligente e aprender com seus próprios erros.

A família é o berço do amor, da compreensão, do afeto, é o lugar onde as pessoas devem encontrar apoio, lições e aprendizados, mas que acima de tudo, as relações sejam saudáveis e de convivência harmônica.

Os filhos não precisam de pais gigantes, mas de seres humanos que falem a sua linguagem e sejam capazes de penetrar-lhes o coração.

Fonte: Escola da Inteligencia por Augusto Cury

Em que Maria Montessori pode contribuir na Educação brasileira de hoje?

Em que Maria Montessori pode contribuir na Educação brasileira de hoje?

Maria Montessori foi uma importantíssima educadora do século XX que, com toda certeza, deu o melhor de si para a educação das crianças. Tendo sido a primeira mulher a se formar em medicina na Itália, Montessori usou seu conhecimento científico no campo da educação.

Como uma médica se tornou uma das figuras mais ilustres da educação? Na realidade, ela começou a trabalhar com crianças com problemas mentais; e após criar um ambiente saudável para essas crianças especiais, notou-se uma melhora em seu comportamento e desenvolvimento.

As crianças deficientes mentais educadas/estudadas por Montessori participaram de uma espécie de concurso junto com crianças normais, porém sem que ninguém soubesse que eram crianças com deficiência mental; e, para espanto da própria Montessori, as suas crianças deficientes se saíram melhores que as crianças normais.

Obviamente ficou feliz pelo desenvolvimento de suas crianças, mas, por outro lado, ela ficou a se questionar o motivo de crianças normais terem rendimento menor do que crianças deficientes. Aquilo atormentou a doutora, que então passou a trabalhar com crianças normais.

 

Em suma, o que Montessori fez com aquelas crianças deficientes foi preparar um ambiente sadio e, a partir disso, educa-las a partir das suas necessidades próprias.

Quando foi trabalhar com crianças normais, ela pôde perceber com mais clareza que as crianças normais não eram educadas de acordo com suas necessidades, mas sim num ambiente de repressão e dor, que acabava por inibir o seu desenvolvimento pleno (moral, da personalidade, e não apenas intelectual).

Preciso confessar que tenho um questionamento semelhante ao de Montessori: por que crianças normais estão tendo desempenho tão ruins no Brasil? Por que o índice de analfabetismo funcional aumenta? Por que mesmo tendo mais escolas do que havia há cinquenta anos atrás, o Brasil ainda aparenta estar tão atrasado?

Talvez a educação de 20 ou 30 anos atrás era de nível elevadíssimo em comparação com o nível atual. O que podemos fazer? Afinal, a maioria das nossas crianças e jovens são absolutamente normais. O que está acontecendo no processo educacional brasileiro?

Bom, acredito que nós podemos responder há alguns destes questionamentos se estudarmos o próprio método Montessori, assim como também as novas pesquisas de neurociência que vem nos ajudar a entender o funcionamento do cérebro e a forma que aprendemos.

Mas de maneira especial, acredito que Maria Montessori, mesmo tendo falecido na metade do século XX, tem muito a nos ensinar no século XXI. Obviamente, boa parte dos seus escritos se referem a educação infantil, ou seja, pré escola (ou, especificamente, de crianças de 0 à 6 anos de idade).

 

Se focarmos na questão CRIANÇA PEQUENA, o método em questão é fascinante! Quando li no livro A formação do homem Montessori afirmando que havia crianças de 4 anos de idade sendo alfabetizada, fiquei extremamente encantado e desejoso de conhecer o método.

Quem quiser compreender o método Montessori de maneira ampla, e os exercícios sensoriais para auxiliar a criança na alfabetização espontânea, pode ler o livro Pedagogia Científica. Com certeza este livro auxiliará bastante quem deseja realmente fazer uma mudança positiva na educação brasileira.

O construtivismo distorcido e mal aplicado aqui no Brasil faz com que professores protelem o tempo de alfabetização das crianças, afirmando que “quando ela se sentir pronta, ela aprende”, e, não poucas vezes, a criança chega no Fundamental II com uma enorme deficiência na leitura e escrita.

E com a idade de 9-10 anos é bem mais maçante para a criança aprender. Mas, já com 4-6 anos de idade, segundo Montessori, a criança está no tempo da Mente absorvente, ou seja, ela tem uma energia interior que a faz aprender com grande facilidade e espontaneidade.

Portanto, os professores estão perdendo o tempo certo da alfabetização, deixando para depois, que, pelo funcionamento do cérebro da criança, será mais difícil fixar na mente.

 

Mas mesmo para o Ensino Fundamental II e Médio os ensinamentos de Montessori são úteis. Obviamente, por ter se dedicado quase que exclusivamente as crianças, a contribuição do método dela para crianças e adolescentes devem ser uma adaptação do método.

Falo isso justamente para evitar confusões; afinal, alguém poderia dizer que o aluno vai aprender só sem o auxílio dos professores, enquanto, na verdade, Montessori fala coisas semelhantes para crianças nos exercícios sensoriais, e não para adolescentes em aula de química.

Existem três princípios do Método Montessori que, adaptados de maneira correta nas demais etapas da educação, poderá contribuir significativamente para uma melhora na educação brasileira. No livro A Criança ela, usando a figura de um embrião vertebrado, faz a seguinte comparação:

  • […] poder-se-ia distinguir um todo dividido em três partes: cabeça, região torácica e região abdominal. E, depois, muitos pontos especiais que se vão definindo ordenadamente, pouco a pouco, terminando por solidificar-se: as vértebras.

    Assim, no primeiro esboço de um método educativo existe um todo, uma linha básica, onde se destacam três fatores principais: o ambiente, o professor e o material; além disso, muitas particularidades que se vão definindo, justamente com as vértebras. (Montessori, M. A Criança. 1936. Grifo meu)

 

Esta é, portanto, a vértebra do Método Montessori: o ambiente, o professor e o material. Se queremos transformar a educação no Brasil, devemos, a exemplo de Montessori, trabalhar nestes três pontos. O ambiente escolar, o professor e o material devem ser a vértebra do sistema educacional brasileiro.

No decorrer de A Criança ela explica muito bem como se faz isso na educação infantil, porém, estes princípios podem ser adaptados para os outros níveis. Façamos uma breve análise de como podemos construir essa vértebra educacional no Brasil.

 

Ambiente

Qual o ambiente escolar hoje? Bom, podemos encontrar de tudo nas escolas brasileiras. Tudo mesmo: cadernos, lápis, bola, pino de cocaína, maconha…

Mas o problema não fica somente na questão da criminalidade; o ambiente “normal” que as escolas têm não promove o aprendizado dos alunos.

Na educação infantil, Montessori criou um espaço preparado de acordo com as necessidades que a criança tem naturalmente. Falando de crianças maiores, 10 anos, ou mesmo adolescentes no ensino médio, como o ambiente pode influenciar no aprendizado? Nós não temos na maioria das escolas um ambiente que leve o estudante a… estudar!

Em suma, nós não temos muitos locais apropriados para a leitura, nem mesmo um real incentivo a leitura. Se um aluno não conseguir estudar em casa por x motivos, ele poderá estudar na escola após a aula? Dificilmente, nossas escolas são tão barulhentas quanto as ruas.

Talvez você diga que é natural de crianças e jovens serem barulhentos. Então, caríssimo, aí é que eu recomendo que você conheça o Método Montessori e descubra como ela colocava turmas lotadas de crianças fazerem silencia de maneira espontânea. A criança gosta de silêncio – e os jovens também; o problema é que nós não os exercitamos no silencio nem lhes preparamos um ambiente propício.

Muito se fala da polêmica da quase retirada da Educação Física das disciplinas obrigatórias do Ensino Médio. Mas, cara para nós: o ambiente para as atividades físicas não é o adequado na maioria das escolas – principalmente para quem estuda a tarde em regiões quentes. Quadras descobertas, falta de material adequado, etc.

Além do mais, a Ed. Física resume-se em duas ou três aulas por semana, onde uma parte é em sala, outra na quadra; muito pouco para fazer alguém ficar em forma. Ela torna-se, na verdade, uma espécie de confraternização dos jovens.

Resultado: saem da Ed. Física cansados, suados, agitados, e não conseguem prestar atenção na aula de Química, Física, Matemática ou qualquer outra disciplina. Afinal, estão agitados…Portanto, nosso “ambiente escolar” é todo bagunçado e não propicia um aprendizado eficaz nos jovens.

 

Professor

Várias pesquisas mostram que a quantidade de professores sem nível superior é enorme. É bem verdade que nem sempre um diploma resolve as coisas, afinal, ter nível superior não é o mesmo que ter didática. Há muitos mestres e doutores que  não conseguem transmitir com eficácia 10% do que ensinam. Porém, é preciso reconhecer que o professor é muito mal formado no Brasil.

Eu sou estudante de Pedagogia, e posso constatar isso. É incrível como nos direcionam para sermos construtivistas, embora citando algumas outras abordagens, porém, sempre somos bombardeados com os pensamentos de Paulo Freire.

Porém, se formos analisar os ensinamentos do próprio Piaget (um dos principais teóricos do construtivismo), podemos contatar que o Construtivismo piagetiano original é bem diferente do que nos ensinam na faculdade. O resultado disso é que formamos milhares de professores todos os anos despreparados, doutrinados sob uma verdadeira ideologia, que tem afetado negativamente várias crianças.

Outro dia mesmo encontrei um colega que cursava Letras, e fiquei surpreso ao saber que ele havia trancado. Um dos motivos relatados por ele, é que não levava jeito para essa coisa de professor, afinal, o que ele aprendia na faculdade, quando ia dar aula nos estágios, não funcionava nada. Eis o problema: a formação do professor é ruim, porque se reza a cartilha de Paulo Freire, enquanto educadores sérios – e a própria neurociência é deixada de lado.

Mas Maria Montessori fala algo importantíssimo sobre o professor em sua obra que fiquei impactado. Segundo a educação montessoriana, o professor não deve buscar corrigir a criança, mas sim os seus próprios defeitos.

Afinal, a criança age por imitação. Qual é o adulto que ela está imitando? Na própria escola – falando em educação infantil -, quando se vai alfabetizar a criança, ela irá escrever como escuta. Se eu não corrijo a maneira que eu falo, a criança vai falar e escrever errado. Eu preciso me corrigir.

Este princípio de corrigir os próprios defeitos, de buscar a própria perfeição, de buscar ser o melhor que pode – não para se exaltar, mas para ser o melhor para os outros, deve estar marcado com fogo no coração do professor. O professor é mal remunerado, mal reconhecido, mas é movido pelo amor.

E porque amamos as crianças e jovens, porque amamos esta VOCAÇÃO que DEUS nos deu, nós, mesmo sem os recursos que queríamos ter, devemos buscar ser os melhores professores que nossos alunos podem ter. Não é questão de remuneração, mas sim de que se nós não nos qualificarmos para contribuir na educação plena das crianças e jovens, teremos um futuro danificado pela ignorância.

  • O professor precisa entender essa sua vocação singular na sociedade atual. É preciso buscar a sadia perfeição por amor as crianças e jovens.

Mas, se queremos mudar o sistema, devemos clamar a Deus que realize o milagre de o Estado se importar com a educação. Aliás, não só no Estado, mas também nas próprias universidades que só sugam as mensalidades, mas nem sempre devolvem um ensino de qualidade.

É preciso que se dê formações sólidas, principalmente na área da neurociência (isso é importante, até porque Maria Montessori dizia que sua educação era científica, ou seja, usando que a ciência lhe dava na época. Hoje a ciência tem muito mais a contribuir, mas, no entanto, passamos mais tempo estudando Paulo Freire do que pesquisas da psicologia infantil, neurociência, etc).

É de suma importância que o Estado e a iniciativa privada invista em pesquisa científica, afinal, a universidade é um local de pesquisas (ou deveria ser).

Por fim, caríssimos, entendamos que o professor é uma peça fundamental para vencermos o jogo da educação no Brasil. Sem professores de qualidade, estaremos destruídos. Afinal, quem ensinará a verdade as crianças?

Um meio para salvar as crianças é o homeschooling, também conhecido como educação familiar. Mas os próprios pais precisam lutar contra seus próprios defeitos, e buscar dar duro para ensinar com eficácia aos filhos e/ou aprender junto com eles.

 

Material

Você já leu os livros didáticos dos teus filhos? Pois é, muitas vezes nós temos um material escolar que imbeciliza o aluno (principalmente em história, filosofia e sociologia). Além do bombardeamento da ideologia de gênero, muitas vezes o material em si traz o problemas de ser fraco mesmo.

Porém, fazendo uma adaptação do método montessoriano para crianças maiores e adolescentes, poderemos ganhar bastante. Montessori usava o sentido das crianças para ensiná-las (ou deixa-las aprender “sozinhas”). Só para servir de exemplo, a alfabetização se dava assim (de maneira bem resumida): a criança está na época de formar enriquecer a linguagem, tudo fixa muito rápido.

Como as línguas latinas são vocais, ou seja, cada letra representa um som, Montessori usava letras soltas onde as crianças podiam tocá-las, sentir o formato, as curvas, enquanto a metra dizia o som da letra, e uma palavra que começava com aquela letra.

Enfim, este alfabeto solto era um material sensorial, que, para esta idade, facilitava o aprendizado espontâneo da criança. Falando em ensino fundamental II e ensino médio, que materiais podemos utilizar?

O que precisamos entender é que passado o período da mente absorvente (por volta dos 6 anos), a criança precisará de um maior esforço para aprender as coisas. Portanto, ela precisará ouvir explicações e ter seu próprio esforço pessoal para fixar determinado conteúdo na mente.

Como bem explicava o Professor Pier, após a aula, o estudante precisa escrever no seu caderno, pois, lendo e escrevendo os pontos principais da aula, usará uma parte maior do seu cérebro e aprenderá com maior eficácia.

Portanto, embora a tecnologia tenha avançado bastante, livro, caderno e lápis ou caneta continuam sendo materiais essenciais para o estudante.

Quando se fala de materiais para auxiliar no ensino-aprendizagem, as pessoas logo vem com a ideia de tablets, computadores, aplicativos, etc. Mas isso não quer dizer eficácia no aprendizado. Tablets não podem substituir caderno e lápis nas escolas – e o professor Pier explica muito bem o porquê (usando a neurociência) (Clique aqui e assista a palestra).

Quando eu penso em materiais para auxiliar no ensino-aprendizagem do Fundamental II e Ensino Médio, me vem à mente, por exemplo, laboratórios de ciências. Qual escola pública tem laboratórios? Raríssimas! Os únicos laboratórios em que os alunos têm algum acesso é o de informática.

Além de não ter eficácia comprovada, parece que os computadores servem apenas para prender os alunos naquela sala com ar condicionado. Não, não gastemos dinheiro à toa. Precisamos gastar conscientemente. Precisamos equipar nas escolas verdadeiros laboratórios, onde o aluno não fique na teoria, mas, auxiliados pelo professor, possam ver na prática.

Isso sem contar a necessidade de se ter boas bibliotecas. Mas infelizmente onde se tem, pouco é usada. É necessário trabalhar inteligentemente nisso para fazer o aluno se interessar pela leitura.

 

Conclusão

No mais, caríssimos, a principal contribuição que Montessori nos dá é o exemplo de dedicação para educar as crianças. Ela deu o melhor de si em prol das crianças. Ela sabia perfeitamente que das crianças depende o futuro da humanidade.

Se as crianças eram educadas em ambientes que deformavam sua personalidade, teríamos (como temos) adultos cheios de transtornos, neuroses, doentes. Se queres salvar o mundo, salve as crianças. E se seu método educativo buscava a verdade e elevar todos à verdade, busquemos também isso.

Montessori foi inspiradíssima por Deus ao pegar os ensinamentos da medicina e aplicar a educação. Obteve grande êxito. Nós estamos na segunda década do século XXI, temos uma gama de pesquisas científicas nos mostrando como as crianças e jovens aprendem melhor e mais eficazmente. Que tal fazermos da nossa educação também uma Educação científica. Garanto que obteremos resultados positivos e pararemos de passar vergonha no PISA e demais avaliações internacionais.

 

círios de nazare e maria montessori

Fonte: Círios de Nazaré

 

 

 

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Qual é a influência do método Montessori na atualidade?

Qual é a influência do método Montessori na atualidade?

O método Montessori na atualidade fomentaria o desenvolvimento natural das habilidades das crianças com base na exploração, na colaboração com outros colegas de turma, na curiosidade, no jogo e na comunicação. Saiba mais a seguir.

Maria Montessori é a criadora de um método educacional que foi uma revolução. Tal foi o alcance de suas propostas que seu nome transcendeu sua área de especialização. O método que ela propôs colocava uma ênfase especial na brincadeira, apontando-a como o meio perfeito para o desenvolvimento de várias habilidades e aptidões em crianças.

Um exemplo de aplicação pode ser encontrado em muitas escolas infantis. Falamos de uma formação não obrigatória que se concentra no jogo, na diversão e na flexibilidade, buscando que as crianças sejam espontâneas e tenham iniciativa.

Em última análise, o método de Maria Montessori favorece a independência dos pequenos, ao mesmo tempo em que eles adquirem valores básicos de convivência e cooperação, começando pelo respeito pelos seus colegas.

 

Os princípios básicos do método Montessori

Atualmente, podemos analisar o método Montessori com base nos princípios básicos que o regem. Embora sua implementação possa levar a diferentes adaptações dependendo das preferências dos educadores, na essência, podemos encontrar o seguinte.

Para começar, o método Montessori incentiva a aprendizagem com base nas descobertas. Descobertas que, por outro lado, ocorrem graças à curiosidade inata que todos nós temos. É só pensar que sempre aprendemos melhor quando algo nos causa curiosidade e quando queremos perguntar para “saber mais”.

Precisamente, este método busca aproveitar essa inclinação natural que as crianças têm de fazer perguntas e encontrar respostas.

Além disso, esse método não esquece que o ambiente precisa atender às necessidades de cada criança de acordo com suas características (idade, cultura, existência de algum diagnóstico: hiperatividade, autismo, etc.).

Para isso, devemos adicionar a opção de adaptar o método ao material natural com o qual cada criança pode interagir e tocar. Nos referimos à madeira, terra e outros materiais que não sejam artificiais.

A ideia é que todos os jogos propostos tenham um componente colaborativo e que sejam sempre supervisionados, direcionados e coordenados pelo professor. Ele deverá intervir o mínimo possível no processo de aprendizagem das crianças: tentará ser apenas um guia.

 


O método Montessori na atualidade transformaria a educação tradicional, transformando as aulas em atividades que são muito mais dinâmicas e divertidas. Por esse motivo, as aulas geralmente são realizadas por 3 horas seguidas, sem qualquer interrupção.


 

Para terminar com os princípios que regem este método, é necessário ressaltar que o método Montessori busca formar salas de aula grandes e por grupos de faixas etárias diferentes (com uma diferença máxima de 3 anos de idade).

Ou seja, crianças entre 6 e 9 anos, por exemplo, juntas em uma sala de aula para que possam interagir não apenas com colegas da sua própria idade. Isso pode ser muito benéfico como estímulo.

 

Influência do método Montessori na atualidade

Felizmente, o método Montessori sobreviveu à passagem do tempo e hoje o seu espírito faz parte da estratégia educacional de diferentes escolas. Um tipo de formação onde se trabalha muito com o jogo, favorece a independência e a autonomia da criança e sua interação com diversos elementos que despertam sua curiosidade.

Em suma, o método aproveita a inclinação natural para o jogo e a diversão que ocorre nesta etapa para transformá-lo no principal motor educacional.

No entanto, à medida que nos submergimos na educação primária, o panorama muda. As crianças passam horas sentados olhando para o professor, recebendo reforço por ficarem quietos (ou punição por não fazê-lo), não podendo falar e tendo que prestar atenção por longos períodos.

Aulas que se seguem uma após a outra, com uma dinâmica especializada em acabar com qualquer tipo de motivação intrínseca para a aprendizagem.

Existem várias escolas que escolheram o método Montessori na atualidade, mas, apesar de tudo isso, é possível que surja uma dúvida. O método Montessori está destinado apenas para crianças entre 0 e 6 anos? Embora a maioria das escolas atualmente ofereça este método apenas para esta faixa etária, o fato é que Maria Montessori o projetou para que pudesse ser usado até os 12 anos de idade.

No entanto, o método Montessori na atualidade também poderia ser aplicado na etapa do ensino médio. Maria Montessori, embora não tenha tido tempo para projetá-lo e desenvolvê-lo completamente para esta etapa, deixou algumas diretrizes estabelecidas sobre os passos a serem realizados com crianças mais velhas.

 


A educação atual se concentra muito nas notas, por isso são enviadas muitas tarefas aos alunos, cujo sucesso em sua realização garante uma nota favorável na prova final. O método Montessori procura o contrário, não há provas nem tarefas de casa, porque o objetivo principal é aprender, não obter a melhor nota.


 

Os dados nos dizem que a educação que ocorre após o ensino primário aborrece o aluno. Longe de motivá-lo, faz com que ele pense que ir à escola ou ao colégio é inútil. Esta situação deve ser um incentivo para repensar a maneira como estamos ensinando.

Uma maneira em que se promove a competitividade e onde uma nota nos rotula como fracassados ou inteligentes, ao mesmo tempo em que permanece cega ao objetivo prioritário: que o aluno se sinta motivado, além da avaliação, para entender o mundo que o rodeia.

Fonte: A mente é Maravilhosa

 

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Maria Montessori, a mulher que mudou sua vida e a educação

Maria Montessori, a mulher que mudou sua vida e a educação

Maria Montessori foi uma revolução em si mesma. Foi uma pedagoga italiana, educadora, cientista, médica, psiquiatra, filósofa, antropóloga, bióloga e psicóloga. De fortes convicções católicas e feministas, acabou se formando em 1986 como a primeira mulher médica na Itália. Foi contemporânea de Sigmund Freud e desenvolveu sua própria classificação de doenças mentais.

Entre 1898 e 1900 trabalhou com crianças consideradas perturbadas mentalmente. Ela percebeu que algumas das crianças simplesmente não tinham desenvolvido seus potenciais. Daí surgiu sua vocação para estudar as capacidades das crianças, algo que realizou durante 50 anos.

Uma de suas afirmações mais controversas é de que, durante os primeiros 3 anos de vida, o aprendizado é realizado sem esforço, de forma natural. Seu método se opõe ao clássico modelo prussiano de ensino, que surgiu devido à revolução industrial e foi impulsionado no ocidente até os nossos dias. Este método (de muitas formas) concebe a criança como um futuro trabalhador que recebe ordens.

No entanto, Maria Montessori concebia a educação de outra forma. Neste artigo vamos falar sobre algumas de suas ideias mais importantes.

 

O método Maria Montessori

O método Montessori aposta em aproveitar ao máximo os períodos mais favoráveis do desenvolvimento. Para isso, é necessário preparar cuidadosamente o ambiente e adaptá-lo às características físicas das crianças. Na medida do possível, é necessário manter a máxima semelhança com os espaços naturais que esta pedagoga tanto dedicou às crianças.

“Quando a criança faz exercícios segundo a necessidade de seu ‘presente sensível’, ela progride e alcança graus de perfeição que são imitáveis em outros momentos da vida”. – Maria Montessori-

Este modelo educativo aposta nos agrupamentos heterogêneos das crianças, respeitando ritmos e estilos pessoais. Alguns dos segredos do método Montessori são o interesse pelos períodos de crescimento sensível e a ênfase de que existe uma mente absorvente na infância que deve ser aproveitada ao máximo.

 

A seguir, veremos alguns dos componentes mais importantes deste método.

Componentes do método Montessori

O modelo de Maria Montessori conta com vários pontos para que o processo de descoberta do mundo por parte da criança seja o mais natural, autônomo e ajustado a sua idade. Isso é especialmente importante até os 3 anos de idade, época na qual estes componentes têm um papel ainda mais determinante.

 

Período do crescimento

Uma das ideias fundamentais deste modelo é de que existem diferentes tipos de psique e de mente nos diversos períodos da vida. Estas etapas têm características distintas e foram estudadas amplamente pela psicologia do desenvolvimento.

 

Períodos sensíveis

Outra das ideias mais importantes são os períodos sensíveis. São etapas nas quais o aprendizado pode ser realizado da forma mais simples possível. Se a criança não aproveitar a oportunidade, mais a frente será muito mais difícil adquirir certos conhecimentos ou habilidades.

 

A mente absorvente

Durante o período que vai entre 0 e 3 anos de idade, o aluno não tem memória nem capacidade de raciocínio, mas elas devem ser geradas. No entanto, nesta etapa a criança é capaz de realizar uma grande quantidade de aprendizados, já que seu cérebro é extremamente sensível.

 

Ambiente

Todos os objetos presentes na sala de aula devem ser selecionados expressamente para que tenham utilidade. Os alunos devem poder escolher todo tipo de ferramentas e estímulos para que seu desenvolvimento seja o mais completo possível.

 

Liberdade

As crianças precisam contar com a máxima liberdade dentro da sala de aula. Dessa forma, sua autonomia e seu desejo por aprender são estimulados.

 

Estrutura e organização

A estrutura e a ordem devem ser refletidas em classe. Assim, cada criança pode desenvolver sua própria inteligência e organização mental. Os materiais utilizados no ensino devem ser ordenados em função da dificuldade que apresentam.

 

Realidade e natureza

De acordo com Maria Montessori, deve-se fomentar que a criança tenha contato com a natureza, para que ela compreenda e aprecie sua ordem, hamonia e beleza. O principal objetivo é que a criança compreenda as leis naturais, que são o princípio de todas as ciências.

 

O educador

Na filosofia de Montessori, o educador adquire o papel de facilitador de aprendizagem. Neste modelo educativo, sua função não é transmitir conhecimentos que as crianças devem memorizar. Pelo contrário, ele tem que dar liberdade para que elas possam explorar seus próprios interesses.

Neste sentido, seu papel é complexo, já que deve fomentar o desejo de aprender das crianças sem interferir demais nelas.

 

A importância dos cantos

Maria Montessori incorpora em sua metodologia o uso dos cantos na sala de aula. Estes espaços são dirigidos para criar uma atmosfera da ordem para estimular a motricidade e a implicação das crianças na realização de tarefas muito úteis para sua vida diária. A seguir, veremos alguns exemplos de espaços utilizados nesta metodologia.

 

Canto da casinha

São espaços com objetos pessoais dos alunos que lhes proporcionam segurança e intimidade. Estas áreas da sala de aula são necessárias para a boa organização e para proporcionar estabilidade e ordem.

 

Canto da linguagem

Espaço para fomentar a fala, onde há colchonetes ou almofadas para as crianças. Também existem estantes ao alcance das crianças, onde podem encontrar contos e materiais de leitura.

 

Canto das sensações

Área das cores, dos sons, do tato e da coordenação. Este espaço pode ser ambientado com instrumentos musicais, cartolinas de várias cores, materiais de diferentes texturas ou diferentes jogos.

Fonte: A Mente é Maravilhosa

 

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